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sábado, 10 de dezembro de 2011

FPF TEM NOVO INQUILINO


Fernando Gomes é o novo presidente da Federação Portuguesa de Futebol. O candidato da Lista 2 vence com 46 votos, enquanto Carlos Mata recolhe 36. Há ainda a registar um branco e uma abstenção.

Vítor Pereira conquistou a posição no Conselho de Arbitragem com apenas um voto de vantagem sobre Luís Guilherme. O candidato da lista de Fernando Gomes teve 42 votos, enquanto Luís Guilherme teve 41.

Antes de sábado, quando vai suceder oficialmente a Gilberto Madail, que liderava a FPF desde 1996, Gomes terá de renunciar à presidência da LPFP.

A Lista de Fernando Gomes venceu em todos os níveis.

Mesa da Assembleia Geral - José Luís Arnaut
Conselho de Justiça - Manuel Fernando Serra
Conselho de Disciplina - Herculano Lima
Conselho de Arbitragem - Vítor Pereira
Conselho Fiscal - Ernesto Ferreira da Silva

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

AFINAL...

...parece que as eleições para a AAC-OAF ainda não acabaram. Até se fala em...conciliação?!

quinta-feira, 16 de junho de 2011

NEGADA MEDIDA CAUTELAR


Procedimento cautelar indeferido



Escrito por CP Quinta, 16 Junho 2011 17:16

Ao viabilizar a tomada de posse dos novos corpos gerentes da Briosa, o juiz Paulo Correia, da Vara Mista de Coimbra, considerou que o bloqueio desse acto iria defraudar a vontade dos sócios.
O magistrado judicial invoca que, num universo de perto de 1 900 votantes, José Eduardo Simões foi reeleito líder do clube com uma margem de 370 votos sobre António Maló de Abreu.
A negação de provimento ao procedimento cautelar tendente à inviabilização da reinvestidura de Eduardo Simões foi proferida independentemente do julgamento da denominada acção principal, cujo desfecho ditará se o sufrágio tem carácter definitivo ou se se realizará outro.
A impugnação assenta na circunstância de, alegadamente, ter sido negado o direito de exercício de voto a milhares de sócios da Briosa.
Ao indeferir a medida cautelar preconizada pelo advogado Ricardo Ferreira da Silva, Paulo Correia entendeu que a impugnação devia ter sido feita perante a Mesa da Assembleia Geral e o Conselho Fiscal, pelo que, considera o juiz, caberia a estes órgãos reunirem-se em sessão conjunta e plenária com carácter deliberativo.
Segundo apurou o “Campeão”, o despacho judicial concluiu que a proclamação dos resultados do sufrágio de 07 de Junho, feita pela Comissão Eleitoral (CE), não se trata de uma deliberação de um órgão social da Académica/OAF, razão por que, desse ponto de vista, poderá não ser da competência do Tribunal a análise pedida por um dezena de associados.
Fonte do grupo de impugnadores, divergindo da apreciação do juiz, invoca artigo 172º. do Código Civil, cujo teor confere à Assembleia Geral (AG) competência para tomar todas as deliberações não compreendidas nas atribuições legais ou estatutárias de outros órgãos.
Segundo a mesma fonte, a CE funcionou ao abrigo de uma delegação de competências da AG, razão por que os seus actos são escrutináveis pelo poder judicial.
Segundo o ex-líder do clube José Campos Coroa, que se perfilou para a presidência da Mesa da AG, são perto de 3 400 os associados da Briosa impedidos de exercer o direito de voto por ocasião da recente eleição dos órgãos sociais.
Os novos corpos gerentes do clube foram sufragados, há uma semana, por menos de 2 000 votantes.
Segundo o médico oftalmologista, aqueles 3 400 sócios desfrutam do direito de voto ao terem pagado a quota de Maio.
A CE (formada pelo presidente cessante da Mesa da AG, por outra jurista com assento no mesmo órgão e pelo marido dela, este na qualidade de presidente do Conselho Fiscal) rubricou uma interpretação estatutária ao abrigo da qual só foi conferido direito de voto a quem tinha liquidado as quotas em Abril apesar de o sufrágio se realizar em Junho.
A omissão, em sede de convocatória do acto eleitoral, do local e horário da votação é outra irregularidade invocada pelo ex-presidente do Conselho Fiscal Lucílio Carvalheiro, sendo que tal aspecto foi ignorado pelo presidente cessante da Mesa da AG. Acresce que tal convocatória foi afixada menos de 30 dias antes do sufrágio (efectuado a 07 de Junho).

