domingo, 12 de agosto de 2012
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
N'GAL PODE SER BESTIAL
Depois de em Junho o
jogador ter pedido um adiamento do negócio devido a problemas
familiares, desta feita N`Gal garante que tudo está ultrapassado e que o
futuro passa mesmo por Coimbra.
«Agradeço a paciência da Académica e espero que tudo corra bem. Mal posso esperar para voltar ao trabalho. Sinto-me bem e o clube tem um belo projecto», afirmou N`Gal, em declarações ao Blogolo, onde deu conta das propostas que rejeitou para jogar pela Briosa.
«Recebi chamadas da Tunísia, Arábia Saudita, Irão, Grécia, Chipre e França, da segunda liga. Eram interessantes financeiramente mas só me vejo lá em final de carreira. A Académica vai jogar na Liga Europa e é óptimo poder participar nessa competição.»
«Agradeço a paciência da Académica e espero que tudo corra bem. Mal posso esperar para voltar ao trabalho. Sinto-me bem e o clube tem um belo projecto», afirmou N`Gal, em declarações ao Blogolo, onde deu conta das propostas que rejeitou para jogar pela Briosa.
«Recebi chamadas da Tunísia, Arábia Saudita, Irão, Grécia, Chipre e França, da segunda liga. Eram interessantes financeiramente mas só me vejo lá em final de carreira. A Académica vai jogar na Liga Europa e é óptimo poder participar nessa competição.»
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
APRESENTAÇÃO OFICIAL DA AAC-OAF 2012/2013
,
Fotos do DB
Decorreu no passado dia 28 de Julho a apresentação oficial da equipa para a época 2012/2013. Como não podia deixar de ser, foram muitos os que acorreram a este espaço comercial da cidade para poder ver de perto todos os craques que irão defender as cores da Briosa nesta nova época que se avizinha. Entre esses, não podiam faltar os que há largos anos vêm acompanhando todos os passos desta nossa Instituição e até a presença de ex-atletas como é o caso de Eduard Abazaj. Por estas alturas, há sempre quem faça os mais diversos comentários face à compleição física de alguns atletas. No entanto, outros há que, sendo mais concisos na sua apreciação, basta um olhar mais atento para as pernas dos atletas, para lhes diagnosticar a sua prestação como jogador de futebol. Enfim, concordando-se ou não, o que é facto é que já são muitos anos a ver jogar à bola. Bons jogos!
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
segunda-feira, 23 de julho de 2012
DIZ-ME COM QUEM ANDAS...
José Ribeiro: Dirigente do PSD e apoiante do presidente da Académica suspeito de vários crimes
José Ribeiro, dirigente da concelhia de Coimbra do PSD, responsável pela campanha eleitoral e apoiante de José Eduardo Simões, a quem o presidente da Académica cedeu concessão do merchandising da briosa, é um dos envolvidos em alegados crimes cometidos em Castanheira de Pera.
Pode ler toda a notícia no Correio da Manhã.
quarta-feira, 11 de julho de 2012
ISTO SIM É ACADÉMICA
clique na imagem
Académica e academia numa perfeita simbiose. Dificilmente aparecerá outro presidente que consiga congregar estas duas vertentes em torno da mesma causa. Para isso ser possível tem que se ser um líder. Até ao momento, apenas o Dr. Campos Coroa o conseguiu porque foi e é um verdadeiro líder que ama e respeita a Briosa e a sua história.
RELVA DANINHA
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domingo, 1 de julho de 2012
A TODO O GÁS
Por este andar vão aparecer muitas pessoas que voltarão a usar os candeeiros a petróleo e a usar as brasas para cozinharem e se aquecerem. Com todas estas medidas, este governo continua a ignorar as pessoas e prossegue com o seu "programa" baseado no filme "O Regresso ao Passado" mas com outros protagonistas. Isto vai dar mau resultado.
quinta-feira, 28 de junho de 2012
sábado, 16 de junho de 2012
6,5...
