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domingo, 26 de agosto de 2012

O "Q.B." NÃO BASTOU


 

2ª JORNADA 
AAC-OAF 1 – 1 SCO 
24/Agosto/2012 

Enfim, … Mais um jogo menos bom por parte da Briosa frente ao líder do campeonato ao início desta 2ª jornada. Desta feita, frente a um adversário que jogou para o empate, o veio a conseguir. Nos primeiros 6 minutos de jogo observou-se um a Académica de alguma qualidade tendo até criado duas oportunidades de golo, uma por Edinho, que acabou por não acertar na bola quando saiu isolado frente a Ricardo. E outra por Marinho, que também ficou isolado diante do guardião dos algarvios e este acabou por defender a bola na direcção da cabeça de Salim Cissé, que em ângulo apertado acabou por cabecear à malha lateral da baliza. Depois disso, parecia um jogo totalmente diferente. Ambas as equipas até ao final da primeira parte proporcionaram um mau espectáculo de futebol, dando quase para adormecer. Ao contrário da primeira parte, a segunda foi totalmente diferente, pois viu-se uma Académica mais atacante, e um Olhanense a manter a estratégia do empate. Foi então que ao minuto 53’ Edinho coloca a Briosa em vantagem no marcador, vantagem esta que era merecida, apesar de o jogo não estar a ser muito bom. Passados quinze minutos David Silva empatava a partida para a equipa algarvia com um golo pode-se dizer injusto, pois quando a Briosa estava no melhor momento e tinha total comando do jogo, acabaria por cometer um erro defensivo e o Olhanense acabaria por aproveitar. Após o golo do empate a Briosa voltou a cair no jogo, acordando apenas nos minutos de compensação mas o resultado estava feito. 

O melhor da Briosa: Rodrigo Galo, um jogador recém-entrado no plantel, adaptou-se muito bem ao esquema de jogo e, quer a nível ofensivo quer a nível defensivo, voltou a fazer uma boa exibição, demonstrando garra, vontade de sair a jogar e ESPIRITO ACADÉMICO. Como já disse, este foi um jogo menos bom por parte da Briosa, mas é certo que fez o suficiente para ganhar os três pontos, mas isso não sucedeu. Por agora, resta-nos esperar pelo jogo frente ao Rio Ave e conseguir assim a primeira vitória do campeonato.  

[Dr. Obirapitanga]

terça-feira, 21 de agosto de 2012

A RE(VIRA)VOLTA DE EDINHO



1ª JORNADA 
 SCBM 3 – 3 AAC-OAF 
20/Agosto/2012 

Realmente a justiça no futebol é algo que não existe. Num jogo em que as expectativas depositadas na equipa da Académica eram altas, devido à boa exibição diante dos dragões na Supertaça, o que viria a suceder, seria precisamente o oposto. Assim, desde o apito inicial dado por Jorge Sousa, que a Briosa não estava bem. Foi então que ao minuto 7’ toda a estratégia montada por Pedro Emanuel começou a “ir por água abaixo”, pelo facto de João Real cometer uma grande penalidade e ser expulso. Estava feito o 1 – 0. A partir desse momento e com um homem a menos, foi o descalabro total por parte da equipa da Académica. A comunicação era inexistente quer entre sectores, quer entre os diversos jogadores. A atitude e a garra também foram peças que faltaram, mas o que verdadeiramente faltou, foi o Espírito Académico! O Beira-Mar aproveitou toda esta desorientação e a fechar a primeira parte e a abrir a segunda, Abel Camará acabaria por bisar na partida colocando o resultado em 3 – 0. Um dos seus golos poderá vir a ser (seguramente) o golo da jornada e provavelmente um dos melhores golos de toda a temporada. Entretanto, a má exibição continuou … até que Salim Cissé, durante o tão famoso minuto 69’ entre os academistas, reduziu a desvantagem para dois golos. Foi como um balde de água fria no sentido positivo, pois este fez acordar a Briosa para a recuperação, rumo ao empate. Já nos dez minutos finais, Edinho que não figurou no onze inicial, entrou aos 58’ minutos e aos 81’ e 87’ fez dois golos e fixou o resultado final em 3 – 3.