OPINIÃO DE UM VETERANO

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Mais uma opinião que nos demonstra a falta de elevação e as descaradas insinuações protagonizadas por alguém que nem a ganhar sabe ser respeitador.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

A PETIÇÃO



POLÉMICA EM REDOR DO ACTO ELEITORAL DA SEMANA PASSADA

Eleições da Académica impugnadas em tribunal

Grupo de sócios entregou petição ontem a meio da tarde para anular resultados do escrutínio e impedir tomada de posse dos corpos sociais
Dez associados da Académica/OAF, representados pelo advogado Ricardo Ferreira da Silva, entregaram ontem, muito perto das 16h00, no Tribunal de Coimbra, uma «acção de anulação da deliberação da Comissão Eleitoral» que proclamou os resultados das eleições e, ao mesmo tempo, integram um procedimento cautelar que visa a suspensão» da posse dos novos corpos sociais.
Ao mesmo tempo, os subscritores requerem a anulação de deliberações do presidente da mesa da Assembleia Geral (Paulo Mota Pinto) e da Comissão Eleitoral, «que decidiram não incluir e omitir sócios efectivos» dos cadernos eleitorais, impedindo-os portanto de participar no sufrágio.
Campos Coroa, António Maló de Abreu, Paulo Almeida e Manuel Correia de Oliveira são os “primeiros autores” da acção, a que se juntam – como “segundos autores” – Victor Baptista e Rui Brito Xavier. Como “terceiros autores” surgem Camilo Fernandes, Francisco Cunha Matos e Fernando Santos Costa, enquanto Lucílio Carvalheira é o “quarto autor”. No total, uma dezena de associados da Briosa (seis dos quais integraram a Lista B, derrotada nas eleições da semana passada), que indicam como testemunhas Américo Santos, António Manuel Arnaut, José Manuel Ferreira da Silva, Mário Campos, Luís Santarino, José Rosa Marques, Mário José de Castro, Carlos Gonçalves e Fernando Pompeu.
A Académica/OAF, o presidente da mesa da Assembleia Geral e a Comissão Eleitoral são citados pelos autores do processo entregue em tribunal.
Os requerentes invocam, em favor da sua tese, outras alegadas irregularidades: a não convocação das eleições com uma antecedência mínima de 30 dias («foi publicitada no “site” com 28 dias de antecedência» e apenas 26 dias antes nos jornais) e o facto de o aviso convocatório ser omisso quanto ao local e horário da votação.
Os sócios contestatários invocam ainda o facto de Paulo Mota Pinto ter dificultado o exercício do direito de voto por parte de associados «residentes fora da cidade de Coimbra», ao marcar as eleições para «meio da semana (terça-feira) e não no fim-de-semana (sexta-feira)».
A acção ontem apresentada ao tribunal retoma a argumentação que José Manuel Ferreira da Silva desenvolveu em artigo publicado recentemente no Diário de Coimbra. Com efeito, os requerentes defendem que todos os sócios da Académica maiores de idade, e com pelo menos dois de filiação, deveriam ter sido incluídos nos cadernos eleitorais. E que a quota exigível para poder votar era a de Maio (e não de Abril), podendo o pagamento da mesma ser feita até ao momento da votação. «O presidente da Assembleia Geral e a Comissão eleitoral confundiram ou confundem o direito de voto (…) com a condição necessária para o seu exercício», lê-se no documento. «Uma coisa é o direito de voto e outra a condição para o seu exercício».
Um caso concreto é apresentado: «Victor Baptista e Rui Xavier apesar de terem a quota paga do mês de Maio de 2011 foram impedidos de exercer o direito de voto, por não constarem dos cadernos eleitorais».
A petição alude, também, ao “requerimento público” que Mário Campos e o filho, João Campos, apresentaram a Paulo Mota Pinto através das páginas do Diário de Coimbra, aludindo depois a «centenas, ou melhor milhares» de sócios que não constavam dos cadernos eleitorais e, por isso, ficaram impedidos de votar. Número que, mais adiante, chega a ser definido: «3.046 sócios» que foram «privados do exercício de voto».
Tudo indica que, ainda hoje, o juiz a quem for entregue o processo cite Paulo Mota Pinto e a Académica, mas segundo juristas contactados ontem à noite pelo Diário de Coimbra é pouco provável que seja determinada a suspensão da posse dos corpos gerentes, agendada para amanhã, às 19h30, na Academia Dolce Vita.
Escrito por Mário Martins