Foi esta a imagem que alguém alheio à Académica, escolheu para representar o actual presidente da AAC/OAF. Que vergonha!
terça-feira, 12 de junho de 2012
sexta-feira, 8 de junho de 2012
quinta-feira, 7 de junho de 2012
segunda-feira, 28 de maio de 2012
ENTRE O CÉU E A TERRA, SÓ DEU BRIOSA
ACADÉMICA 1 SCP 0
Pedro Emanuel, depois da vitória sobre o Sporting (1-0), no Estádio Nacional, na final da Taça de Portugal:
«Acima de tudo acho que foi uma grande vontade de concretizarmos um sonho que vínhamos a alimentar desde o início da época. Conseguimos atingir a final e, já que estávamos cá, fizemos tudo para a levar o troféu para Coimbra 43 anos depois. Grande mérito do grupo de trabalho. Fiz questão de estar aqui ladeado pelas pessoas que todos os dias sofrem comigo, porque eu sou muito chato. Tivemos uma cidade que teve por trás e 43 anos depois acordou para aquilo que é o presente e deixou para trás o passado».
[Conseguiu a manutenção, a Liga Europa e a Taça de Portugal. Algum segredo?]
«Acreditando no nosso trabalho diário. Os resultados estavam ser penalizadores, não estavam a a corresponder ao que tínhamos feito no início da época. Sentimos o chão fugir debaixo dos pés, mas o segredo esteve numa grande humildade, assumimos os nossos erros e os resultados vieram ao de cima. Obrigado a todo eles por terem acreditado nas nossas ideias».
[Sá Pinto diz que o Sporting não podia perder com a Académica. Houve demérito do Sporting?]
«Cada um faz a sua análise, cinjo-me aquilo que são os factos. Não sei em que contexto ele disse isso, mas da mesma forma que ficou para a história os dezasseis jogos que tivemos sem vencer, não se pode tirar mérito a uma grande exibição de uma equipa que tem o terceiro orçamento mais baixo da liga, contra uma equipa que tem a obrigação de ganhar títulos e que há quatro anos não o faz».
[Acha que é um resultado histórico. Vai haver um antes e um depois deste título?]
«Acima de tudo acredito que a Académica é um clube histórico e vivia na história, no passado. Hoje pode enveredar por outros caminhos, tem de deixar de viver o passado, encarar o presente e pensar no futuro. Se continuarem a olhar para o passado, se calhar vão passar mais 43 anos até nova proeza».
[Qual a sua ambição pessoal?]
«A minha ambição pessoal, pouco me interessa. Quero é reunir uma equipa técnica como esta que tenho ao meu lado e trabalhar para alcançar os objectivo a que me propus. Se quisesse estar cómodo, tinha ficado onde estava. Quis abraçar este projecto, com um naipe de jogadores que também tinha essa a ambição».
[Está preparado para a festa em Coimbra?]
«É o momento de celebração, espero que de facto a cidade esteja preparada para esta celebração, porque 43 anos depois, hoje é dia do tal feriado que eu falei num certo dia».
[Vai continuar na Académica?]
«Tenho contrato com a Académica. Muitas coisas vamos ter de alinhavar para a Académica ter o nível que desejo. O que é importante é que tenho um contrato e tenho orgulho em representar esta instituição».
[O que disse aos jogadores na palestra antes do jogo?]