O Melhor da Briosa: Edinho substituiu ao minuto 58’ Cleyton, lutou, nunca desistiu e mostrou uma atitude mais forte que toda a equipa. Entrou, bisou, e mais uma vez “safou” a nossa Briosa! Claramente uma aposta ganha. Apesar do empate, este jogo demonstrou entre outros aspectos, que não possuímos uma equipa consistente mas que acordou a 20
minutos do fim e, chamem-lhe sorte ou não, conseguiu chegar ao empate. 

[Dr. Obirapitanga] 
(Enviado por e-mail)

domingo, 3 de julho de 2011

OPINIÃO





Não é censura, é outra coisa

Tudo em seis meses: novo presidente, novo governo, nova maioria e ("zoom" para, sucessivamente, grande plano, plano aproximado e "close up") novo director do "Expresso" e novo Estatuto Editorial cujo ponto 7 reza: "O 'Expresso' sabe, também, que em casos muito excepcionais, há notícias que mereciam ser publicadas em lugar de destaque, mas que não devem ser referidas, não por auto-censura ou censura interna, mas porque a sua divulgação seria eventualmente nociva ao interesse nacional. O jornal reserva-se (...) o direito de definir, caso a caso, a aplicação deste critério."
Chegou, pois, a altura de um jornal declarar, sem rebuço, que não publicará notícias "que mereciam ser publicadas em lugar de destaque" se entender que a sua divulgação pode "eventualmente" ser "nociva ao interesse nacional". O jornal ponderará, caso a caso, o "interesse nacional" das notícias, mas algo fica, desde já, claro: para esse jornal, a verdade factual deixou de ter por si só, mesmo dentro da lei, "interesse nacional"; e mais: o jornal passará a substituir-se ao poder político e a definir o que é, ou não, de "interesse nacional", podendo decidir não dar a conhecer verdades se as achar inconvenientes ou inoportunas. A bem da Nação.
Se ainda havia algum pudor, deixou de haver: um jornal assume às claras que se rege por critérios de oportunidade (políticos por excelência) e não exclusivamente por critérios jornalísticos.
28.06.2011

quarta-feira, 22 de junho de 2011

terça-feira, 22 de março de 2011

A MORTE DE UM COMUNICADOR


Artur Agostinho

1920 - 2011

Nasceu em 25/12/1920 e tem uma longa carreira em diversas áreas da Comunicação Social. Começou, em 1938, na Rádio Luso e passou pela Voz de Lisboa, Clube Radiofónico de Portugal, Rádio Peninsular, Rádio Clube Português, Rádio Renascença e, por último pela Emissora Nacional onde se fixou na área desportiva, marcando presença em numerosas competições europeias e mundiais de futebol e hóquei em patins e nos Jogos Olímpicos de Helsínquia, Roma e Tóquio. Como jornalista, colaborou em “A Bola” e “Record”, de que foi director e onde mantém uma coluna de opinião. Escreveu para “O País”, “Tribuna”, “Norte Desportivo” e “Mundo Português” do Rio de Janeiro.

Participou nos filmes “Capas Negras”, “Leão da Estrela”, “Sonhar é fácil”, “Cantiga da Rua”, “Encontro com a Vida”, “Dois dias no Paraíso”, “Tarzan do 5º esquerdo” e na produção luso-brasileira “Fado”. Na RTP, apresentou e produziu programas dos mais variados géneros e, na SIC e TVI, foi intérprete de novelas e séries. Viveu 6 anos no Brasil onde colaborou na Rádio Globo, fundou o semanário “Portugal Esportivo” e escreveu dois livros. Posteriormente, publicou “Ficheiros Indiscretos” (memórias) e os romances “Abutres”, “Ninguém morre duas vezes” e “Bela, riquíssima e, além disso, viúva”. Fundou e dirigiu, durante 52 anos, a Agência de Publicidade “Sonarte” e é membro do Grupo Stromp. Às numerosas distinções e Prémios de Carreira que lhe têm sido atribuídos, acrescentou em 2010, ao completar 90 anos, o “Globo de Ouro / Mérito e Excelência, instituído pela SIC e pela “Caras” e a Comenda da Ordem Militar de Santiago da Espada, atribuída pelo Presidente da República, Cavaco Silva.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