segunda-feira, 13 de junho de 2011

RESULTADOS DAS ELEIÇÕES NA AAC-OAF

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Estes quadros apresentam os resultados finais das eleições que ocorreram no passado dia 07.06.2011 para a AAC-OAF. Como possivelmente alguns de nós não se lembrarão de os ir verificar ao sítio oficial do clube, de onde os transcrevi, aqui fica o resumo. No entanto, para os confirmar ou ficar a saber os nomes de todos os elementos eleitos, basta clicar aqui.

OPINIÃO


Eu não tenho pretensões a coisa nenhuma e quando aqui faço qualquer comentário, ou ponho notícia, escolho pela minha cabeça o que devo dizer ou comentar.

Tem sido aqui tema de discussão, as eleições da AAC-OAF, com os resultados que todos sabemos, e que aceitei, de uma forma democrática. Não invalida, no entanto, o que penso, sobre quem está à frente dos destinos da Briosa e a forma como é gerida. Mas é a minha forma de pensar, que poderá estar errada, mas é minha.

Julgo ver, que pessoas muito mais abalizadas do que eu, com muitos mais conhecimentos de Direito do que eu, como uma mediatização, que eu não tenho nem quero ter, que comungam de algumas ideias convergentes com as minhas. Claro que me dói muito ver sempre ligado a isto o nome da AAC-OAF. Que eu dispensaria de aparecer nos media, por estas razões.
Para não me alongar mais, deixo aqui. um site para quem quiser, dar uma vista de olhos, e tirar as suas conclusões ou se inteirar de como há coisas erradas à volta disto tudo.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

O VILÃO QUE SE TORNOU HERÓI


Depois de terminado todo o frenesim em volta do processo eleitoral, há que respeitar a vontade dos sócios da Académica que puderam votar nestas eleições. Essa “maioria” deu uma clara vitória à lista A. Parabéns para todos eles, menos p’ra um. No entanto, e sem querer estar a rebuscar falsos argumentos ou pseudo desculpas, não nos podemos esquecer das situações menos claras e éticas que foram surgindo ao longo de todo este périplo eleitoral. As dificuldades que foram sistematicamente criadas pelo agora ex-presidente da AG foram de uma falta de nível enorme e que em nada condiz com o nome que ostenta. Ficou claro, mais uma vez, e sem surpresa para ninguém que quem detém e controla o poder, tem ao seu dispor todos os mecanismos necessários para alcançar os objectivos desejados. Dizem-nos que sempre foi assim e que de nada valerá encetar uma luta contra esta forma de agir! Dizem-nos, ainda, que se no comando de tamanha “nau”, tivermos alguém tendencialmente “maquiavélico”, então o problema é incomensuravelmente maior do que todos possam pensar. Posta a questão desta maneira, parece que a única forma de algum académico poder vir a almejar a direcção da Académica, é deixar que quem lá está “caia de maduro”. Não! A isso chama-se, entre outras coisas, resignação. Perder umas eleições, mesmo com um défice democrático enorme, não pode significar abandono. O movimento criado à volta do grupo Mais Académica terá, forçosamente, que demonstrar a todos os académicos repito, a todos, que é possível inverter este rumo que se antevê negro e sombrio. Aqui, mesmo em estado de crise, não existe valor material algum que possa comprar os nossos corações e/ou a nossa memória. Por aqui, nunca poderá haver envelopes timbrados e com inscrições “100x50” ou “30x500”. Não! Por aqui terá de passar a lisura de processos, a transparência, a respeitabilidade e, acima de tudo, a honorabilidade que a Académica nos merece. Além de tudo isto, convirá sempre ter em mente, não vá a memória pregar-nos uma partida, que todos aqueles que voltaram a eleger estes corpos sociais sabiam que na sua composição, existia alguém que após apresentação de um recurso, seria confrontado com um pedido de «…prisão efectiva» por parte do Ministério Público. Esta é uma realidade que jamais poderá ser esquecida e/ou escamoteada!