«Dissemos muito pouco, praticamente não dissemos nada. Mostrámos muitas coisas que lhes toca no sentimento, na emoção. Acho que era um dia diferente para todos eles. Hoje não, porque estão nas nuvens, mas um dia nas suas carreiras vão valorizar o dia de hoje».
quinta-feira, 24 de maio de 2012
REPORTAGEM DA FINAL DA TAÇA DE PORTUGAL 2011-2012
Os "KROMMUS" tiveram direito a reportagem, online, na revista "SÁBADO"
Vídeos
Fotogaleria
Os krommus da Académica em festa no Jamor
22-05-2012
Por Nelma Viana
De Coimbra vieram cinco autocarros, oito leitões, duas travessas de carne assada, outra de iscas com cebola, mais uma de bacalhau com natas e um porco para assar, não fosse alguém ficar com fome. Vinho e cerveja e uma bola de carne para comer no caminho, “que isto de duas horas de viagem dá uma larica do caraças”. Ao meio-dia chegaram ao Jamor e estacionaram perto da entrada Sul do Estádio. Para o repasto, que nos pareceu o mais completo, juntámo-nos aos Krommus, uma das tertúlias oficiais da Briosa, que se costuma reunir num café emblemático de Coimbra e que, a confirmar o nome, assumem a “kromice” pela Briosa. É no café Infante Dom Henrique, que se sentam todas as noites os treinadores de bancada, os que têm as quotas em dias e lugar cativo no Estádio de Coimbra.
“Não vieram todos, mas estamos bem representados”, dizia um dos elementos do grupo enquanto mostrava o cachecol do grupo encomendado de propósito para a ocasião. O “Doutor”, um dos fundadores da tertúlia, tratou de apresentar o menu e de distribuir os copos de vinho e cerveja. “Há espaço para todos, até para os lagartos que por aqui passaram” - mas o verde, daquele lado, era coisa rara, só se via nos cachecóis dos indecisos sportinguistas com a Briosa no coração, “Afinal é possível ter dois amores e torcer por ambos com a mesma convicção”, dizia Zé António, alfacinha de gema, mas “em tempos estudante orgulhoso de Coimbra”. A “senhora da cantina”, que insistiu em não se apresentar, viajou com os adeptos para reclamar a “comidinha caseira, que coitados, não os queria ver, os seus meninos, todos homens de barba rija e cabelo grisalho, a comer aquelas porcarias dos hambúrgueres”. Não seria fácil, de qualquer modo. O recinto oficial dos comes e bebes era território ocupado pelos verdes, animado pelos gritos em uníssono que confirmavam que só eles sabiam porque não ficavam em casa. E os academistas, ainda que se pelem por uma boa troca de galhardetes, gostam pouco de confusões. Ali, à sombra das árvores, é que era. Ali é que “combinaram esperar pelo toque de alvorada”, que é como quem diz a hora do jogo. Às 15h, duas horas antes do arranque da partida, aviaram-se os restos do almoço para dentro da camioneta, deram-se os últimos toques nas bandeiras, em alguns casos beijou-se o cachecol e seguiu-se em cortejo solene até ao palco do duelo. Ditou a distribuição de lugares que ficasse cada um para seu lado. No fim encontrar-se-iam no mesmo sítio e, “se Deus quiser, com a Taça para levar de volta a casa”.
O jogo decidiu-se aos quatro minutos com o único golo da partida, apontado por Marinho, da Académica. Ao intervalo muitos já davam o jogo por terminado. “Se eu mandasse acabava já com isto”, dizia Toni, ex-jogador da Briosa e do Benfica e que ali se mostrou alheio a clubismos. Logo ao lado, Mário Campos, um dos homens fortes que na final de 1969 alinhou pela equipa dos estudantes frente ao ex-colega que nessa época jogava no Benfica. A Académica perdeu, como viria a perder as outras três finais que disputou - duas frente ao Benfica e outra contra o Vitória de Setúbal, “a dolorosa” que acabou com a derrota dos estudantes por 3-2 em morte súbita - mas a vitória, nesse ano, comemorou-se a vermelho e preto. “Eu e o Toni tínhamos jogado juntos na Académica, e nessa final tivemos de alinhar um contra o outro. Nós (AAC) ficámos para trás, mas no fim trocámos as camisolas.