OPINIÃO


Observando a Académica

A Académica possui uma boa ideia de jogo (4x3x3 em jogo apoiado) mas tem, no onze, um problema de base para a aplicar: os avançados são muito mais rápidos do que os médios. Ou seja, meio-campo e ataque têm diferentes velocidades que condicionam a sua ligação. É algo que resulta das características dos jogadores. Nuno Coelho (pivot), Diogo e Hugo Morais (interiores) são estruturalmente mais lentos do que os avançados, Sougou (velocista), Diogo Valente e Miguel Fidalgo, todos mais rápidos.
Assim, quando os médios saem a jogar curto desde trás (quase sempre partindo dum bloco médio-baixo) os avançados arrancam logo nos espaços e, com esses esticões, (sobretudo dados pelos extremos) pedem um jogo…diferente, mais em profundidade. Por isso, quando joga Éder, nº9 mais posicional a jogar de costas para a baliza, é quando o jogo apoiado se expressa melhor, pois tem um avançado mais capaz de segurar a bola e esperar a chegada dos médios. Nos jogos fora, com mais espaço, este problema não se coloca tanto, mas retira-lhe capacidade de posse ofensiva.

Luís Freitas Lobo

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

O TRIO DA DISCÓRDIA



Este trio, ou será que é duo, de ataque, da discórdia e da maledicência acabou de nos presentear com mais um dos seus empolgantes (?) espectáculos televisivos.

domingo, 26 de setembro de 2010

PALAVRAS PARA QUÊ?


Rui Santos
Bastidores do Tempo Extra da SIC Notícias

Escolhe os pivôs, escolhe as perguntas que lhe são feitas, muda o cenário quando quer, usa óculos Prada de armação especial, veste Versace, usa sapatos Hugo Boss, muda de relógio consoante o fato que veste, corta o cabelo uma vez por mês na Lúcia Piloto (em Lisboa) e, exige uma almofada na cadeira para parecer mais alto aos espectadores da TV.
Recebe á volta de 1000 e-mails por semana, que diz ler todos. Diz não ter clube e ser apenas do contra. Gaba-se de ter imensos contactos no estrangeiro e de ter fontes em lugares-chave de que ninguém suspeita. Arranjou 7.500 assinaturas que entregou na Assembleia da República, pela "verdade desportiva", que ficou "esquecida" assim que o campeonato foi entregue, em bandeja de ouro, ao Benfica.

Sobre treinadores portugueses tem a seguinte opinião:

Jorge Jesus - É um dos treinadores mais competentes na descodificação táctica do jogo' 15 valores.
André Villas-Boas - Tem o ADN de um treinador. É provavelmente tão bom quanto o Mourinho' 13,5 valores.
Paulo Sérgio - Ainda não tem a dimensão para o Sporting. Devia estar noutros emblemas' 9,5 valores.
Paulo Bento - É um produto da Comunicação Social. Ainda não tem currículo para a Selecção' 10 valores.

P. S. - De onde se extrai esta coisa curiosa: JJ percebe de táctica e recebe 15 valores. - André Villas-Boas é provavelmente tão bom quanto Mourinho e recebe 13,5 valores.
Resumindo: para o personagem em questão, JJ é melhor que André Villas-Boas e melhor que Mourinho. Incoerência? Não! Pura sabujice.