FESTEJOS

Com o escrutínio terminado e os votos contados, houve lugar aos comentários de ambos os candidatos. Não querendo esmiuçar tudo o que foi dito, apenas se regista o facto de o candidato da lista B ter cumprimentado quem ganhou «…a Lista A e o seu presidente», para depois afirmar, quando questionado se já tinha dado os parabéns a Eduardo Simões, responder «Não o conheço». Esta afirmação, embora possa ser considerada reprovável, entende-se perfeitamente. O candidato da lista B Maló de Abreu, que realizou uma campanha eleitoral pela positiva, foi alvo de calúnias absolutamente infames. Quem quiser fazer uma pequena retrospectiva sobre as afirmações de um e outro candidato, depressa constata, onde morou a malvadez, a calúnia e a intriga.
Quanto ao candidato da lista A agora eleito, há a registar uma frase profundamente lamentável. Quando afirma «…há duas pessoas inequivocamente derrotadas por uma tentativa de assalto ao poder na Académica com objectivos pessoais, políticos ou partidários…» está a caluniar de forma gratuita essas mesmas pessoas, esquecendo-se que com estas tomadas de posição arrasta, mais uma vez, o nome da Académica para a lama. Afinal, quando se esperava um discurso motivador e aglutinador em torno daqueles que gostam da Académica, ouvimos um discurso divisionista, crispado e até digno de um suposto ditador. O exemplo disso está nas afirmações que fez à comunicação social «…tem 48h para apresentar desculpas públicas e publicadas» ou «…tem que se demitir». Para quem tem “às costas” um processo judicial por todos conhecido, estas palavras levam-nos a pensar até onde é que este tipo de postura poderá levar a Académica. Ninguém sabe! Como se isto não bastasse, os festejos de vitória (perfeitamente legítimos) prosseguiram na sua sede de candidatura, com alguns dos seus apoiantes a ostentar um bolo em que se podia ler «J.E.S. 2 MALÓ 0». Inqualificável! Se dúvidas havia quanto à estrutura moral e ética deste candidato e seus apoiantes, elas ficaram completamente desfeitas com este tipo de acções. Afinal, ao olhar de muitos, o suposto vilão, tinha virado herói.

Para os que acreditavam na mudança e digerida que está a terrível “azia” que assolou todos aqueles que convictamente pretendiam uma Académica diferente, resta ficar atento, muito atento ao desenrolar dos acontecimentos e ao cumprimento das promessas anunciadas. Por isso, estamos em crer que já na próxima época se atingirá as competições europeias, e que depois se poderá aspirar à discussão do campeonato e, se tudo isto se confirmar, poderemos assistir também à “fuga dos ratos”, face ao consumado naufrágio. Deste modo, com ou sem impugnação do acto eleitoral, com ou sem providências cautelares, o que todos querem mesmo é que mais tarde ou mais cedo, apareça uma nova Académica, capaz de ter a força aglutinadora suficiente para transmitir às gerações vindouras todos os valores e ideais que em si mesma encerra.

Aqui fica a citação de uma figura da história que viria a ser coroado como imperador de Roma e que define o que ocorreu neste acto eleitoral:
«Normalmente os homens preocupam-se mais com aquilo que não podem ver do que com aquilo que podem», Júlio César.

Viva a Académica!

