sábado, 21 de maio de 2011

OPÇÕES!



O próximo acto eleitoral da Briosa devia ser um momento aglutinador para todos os sócios que não querem ver o nome da Académica a ser, mais uma vez, muito mal tratado mas, pelos vistos e no caso dos krommus, é mais o que os separa do que aquilo que os devia unir. Já dizia o poeta "Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades". Mas, há uma verdade que é impossível de apagar da memória da maioria dos que gostam realmente da Briosa, é que a Académica tem muita obra feita ao longo da sua história de vida que, para os mais cépticos, tem muito mais do que 8 ou 10 anos de vida! Não brinquemos com coisas sérias. Não vale a pena criar ilusões. A história dos factos, não mente.

AMEAÇAS

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sexta-feira, 20 de maio de 2011

O SUBLINHADOR IMPLACÁVEL

Há dias, ao desfolhar o “calinas” cá da urbe, fomos confrontados com a extensa entrevista do actual presidente da AAC-OAF que, entre outros assuntos, chamava à atenção para o facto de haver candidatos a dirigentes que “…não vão ao estádio” ou “…não vão ver um único jogo da Académica”. Mas, o que me surpreendeu, de facto, foi ter visto que parte dessa notícia estava sublinhada, como que a dizer: “…ponham aqui os olhos” ou mesmo “…muito bem, tem toda a razão, eu também nunca vi por lá nenhum candidato a assistir aos jogos, etc…” Provavelmente, a pessoa que tomou uma atitude destas, deve ser alguém com graves problemas de afirmação pessoal e, mais do que isso, deve ser uma pessoa que não tem a coragem necessária para expressar a sua opinião, precisando, para isso de se refugiar na ponta de uma caneta. É claro que, estas e outras atitudes do género desta são privilégio dos pérfidos e, só um aleivoso com mau íntimo é que pode cometer um acto destes. Para este tipo de pessoas, a memória só conta (e muito) para o que mais lhes agradar. Isto é tanto verdade, como é o facto de eu e muitas outras pessoas que gostam realmente da Académica, nunca termos visto o actual presidente em qualquer manifestação académica, fosse ela um jogo de futebol, fosse uma assembleia de sócios, ou mesmo um qualquer outro evento social, de há oito anos a esta parte. Se não vejamos, por onde andava o tão zeloso e académico presidente em Maio de 2002? É que ninguém o viu dentro ou fora do estádio a comemorar a vitória sobre a Naval e a consequente subida da Académica à primeira divisão. Mais, onde estava este fervoroso “amante” da Académica, quando fomos jogar a Celorico da Beira? Que se saiba, ninguém o viu por lá. E o curioso é que não há notícias sublinhadas que atestem estes factos. Ou será que o “Sublinhador Implacável” só começou a “atacar” agora? Hummm, não me parece! Curioso, também, é que ainda não vi nenhuma notícia que tivesse sido alvo do misterioso “Sublinhador Implacável” que diga respeito à condenação, do actual e pouco académico presidente, por parte do tribunal por alegados actos de corrupção. Porque será? Esquecimento? Ou não há mesmo interesse em falar do assunto? Enfim! Provavelmente, muitas mais notícias irão aparecer sublinhadas. A falta de coragem para se afirmar a isso o obriga mas, o último sublinhado, nunca será ele a fazê-lo. Será a história e a memória de todos aqueles que realmente gostam, amam e reclamam por MAIS ACADÉMICA!

[Dr. Kanelada]
20.Maio.2011

APRESENTAÇÃO OFICIAL DE MALÓ DE ABREU


ELEIÇÕES NA BRIOSA


“Actual modelo de gestão está esgotado, chegou ao fim”

Maló de Abreu e Ricardo Roque defendem auditoria externa independente às contas da Briosa