Agora estamos aqui juntos a torcer pela Briosa. Os jogos decidem-se em campo, mas a amizade dura uma vida”. Ouvia-se o apito para a segunda parte e duas filas acima o presidente do Núcleo de Veteranos da AAC/OAF, Frederico Valido, começava a apostar na dificuldade acrescida dos estudantes para segundo tempo: “Agora começa a parte crítica, o Sporting vai responder”. O Sporting não respondeu, ficou a zero no marcador e a Taça regressou a Coimbra em F-R-A, 73 anos depois da primeira vitória da Académica no Jamor. As bancadas vestiram-se de capa e batina e Coimbra despediu-se do Jamor com o encanto de uma vitória especial que recuperou o espírito de 69 com as mensagens dos estudantes. Mário Campos, ex-jogador dos capas negras – “Emocionado com uma vitória depois de tantas frustrações nas finais” – deixou o convite: “Regressamos a Coimbra de autocarro para os festejos e cá estaremos, sempre, a apoiar a nossa Académica”, na vitória e nas derrotas. “Porque a Académica, para quem não sabe, é mais do que um clube. É um estado de espírito”.
Da ala dos veteranos erguia-se a primeira faixa comemorativa: “A Taça já é nossa, agora queremos a réplica”. Do outro lado, a Mancha Negra, respondia: “Já vai a caminho!”
De Coimbra vieram cinco autocarros, oito leitões, duas travessas de carne assada, outra de iscas com cebola, mais uma de bacalhau com natas e um porco para assar, não fosse alguém ficar com fome. Vinho e cerveja e uma bola de carne para comer no caminho, “que isto de duas horas de viagem dá uma larica do caraças”. Ao meio-dia chegaram ao Jamor e estacionaram perto da entrada Sul do Estádio. Para o repasto, que nos pareceu o mais completo, juntámo-nos aos Krommus, uma das tertúlias oficiais da Briosa, que se costuma reunir num café emblemático de Coimbra e que, a confirmar o nome, assumem a “kromice” pela Briosa. É no café Infante Dom Henrique, que se sentam todas as noites os treinadores de bancada, os que têm as quotas em dias e lugar cativo no Estádio de Coimbra.
“Não vieram todos, mas estamos bem representados”, dizia um dos elementos do grupo enquanto mostrava o cachecol do grupo encomendado de propósito para a ocasião. O “Doutor”, um dos fundadores da tertúlia, tratou de apresentar o menu e de distribuir os copos de vinho e cerveja. “Há espaço para todos, até para os lagartos que por aqui passaram” - mas o verde, daquele lado, era coisa rara, só se via nos cachecóis dos indecisos sportinguistas com a Briosa no coração, “Afinal é possível ter dois amores e torcer por ambos com a mesma convicção”, dizia Zé António, alfacinha de gema, mas “em tempos estudante orgulhoso de Coimbra”. A “senhora da cantina”, que insistiu em não se apresentar, viajou com os adeptos para reclamar a “comidinha caseira, que coitados, não os queria ver, os seus meninos, todos homens de barba rija e cabelo grisalho, a comer aquelas porcarias dos hambúrgueres”. Não seria fácil, de qualquer modo. O recinto oficial dos comes e bebes era território ocupado pelos verdes, animado pelos gritos em uníssono que confirmavam que só eles sabiam porque não ficavam em casa. E os academistas, ainda que se pelem por uma boa troca de galhardetes, gostam pouco de confusões. Ali, à sombra das árvores, é que era. Ali é que “combinaram esperar pelo toque de alvorada”, que é como quem diz a hora do jogo. Às 15h, duas horas antes do arranque da partida, aviaram-se os restos do almoço para dentro da camioneta, deram-se os últimos toques nas bandeiras, em alguns casos beijou-se o cachecol e seguiu-se em cortejo solene até ao palco do duelo. Ditou a distribuição de lugares que ficasse cada um para seu lado. No fim encontrar-se-iam no mesmo sítio e, “se Deus quiser, com a Taça para levar de volta a casa”.