Foi expulso do A Bolha por, segundo ele afirma, criticar o Benfica e em especial Luís Filipe Vieira. Mas, continua a defender o Benfica hostilizando e denegrindo todos os outros clubes' Caso para dizer: quanto mais me bates...Tem 50 anos e já foi agredido á saída dos estúdios de uma TV. Está na TV por cabo mas exige passar para a TV generalista onde, segundo ele, com toda a modéstia do mundo afirma: dou 10-0 em audiências a qualquer um.
Já adivinharam com certeza de quem se trata.
É esse mesmo: o anão marreco do Tempo Extra da CHIC Notícias. Rui Santos, o moço de recados do Benfica.
Informação extraída da revista Sábado.

domingo, 12 de setembro de 2010

RUGIDO DE LEÃO



Vejam bem como é que estes senhores defendem os seus pontos de vista. O tema de debate era o "Caso Queiroz" e as opiniões eram bem distintas entre os dois intervenientes do programa "Prolongamento" da TVI. Indignado por Fernando Seara não lhe dar a palavra, Eduardo Barroso soltou um berro que deixou o presidente da Câmara Municipal de Sintra de boca aberta.Isto, é Portugal no seu melhor.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

PONTAPÉ DE SAÍDA

Hoje, ao ver este programa, que diga-se de passagem, é muito bom, comparativamente com outros, em que só se ouvem "peixeiradas", onde aparecem pessoas que analisam e mostram as várias vertentes de um jogo de futebol, queria deixar aqui o meu apreço ao Carlos Carvalhal e ao Luís de Freitas Lobo, como, de uma forma entendível, nos explicam as nuances de uma equipa durante uma partida.
Mas como "não há bela sem senão", tenho que deixar aqui o meu reparo, por só se falar das equipas chamadas "grandes". No entanto, houve uma coisa que me chamou a atenção que foi o "destaque" de L. Freitas Lobo em relação a este ponto do programa: ele falou de Diogo Melo fazendo-lhe as melhores referências e dando a entender que é um jogador de futuro e admirando-se de ter estado na segunda Liga sem terem reparado nele.
Ora Diogo Melo é jogador da ACADÉMICA!
Tenho algum receio que este "opinion leader" nesta matéria, não venha alertar os algozes, para o virem buscar.
Não sei qual o contrato que ele tem com a Briosa, mas talvez seja oportuno rever algo que o possa segurar, para que não fiquemos sem uma pedra basilar da nossa equipa, a meio de um campeonato.
Gostei do que ouvi, porque é nosso jogador.
Não gostei porque há alguém que fala, para alertar outros.
Por favor, se só querem falar de nós para isto, então prefiro que não falem.
Deixem Jorge Costa trabalhar esta equipa, que está montada, e não nos prejudiquem com chamadas de atenção para este ou aquele jogador. Temos tanto direito como os outros em pensarmos noutros voos, mas é preciso que tenhamos algum sossego e não aconteçam episódios como os do ano passado, com AVB.
Académica, MUITA ATENÇÃO!

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

A POLÉMICA DE SARAMAGO


A propósito da mais recente polémica instalada, em que José Saramago contesta os escritos da Bíblia, dizendo que ela é um "manual de maus costumes", referindo-se a passagens nela inscrita de verdadeiras carnificinas e incestos, leiam o texto que Vasco Pulido Valente escreveu no jornal Público e depois, leiam a "resposta" de Daniel Oliveira. Vale a pena.

domingo, 26 de julho de 2009

COMENTADORES





Ao navegar pelo meio bloguístico, encontrei esta pérola onde se podem ouvir os comentadores SIC José Augusto Marques e Jorge Baptista em amena cavaqueira ou “corte & costura”, como quiserem, enquanto vão entrando algumas e alguns “notáveis” do Benfica para cantar a nova música “Sou Benfica” durante a apresentação da equipa do SLB aos sócios, no Estádio da Luz.
Estes senhores, profissionais do meio, esqueceram-se que as “putas das caixas da tanga” como o José A. Marques disse, não davam para desligar os microfones. Pensaram que estariam em “off the record” (como o outro há uns anos atrás) mas não, desta vez muito boa gente acabou por ouvir aquilo que nunca se deve dizer num momento como este.
A propósito deste incidente, o Jorge Baptista já veio a público, penitenciar-se e apresentar desculpas aos visados, pelo sucedido.