[Dr. Kanelada]
09.06.2011

quarta-feira, 8 de junho de 2011

"COMEMORAÇÃO"

Ontem, quando faziam a comemoração da vitória da lista A, o candidato e seus apaniguados, "banquetearam-se" com um bolo com os seguintes dizeres:
JES-2 -MALÓ-0.
Por aqui se vê a jaez deste tipo de gente que ficará três anos (estarão?) à frente dos destinos da AAC-OAF.
Que falta de nível.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

MAIS ELEIÇÕES NA AAC-OAF


Caros Krommus:
Estamos a 24h de exercer, uma vez MAIS o nosso direito de voto para as eleições da nossa querida Académica.
Todos devemos ter consciência do que queremos MAIS para esta secular Associação.
Temos passado momentos conturbados, em termos desportivos e de outro género.
MAIS consciência de cada um para o fim a que todos nos propomos: MAIS E O MELHOR PARA A AAC-OAF. Ao fim e ao cabo é este sentimento que a todos nos une.
Ninguém quer MAIS a Académica a perder!
Todos queremos uma Briosa que nos aglutine ainda MAIS, nos faça sair do Estádio com MAIS um sorriso nos lábios, que apareça MAIS nos media pelas melhores razões, enfim, tudo de bom para ela e para todos nós.
Todos temos como pensamento que é MAIS um momento crucial na vida da Académica.
Todos somos poucos para ajudarmos MAIS, como pudermos, para que se possa e deva mudar algo que foi feito de menos bom, qualquer que seja a lista vencedora.
Apraz-me registar que esta campanha fez aglutinar muito MAIS gente; gente capaz que vem trazer MAIS-valias e contributos, talvez impensáveis até há pouco tempo.
Mas todos temos o dever de lá ir colocar, MAIS uma vez, o nosso voto! Só assim teremos alguma legitimidade para contrariarmos o que não esteja bem.
VOTA EM CONSCIÊNCIA!
VOTA PELA ACADÉMICA!
MAIS um abraço Krommático

PÉROLAS NO...FACEBOOK


Ricardo Roque
O candidato Simões acaba de enviar um sms com uma interrogação " Lista B põe em risco futebol profissional?". Não perde pela resposta: O único risco visível para a Académica é ter um presidente que aos 55 meses de prisão a que foi condenado, com suspensão da execução da pena, possa ter que cumprir prisão efectiva (como defende o Ministério Público no recurso que apresentou). Há maior risco que este?

ELEIÇÕES LEGISLATIVAS 2011

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Vendaval laranja varreu o país. Embora não tenha chegado à maioria absoluta, o povo que votou decidiu-se claramente em apoiar o PSD. Os grandes derrotados acabam por ser o PS e o BE que, para desgosto meu, acabaria por perder o deputado por Coimbra José Manuel Pureza.

O FILME QUE NINGUÉM QUER VER


Vamos todos evitar que este filme possa vir a ser uma realidade.

sábado, 4 de junho de 2011

ACADÉMICA DIZ NÃO À INDIGÊNCIA INTELECTUAL

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Afirma o recandidato e protagonista da lista A às eleições da AAC-OAF em declarações ao jornal Record que o Dr. Maló de Abreu (a quem se refere como sendo "ele"/a falta de educação dá nisto) «...está no reino da fantasia», apelidando-o de «megalómano». Assim, porque existem muitas pessoas que já estão saturadas das suas atoardas, convém lembrar o seguinte:

1 - Quando diz que "ele" ...«Promete um fundo de jogadores de milhões de euros», afirmando que esta medida é desastrosa, o que dizer do senhor quando em 03.12.2004 ao jornal O Despertar afirmou que «A criação de um fundo de investimento dedicado à aquisição de alguns jogadores prioritários...»;

2- Quando afirma que "ele" «...tem várias maneiras de levar o clube à falência», o que dizer do senhor quando em 02.01.2008 ao jornal O Jogo, afirmou «O grande sonho é o novo estádio» . Será que esta não era a melhor e mais emblemática forma de levar o clube para o "charco", uma vez que, segundo os entendidos, o clube já se encontra em falência técnica?;