O jogo decidiu-se aos quatro minutos com o único golo da partida, apontado por Marinho, da Académica. Ao intervalo muitos já davam o jogo por terminado. “Se eu mandasse acabava já com isto”, dizia Toni, ex-jogador da Briosa e do Benfica e que ali se mostrou alheio a clubismos. Logo ao lado, Mário Campos, um dos homens fortes que na final de 1969 alinhou pela equipa dos estudantes frente ao ex-colega que nessa época jogava no Benfica. A Académica perdeu, como viria a perder as outras três finais que disputou - duas frente ao Benfica e outra contra o Vitória de Setúbal, “a dolorosa” que acabou com a derrota dos estudantes por 3-2 em morte súbita - mas a vitória, nesse ano, comemorou-se a vermelho e preto. “Eu e o Toni tínhamos jogado juntos na Académica, e nessa final tivemos de alinhar um contra o outro. Nós (AAC) ficámos para trás, mas no fim trocámos as camisolas.
Agora estamos aqui juntos a torcer pela Briosa. Os jogos decidem-se em campo, mas a amizade dura uma vida”. Ouvia-se o apito para a segunda parte e duas filas acima o presidente do Núcleo de Veteranos da AAC/OAF, Frederico Valido, começava a apostar na dificuldade acrescida dos estudantes para segundo tempo: “Agora começa a parte crítica, o Sporting vai responder”. O Sporting não respondeu, ficou a zero no marcador e a Taça regressou a Coimbra em F-R-A, 73 anos depois da primeira vitória da Académica no Jamor. As bancadas vestiram-se de capa e batina e Coimbra despediu-se do Jamor com o encanto de uma vitória especial que recuperou o espírito de 69 com as mensagens dos estudantes. Mário Campos, ex-jogador dos capas negras – “Emocionado com uma vitória depois de tantas frustrações nas finais” – deixou o convite: “Regressamos a Coimbra de autocarro para os festejos e cá estaremos, sempre, a apoiar a nossa Académica”, na vitória e nas derrotas. “Porque a Académica, para quem não sabe, é mais do que um clube. É um estado de espírito”.
Da ala dos veteranos erguia-se a primeira faixa comemorativa: “A Taça já é nossa, agora queremos a réplica”. Do outro lado, a Mancha Negra, respondia: “Já vai a caminho!”
sábado, 19 de maio de 2012
terça-feira, 15 de maio de 2012
ASSALTO AO ARMAZÉM...F
A Académica/OAF vai celebrar a presença na final da Taça de Portugal com uma festa oficial na noite de sábado, dia 19 de Maio, no Cais do Sodré, em Lisboa. Ver +
domingo, 13 de maio de 2012
UF! JÁ ESTÁ!
Pedro Emanuel, treinador da Académica de Coimbra, comentou desta forma a vitória da sua equipa em Guimarães (1-2). Os estudantes evitam a despromoção e poderão vir a disputar a 3ª pré-eliminatória da Liga Europa:
«É o que se costuma dizer, o futebol é um jogo de emoções. Passámos do inferno ao céu várias vezes. O resultado da época é a meu ver justo pelo que fizemos ao longo dela. Queria dar uma palavra de conforto ao Feirense, apesar de saber que serve de pouco nestes momentos. Queria dar os parabéns aos jogadores, à massa adepta, que é exigente, também à minha equipa técnica e por último à direcção que sempre acreditou e apoiou o projecto. Acaba por ser uma época desgastante mas agora é aproveitar a sensação de ficar na primeira liga antes de preparar a final da taça»
O que mudou para conseguir estas duas vitórias? «O que aconteceu foi que tivemos oportunidades e concretizámos, algo que falhou ao longo da época. Desperdiçámos muito ao longo da temporada. Estou sempre preparado para as dificuldades, só quem não sente as derrotas não sente as vitórias. Foi a concretização de uma boa época a nível de trabalho. Foi um ano de enriquecimento»
Como viveu o dia de hoje? «Quando falo de passar do inferno ao céu, tem até a ver com o jogo de hoje. O empate do Vitória e o ascendente deles, bem como empate do Feirense e bola ao poste que tiveram no jogo contra o Gil Vicente, esse foi o nosso momento de inferno. O nosso 2º golo e o tento do Gil é a passagem para outro momento antagónico»
Sobre o balanço da época: «Sinto-me um pouco triste por aquilo que produzimos ao longo da temporada não se ter traduzido em golos e mais pontos, mas estou também alegre pela superação das coisas menos boas»
sábado, 12 de maio de 2012
domingo, 6 de maio de 2012
ENTRE O TUDO E O NADA
COMPANHEIRO DE VIAGEM
É de choro e de riso que se atinge a perfeição universal. Mas se tudo a chorar seria uma monotonia, tudo a rir seria demasiado cansativo. Assim, uma boa distribuição entre lágrimas e gargalhadas acaba por trazer à alma do mundo o equilíbrio da vida.