O primeiro a falar foi Ricardo Roque, mandatário da candidatura e presidente da direcção-geral da Associação Académica em 1984, Nessa altura, Jorge Anjinho liderava o Clube Académico de Coimbra e ambos, em conjugação de esforços, conseguiram o regresso da Briosa à “casa-mãe”, em Julho desse ano, com a denominação de Académica/Organismo Autónomo de Futebol.
Ontem, Roque lembrou Anjinho («Grande presidente, grande colega de luta», disse) e o Professor Campos Neves, «duas figuras muito importantes para que o futebol voltasse à Associação Académica».
Disse estar ao lado de Maló de Abreu por «imperativo ético», para que «a nossa Briosa volte a ser o que muitas gerações de estudantes se habituaram a ver».
«À distância, olho para a Académica e sinto que algo não está bem. Não foi esta a Académica que muitos sonharam. Há que aproximar a Académica da sua história, dos seus valores, fazer com que seja notícia pelas melhores razões e não pelas piores», acrescentou Roque, que classificou Maló de Abreu como «alguém que há muito persegue um sonho, um lutador, um homem de convicções».
Sócio n.o 1.914, Ricardo Roque disse não compreender como há apenas 3.000 associados nos cadernos eleitorais. «Há que alterar radicalmente a situação», comentou, defendendo uma ligação forte, efectiva, à Associação Académica e aos estudantes universitários. «Não aceito cordões sanitários à volta da Académica, em que alguns é que são os “puros”. Devem ser bem-vindos todos os que se sentem da Académica», disse.
O mandatário defendeu ainda a realização de «uma auditoria externa, independente, às contas da Académica» e preconizou um «comportamento exemplar» durante a campanha eleitoral. «Da minha parte não vão ouvir uma palavra que seja sobre as outras candidaturas», concluiu.
«Fazemos jantares por não
ter descido de divisão»
O segundo, e último, orador da sessão foi Maló de Abreu, que começou por afirmar que não é candidato por razões de protagonismo. «Sou um homem do mundo, viajo quando quero, tenho uma vida estabilizada. Estou aqui para concretizar um sonho: ter o futebol da Académica como Académica de facto».
Recordando o regresso do Clube Académico de Coimbra ao seio da Associação Académica, Maló de Abreu questionou: «A situação está normalizada? Nós somos Académica? Esta Académica é a Académica que sonhámos, que idealizámos, que nós queremos?». E, aludindo indirectamente à direcção em funções, disse que «mesmo que se mudem pessoas, é preciso dizer que este projecto está esgotado, chegou ao fim», afirmação que lhe valeu fortes aplausos.
A seguir, o médico referiu que irá fazer «uma campanha pela positiva, asseada, “à Académica”, não fazendo ataques pessoais ou outros, explicando ao que vimos e qual é o nosso projecto».
«Tenho memória. Se a Académica perde as suas raízes, morre enquanto instituição», afirmou Maló de Abreu, defendendo a abertura de mais “casas da Académica”, núcleos e filiais.
«Como é possível chegarmos a um momento em que a instituição está reduzida a três mil e poucos sócios? O que tem havido para haver um divórcio cada vez maior? Onde estão os jovens, os estudantes universitários, os ex-
-jogadores?», perguntou Maló de Abreu, que revelou depois não indicar qualquer “provedor dos sócios” na sua lista, porque «esse lugar será do presidente do núcleo de veteranos, qualquer que ele seja», que estiver em funções. E acrescentou: «Festejamos, fazemos jantares porque não descemos de divisão...»
Mais à frente, Maló de Abreu – que falou de improviso, com recurso a algumas notas manuscritas em pequenos cartões – disse que, com a actual situação, «todos estamos a morrer devagar», defendendo uma Académica «com mais ambição».
«Há seis anos que nos andam a dizer que para o ano é que é. Eu defendo que, a curto-prazo, a Académica ande “lá em cima”, a lutar por um lugar na Liga Europa», acrescentou.
A terminar, o candidato disse querer «uma Académica transparente», alertando para o facto do clube ter um orçamento anual da ordem dos 4 milhões de euros e um passivo que «andará pelos 12 milhões de euros e que terá de ser reduzido, nos próximos três anos, em pelo menos 25%». Daí que tenha concordado com a sugestão de Ricardo Roque de mandar realizar uma auditoria externa às contas, «para bem dos que lá estão e dos que lá não estão».
«Os votos são todos iguais. Tanto vale o voto de um lojista da Baixa como o de um professor universitário. Vamos à luta!», concluiu.
Mário Martins
in Diário de Coimbra

quinta-feira, 19 de maio de 2011

MAIS ACADÉMICA



Apresentação da candidatura do Dr. Maló de Abreu

VAI UM COPINHO?!

ELEIÇÕES NA AAC-OAF

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Maló de Abreu alerta os sócios da Briosa, para o dever de cidadania académica e coimbrã. O voto na sua candidatura, poderá ser a viragem que muitos sócios da Académica desejam. O bom nome da Académica tem que ser recuperado do enxovalho de que tem sido alvo. Os sócios da Académica-oaf não podem permitir (de novo) que esta instituição continue a ter no seu comando, um indivíduo que foi recentemente condenado pela justiça portuguesa, por actos de corrupção.

PARABÉNS AO AVB


FC PORTO VENCE A LIGA EUROPA

DUBLIN
18.MAIO.2011

quarta-feira, 18 de maio de 2011

UMA MÃO LAVA A OUTRA E...


"O que é mais importante, nesta fase, é continuar a perceber o que é a Académica."
in Diário de Coimbra

Como é que este homem pode perceber o que é a Académica, se andou afastado dela anos a fio. Mais, como é que pode vir dizer que a Académica está bem, que tem classificações "agradáveis"(?) se quando tomou conta do clube o encontrou com um passivo a rondar os 6 milhões de euros e agora apresenta nas contas um passivo de 12 milhões? E as manchetes que correram mundo com o nome da Académica a ser enxovalhado pelas asneiras que este senhor cometeu? Será que já ninguém se lembra? Como costuma dizer um amigo meu, "Paleio é p'rá praia!"

