
AG ACABA TARDE E COM POLÉMICA
4ª SESSÃO CONVOCADA PARA O EFEITO
O presidente da Assembleia Geral da Académica, Paulo Mota Pinto, adiou a conclusão da votação da alteração dos Estatutos do clube, porque ficaram por aprovar os últimos quatro artigos, devido a divergências entre os associados.
A polémica "rebentou" já de madrugada, quando se chegou ao artigo 67º, que previa a criação de secções amadoras no seio da Académica de Coimbra/Organismo Autónomo de Futebol.
Um sócio (Miguel Portugal Presidente da DG-AAC) ainda propôs que se acrescentasse ao artigo "no âmbito da Federação Portuguesa de Futebol", para que se evitasse a criação de outras modalidades que poderiam colidir com as da "casa-mãe", a Associação Académica de Coimbra.
A discussão foi bastante acesa, com argumentações contrárias e contraditórias, criando-se um ambiente hostil, principalmente com duas intervenções antagónicas: a do presidente da AAC, Miguel Portugal, a criticar a ambiguidade do artigo e a do presidente da AAC/OAF, José Eduardo Simões, a defendê-lo, pois tratava-se de uma proposta da sua direcção.
Dado o adiantado da hora (ultrapassou o limite previsto, bem depois da 1 hora) e por proposta de um associado, aquele artigo não foi votado, tal como os três últimos dos novos Estatutos, o que vai obrigar Paulo Mota Pinto à marcação de nova Assembleia Geral extraordinária, para quinta-feira.
Esta foi a quarta sessão convocada para o efeito, uma vez que nas duas primeiras apenas foram votados e aprovados 40 dos 70 artigos dos novos estatutos do clube, enquanto a terceira, a 19 de Março, nem se chegou a realizar, por falta de quórum.
Entretanto, convém dizer que o que vem escrito num dos jornais desta cidade, dizendo que os sócios finalizaram votação dos estatutos, não corresponde à verdade. O Diário de Coimbra, preferiu destacar a remuneração dos elementos da direcção.
texto do Record
foto de osexoeacidade