3 - Quando deixa transparecer que um dos grandes objectivos é «Ficar nos oito primeiros lugares da Liga...», pergunta-se o que é que o senhor andou a fazer estes anos, uma vez que em 06.12.2004 no jornal As Beiras, afirmou «É possível chegar já esta época a uma classificação europeia». Pelos vistos, andou distraído com outros "negócios".;

4 - Também afirma que «...quer igualar o recorde de 14 épocas consecutivas na 1ª divisão...». Caro senhor, nesta andança de bater recordes, o senhor é o "number one"! É, visto que mais nenhum presidente desta secular Instituição conseguiu com que o nome da Académica saísse vezes sem conta em tudo o que foi e é órgão de comunicação social nacional e estrangeira, pelas péssimas razões. Como vê, em questão de recordes, ninguém lhe passa ou passará a perna.

Para terminar e em jeito de rodapé, o senhor em 27.01.2005 ao jornal C. das Províncias disse «Queremos chegar aos 30 000 sócios». Que tristeza nos dá ver tanta demagogia. Entretanto, o paradoxo desta afirmação, é ver que em Junho de 2011, apenas cerca de 3 500 sócios poderão exercer o seu direito de voto. Afinal o senhor engenheiro é que viveu e vive num reino fantasioso. Este é, até ver, o "seu reino" que tem tanto de faz de conta como de maquiavélico e onde se sente intocável. Mas, a mudança é possível! Portanto, chega de fazer dos outros parvos e indigentes intelectuais. Os sócios e as pessoas que gostam da Académica, têm que perceber de uma vez por todas que a Académica merece mais, muito mais.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

PÉROLAS NO...FACEBOOK


AS PROMESSAS E SONHOS DE UM DEMAGOGO


Pérolas do Candidato Simões 10
: “Quero implementar que cada atleta sénior se responsabilizasse por outro da formação (…) e lhe explicasse o que é ser profissional”, in O Jogo, 02-01-2008

Pérolas do Candidato Simões 9: “Temos um conjunto de receitas certas, permanentes, que nos dão segurança, que será estável ao longo dos próximos anos e o que nós podemos fazer é continuar este caminho, de forma a contrariar as despesas e manter uma equipa muito competitiva”, in Despertar, 03-12-2004

Pérolas do Candidato Simões 8: “Precisamos de proceder à criação de uma Fundação em que todos os bens imobiliários possam ser concentrados para que não haja tentações de hipotecas e de venda desses activos”, in Despertar, 03-12-2004.

Pérolas do Candidato Simões 7: “Considero estratégico criar aquilo que seria o Museu do desporto de Coimbra, que seria uno, pois incluiria tudo o que está na AAC, nomeadamente a Taça de Portugal conquistada em 1939, todos os troféus e todo o historial que existe na OAF”, in Despertar, 03-12-2004,
“É minha intenção criar o Museu do Desporto Académico de Coimbra, reunindo no mesmo local todos os troféus que andam por aí espalhados e se possam relembrar nele os principais feitos, figuras, eventos e conquistas desde a fundação da Académica”, in As Beiras, 03-12-2004.

Pérolas do Candidato Simões 6: “ Com a minha direcção, a Académica passou a ser um clube viável e com as contas cristalinas”, in Diário as Beiras, 06-12-2004.

Pérolas do Candidato Simões 5: “O grande sonho é o novo estádio”, in O Jogo de 02-01-2008

Pérolas do Candidato Simões 4: “O objectivo é dotar o pavilhão Jorge Anjinho de outras valências e conforto, passando a infra-estrutura a usufruir de habitações (estúdios), escritórios e serviços”, in Diário de Coimbra de 23-04-2005

Pérolas do Candidato Simões 3: Queremos chegar aos 30.000 sócios”, in Campeão das Províncias, 27-01-2005.