Quer queiramos ou não, a nossa existência resume-se a uma sucessão de instantes passageiros aprisionados entre o “tudo” que ficou para trás e o “nada” que temos pela frente. Instantes de uma vida que poderá ser comparada a uma viagem de combóio com muitos embarques e desembarques, salpicados de percalços e surpresas agradáveis em algumas estações e profundas tristezas noutras. Entramos nessa viagem ao nascer e acreditamos que os nossos companheiros se manterão sempre connosco nesta viagem. Infelizmente a realidade é outra. Há muitos que, por variadíssimas razões, nos vão deixando órfãos do seu carinho, da sua amizade e da sua companhia que para nós era insubstituível: os nossos pais. No entanto, outros acabam por entrar revelando-se muito especiais e importantes para nós. Há, ainda, aqueles que não sendo nossos irmãos ou amigos, se mostram sempre prontos para ajudar no que for preciso quem precisa. Depois, há aqueles que quando descem deste combóio, deixam uma permanente saudade. Não são como alguns que passam tão despercebidos que nem reparamos no lugar deixado vago. Para esses que nos são tão queridos e especiais, lamentavelmente já não nos poderemos sentar ao seu lado. Sentimos dor mas…não importa. Afinal, esta viagem é feita de desafios, sonhos, fantasias, esperas e despedidas, mas nunca de retornos. Por isso, tratemos de nos relacionar bem com todos, procurando o melhor em cada um. Não esquecer que em algum ponto do trajecto, poderá haver algum que vacile e que precise que o entendamos. Tratemos de tirar o melhor partido possível de tudo o que acontece, mesmo de uma catástrofe. Saber optimizar é pôr-se numa atitude positiva, animando os outros e reagindo bem à adversidade. No fim de tudo isto, o grande mistério é que nunca saberemos em que estação vamos sair, nem, muito menos, onde sairão os nossos companheiros e amigos, nem sequer aquele que está sentado ao nosso lado. Fico a pensar se quando se sai deste combóio, se sente nostalgia. Creio que sim! Acredito que ninguém gostará de se separar dos seus amigos ou filhos com quem se fez a viagem. É sempre doloroso. Mas fica o sentimento da esperança que, em algum momento, chegarei à estação principal e terei a grande emoção de os ver chegar com uma bagagem que não tinham quando embarcaram. Também por isso, esforcemo-nos para que, quando chegar o momento de desembarque, o nosso lugar vazio deixe saudades e belas recordações para todos os que continuam a viagem.
Provavelmente, o nosso amigo Beli, que agora desembarcou desta viagem, vai gostar de saber que todos os que o acompanharam até aqui vão continuar a perpetuar o seu sorriso, a sua maneira de estar, os seus momentos de felicidade, o seu nome e que, esteja onde estiver, o lugar deixado vago já transborda de saudade. Obrigado, Beli!
Até sempre!
[Texto adaptado]
06.Maio.2012
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