UM VIOLINO NO FADO

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Uma guitarra portuguesa e um violino primorosamente tocado

Para quem aprecia música, aqui vai uma original interpretação de fado, com a 'voz do violino', de Natália Jusckiewicz. Basta aumentar o som... fechar os olhos e... deliciar-se a ouvir.

Natália é polaca e violinista residente em Portugal. Formada na Academia de Poznan, uma das escolas mais conceituadas do mundo, começou a carreira musical como intérprete solista e integrou orquestras e formações polacas de prestígio internacional.
Durante umas férias, apaixonou-se por Portugal e decidiu mudar-se. Adaptou-se à língua, à cultura e à maneira de ser dos portugueses.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

CONDENADO A VENCER

Maló de Abreu

"SOU CANDIDATO À PRESIDÊNCIA DA ACADÉMICA"

MOMENTOS INESQUECÍVEIS

Campos Coroa

Que o vinho escorra pelas gargantas para a festa durar até às tantas

Campos Coroa, chorando convulsivamente, estava encharcado até aos ossos pelo banho a que foi sujeito pelos seus apaniguados. E antes de falar para O Jogo foi ajoelhar-se diante das claques da Académica, elevando as mãos ao céu, como que agradecendo o apoio à equipa durante a partida. “Isto é viver a Académica. Estes jovens merecem tudo porque nunca nos abandonaram. Estiveram sempre connosco, sobretudo nos momentos mais difíceis. A paixão corrói. Mas não há dinheiro nenhum do mundo que pague viver estes momentos. Quero continuar a vivê-los intensamente até que a paixão me corroa o corpo. Não me importo de sofrer como hoje [ontem]”.
Sobre o jogo, o presidente coimbrão limitou-se a dizer: “Este êxito é indiscutível. O lugar da Académica é na I Divisão. Podem ter a certeza que na próxima época continuaremos a chatear a cabeça aos grandes”. E fez uma revelação: “Para o ano iremos implementar o projecto do clube-escola, porque a força da Académica reside nos estudantes da Academia.
Sobre o futuro de José Romão, que tem mais um ano de contrato com a Académica, Campos Coroa deixou algumas dúvidas no ar: “Eventualmente, pode continuar. Mas também pode vir um novo treinador. Tudo depende de chegarmos, ou não, a um acordo financeiro com José Romão”.
A terminar, Campos Coroa salientou: “Este momento tem o mesmo sabor da subida à I Divisão, na época passada. Foi, talvez, mais sofrido. Agora, espero que o vinho escorra pelas gargantas, para que a festa dure até às tantas”.
S.L.(transcrição do jornal O Jogo)


Estávamos no final da época 97/98 e a Briosa conseguia garantir a manutenção num jogo frente ao D. de Chaves, treinado pelo Álvaro Magalhães. Como muitos, também fiz questão de estar presente e dar todo o meu apoio. No final, tal como o presidente, as lágrimas também escorreram pela cara abaixo de muitos amantes da Académica ali presentes. Que o diga o Luís Borges e eu mesmo, abraçados com as lágrimas a saltarem-nos dos olhos. Foi uma sensação única. Isto sim, era viver e sentir Académica.

O CANDIDATO

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Sinceridade acima de tudo. É claro que esta representação só é possível no Brasil. Por cá, temos o inconformado madeirense José Manuel Coelho, agora de vassoura na mão, ex-candidato à presidência da república e agora candidato a deputado para o parlamento nacional.

SÓ FALTAVA ESTA...

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domingo, 15 de maio de 2011

HÁ UM ANO ATRÁS

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OS QUE FALTAM


Estes, são os debates que ainda faltam ver na televisão portuguesa.

MULHERES PERIGOSAS!

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Se por acaso forem para estas bandas, já sabem que não devem recusar o "serviço". Mas, se recusarem, ficam sujeitos às sevícias femininas que podem passar por fazer-vos "lerpar" com uma mordedura de uma serpente ou mesmo "perder o piu" depois de gramar uma picadela com um narcótico manhoso. Mas se aceitarem dar a conhecer o vosso lado de inveterados garanhões, as probabilidades de apanharem a doença do "macaco verde", são altíssimas. Por isso, a escolha torna-se muito difícil. O melhor é não ir!

HÁ "ERAS" ASSIM


MUDANÇA DE PATROCINADOR

ERA A LIGA DOS CAMPEÕES

ERA A TAÇA PORTUGAL

ERA O CAMPEONATO

ERA A LIGA EUROPA

A DAMA DE NEGRO


Depois de vermos aquela espectacular foto captada durante uma sessão de esclarecimento, é bom poder ter a "Dama de Negro" perdão, a Dr.ª Gabriela Ventura, de volta novamente. Até há agricultores que já afirmaram que esta ousadia e arrojo, só estão ao alcance de muito pouco(a)s.