Pérolas do Candidato Simões 2: “É possível chegar já esta época a uma classificação europeia” in As Beiras, 06-12-2004

Pérolas do Candidato Simões 1: “Temos de criar uma sociedade que seja capaz de substituir a Académica em algo que a Académica não consegue fazer, que é adquirir activos; essa sociedade pode ter o nome de Académica Investimentos e Participações Sociais”, in Diário de Coimbra, 05-11-2004
“A criação de um fundo de investimento dedicado à aquisição de alguns jogadores prioritários que possam ser uma mais-valia para o clube é para nós uma prioridade muito forte que queremos implementar a curto prazo”, in Despertar, 03-12-2004.
Fernando Pompeu

Para os menos esclarecidos e para todos aqueles que consideram e classificam a ambição do candidato Dr. Maló de Abreu como desmedida e até ilusória, aqui ficam algumas "tiradas" do senhor Eng. Simões, para avivar a memória de alguns pseudo esquecidos. Não falem do que não sabem! A Académica merece respeito!

quinta-feira, 2 de junho de 2011

REQUERIMENTO PÚBLICO


Exmo. Senhor Presidente
da Mesa da Assembleia Geral
da AAC/OAF,
MÁRIO CAMPOS e JOÃO CAMPOS, ex-atletas e sócios n.os 238 e 956, residentes em Rua Gil Vicente, n.o 93, Coimbra, vêm publicamente expor e requerer o seguinte:
Temos presente o entendimento jurídico constante do artigo publicado no Diário de Coimbra em 27 de Maio de 2011, da autoria do Dr. Ferreira da Silva, intitulado “A quota a exigir é a de Maio de 2011”. Continue a ler...

quarta-feira, 1 de junho de 2011

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INCOMPETÊNCIA E MEDIOCRIDADE

Caros amigos

Vamos falar de competência. Uma das divisas da "outra lista".
Vamos a isso. Peço-vos a gentileza de registarem:

1 - A Académica está há 10 anos seguidos na 1ª Liga profissional. É a grande bandeira do actual Presidente. Analisem este trajecto no mínimo "brilhante".
2 - Em 10 anos, ficámos 2 vezes em 15º lugar; 4 vezes em 14º lugar; 3 vezes em 13º lugar;em 2 anos evitámos a descida à 2ª liga na última jornada, e a depender de resultados de terceiros. Em 10 anos, obtivemos um 7º lugar.
A isto chama-se incompetência. A isto chama-se mediocridade.

Querem outro exemplo de incompetência. Vamos a isso.

Peço-vos a gentileza de registarem:

1 - Na época completa do Manuel Machado (2006/07), fizemos 26 pontos, com o maior orçamento de toda a história da Académica.Com 16 estrangeiros das mais variadas nacionalidades no plantel (quase 70% do total) salvamo-nos da descida a 3 jornadas do fim do campeonato. Se considerarmos só as despesas fixas com o plantel cada 1 dos 26 pontos custou cerca de €150 mil. A isto chama-se incompetência. A isto chama-se irresponsabilidade.

Mais. Registem por favor:

Pensam que a época de 2006/07 serviu de emenda ao actual Presidente? Desenganem-se.

1- Em 2007/08, com praticamente o mesmo orçamento, desmantelou o plantel anterior, e fez o "milagre" de reduzir o nº de estrangeiros de 16 para 15.
A classificação, foi a mesma de 2006/07. Medíocre.
A isto chama-se incompetência. A isto chama-se irresponsabilidade.

Sabem quem está a pagar esta incúria, este desleixo, este desmazelo?
Todos nós. A Académica.

Dia 7 de Junho, vamos acertar as contas com este Presidente. Assim todos o queiramos. Mobilizemo-nos. Arregacemos as mangas.
Deixem-me utilizar uma frase tão cara para Mendes Silva:
"MÃOS À OBRA".
António Luís Ferrão

terça-feira, 31 de maio de 2011

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VERGONHOSO

«Vergonhosa ninguém da Lista A ir dar pessoalmente os pêsames ao Dr. Avidago e restante família. São estas pessoas que vão concorrer às eleições. Se calhar não sabem o passado de mais de 40 anos de ligação da família Avidago à causa. Os sócios dia 7 expressarão a vontade, através do voto na lista Mais Académica que nunca confundiria a morte de um familiar de um adversário com uma luta eleitoral. A nossa briosa está moribunda meus senhores e acudam rápido, caso contrário, seremos todos responsáveis pela sua morte.»
Camilo Fernandes