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sábado, 15 de setembro de 2012
O INÍCIO
domingo, 9 de setembro de 2012
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
quarta-feira, 11 de julho de 2012
domingo, 1 de julho de 2012
A TODO O GÁS
Por este andar vão aparecer muitas pessoas que voltarão a usar os candeeiros a petróleo e a usar as brasas para cozinharem e se aquecerem. Com todas estas medidas, este governo continua a ignorar as pessoas e prossegue com o seu "programa" baseado no filme "O Regresso ao Passado" mas com outros protagonistas. Isto vai dar mau resultado.
terça-feira, 1 de maio de 2012
quinta-feira, 26 de abril de 2012
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
PATRIOTA DA TRETA

Soares dos Santos muda participação na Jerónimo Martins para a Holanda
Os 56% que a família Soares dos Santos detém na Jerónimo Martins, dona da marca Pingo Doce, passaram a ser controlados indirectamente, através de uma sociedade com sede na Holanda. A operação deverá estar relacionada com o agravamento da tributação fiscal.
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
domingo, 3 de julho de 2011
sábado, 2 de julho de 2011
IDEOLOGIAS PERIGOSAS

Tem-se falado muito no facto de ter desaparecido o Ministério da Cultura (retrocesso lamentável) mas, e o que dizer relativamente ao Ministério do Trabalho? É verdade, esta é a primeira vez desde o 25 de Abril de 1974 que não há um Ministério do Trabalho. É uma opção de base ideológica perigosa e sintomática do pensamento da direita.
Se o nosso quadro normativo-social – e consequente necessidade de concertação numa área tão fulcral – sempre justificaram um Ministério do Trabalho, nos tempos que correm parece mentira a inclusão da pasta numa misturada. Não é mentira, é verdade, é mau, é consequência de um pensamento político e é perigoso.
Salazar sempre recusou um Ministério do Trabalho (que existira na I República), por isso criou o subsecretariado de Estado das Corporações, depois Ministério das Corporações e Previdência Social.
Marcelo Caetano, esse perigoso liberal, criou no Ministério das Corporações uma subsecretaria de Estado do Trabalho.
O 25 de Abril de 1974 mudou o nome do Ministério das Corporações para Ministério do Trabalho.
Cavaco Silva, com uma aversão salazarenta ao Trabalho, mudou-lhe o nome para Ministério do Emprego e Segurança Social. Deixou de haver oficialmente trabalhadores, que passaram a ser designados empregados.
A. Guterres restabeleceu o Ministério do Trabalho e Segurança Social e reconheceu a existência dos trabalhadores.
Passos Coelho tirou da cartola uma solução ainda não experimentada: não só aboliu de novo a palavra Trabalho, como fez desaparecer o ministério em causa, cujas atribuições dissolveu no Ministério da Economia e Emprego. Desta forma, a "senhora" Segurança Social, divorciada do pérfido Trabalho, fica agora consorciada (já é permitida a união de entidades do mesmo sexo) com a "senhora" Solidariedade, muito católica e virtuosa.
Se o nosso quadro normativo-social – e consequente necessidade de concertação numa área tão fulcral – sempre justificaram um Ministério do Trabalho, nos tempos que correm parece mentira a inclusão da pasta numa misturada. Não é mentira, é verdade, é mau, é consequência de um pensamento político e é perigoso.
Salazar sempre recusou um Ministério do Trabalho (que existira na I República), por isso criou o subsecretariado de Estado das Corporações, depois Ministério das Corporações e Previdência Social.
Marcelo Caetano, esse perigoso liberal, criou no Ministério das Corporações uma subsecretaria de Estado do Trabalho.
O 25 de Abril de 1974 mudou o nome do Ministério das Corporações para Ministério do Trabalho.
Cavaco Silva, com uma aversão salazarenta ao Trabalho, mudou-lhe o nome para Ministério do Emprego e Segurança Social. Deixou de haver oficialmente trabalhadores, que passaram a ser designados empregados.
A. Guterres restabeleceu o Ministério do Trabalho e Segurança Social e reconheceu a existência dos trabalhadores.
Passos Coelho tirou da cartola uma solução ainda não experimentada: não só aboliu de novo a palavra Trabalho, como fez desaparecer o ministério em causa, cujas atribuições dissolveu no Ministério da Economia e Emprego. Desta forma, a "senhora" Segurança Social, divorciada do pérfido Trabalho, fica agora consorciada (já é permitida a união de entidades do mesmo sexo) com a "senhora" Solidariedade, muito católica e virtuosa.
sexta-feira, 1 de julho de 2011
AUSTERIDADE


Quer Pedro Passos Coelho quer Eduardo Catroga, já tinham previsto no programa eleitoral do PSD, cortar uma fatia considerável do subsídio de Natal.terça-feira, 21 de junho de 2011
PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

A eleição de Assunção Esteves para presidente da Assembleia da República foi saudada por todos os partidos como um momento histórico, por ser a primeiro vez que uma mulher chega ao segundo mais alto cargo da hierarquia do Estado. Do lado dos partidos da oposição, a vitória de Assunção Esteves foi também louvada em termos que frisavam as diferenças entre a candidata eleita hoje e Fernando Nobre, o candidato duas vezes derrotado ontem.
TOMADA DE POSSE XIX GOVERNO CONSTITUCIONAL

Nascido para Mandar
Os homens dividem-se, na vida prática, em três categorias - os que nasceram para mandar, os que nasceram para obedecer, e os que não nasceram nem para uma coisa nem para outra. Estes últimos julgam sempre que nasceram para mandar; julgam-no mesmo mais frequentemente que os que efectivamente nasceram para o mando.O característico principal do homem que nasceu para mandar é que sabe mandar em si mesmo.
O característico distintivo do homem que nasceu para obedecer é que sabe mandar só nos outros, sabendo obedecer também. O homem que não nasceu nem para uma coisa nem para outra distingue-se por saber mandar nos outros mas não saber obedecer.
O homem que nasceu para mandar é o homem que impõe deveres a si mesmo. O homem que nasceu para obedecer é incapaz de se impor deveres, mas é capaz de executar os deveres que lhe são impostos (seja por superiores, seja por fórmulas sociais), e de transmitir aos outros a sua obediência; manda, não porque mande, mas porque é um transmissor de obediência. O homem que não nasceu nem para mandar nem para obedecer sabe só mandar, mas como nem manda por índole nem por transmissão de obediência, só é obedecido por qualquer circunstância externa - o cargo que exerce, a posição social que ocupa, a fortuna que tem...
Fernando Pessoa, in 'Teoria e Prática do Comércio'
domingo, 19 de junho de 2011
NOVO GOVERNO
Primeiro Ministro - Pedro Passos Coelho
Ministro Negócios Estrangeiros - Paulo Portas
Ministro das Finanças - Vítor Gaspar
Ministro da Economia - Álvaro Santos Pereira
Ministro da Educação - Nuno Crato
Ministro da Saúde - Paulo Macedo
Ministro da Segurança Social - Pedro Mota Soares
Ministro da Agricultura, Ambiente e Território - Assunção Cristas
Ministro da Defesa - Aguiar Branco
Ministro da Justiça - Paula Teixeira da Cruz
Ministro da Administração Interna - Miguel Macedo
Ministro dos Assuntos Parlamentares - Miguel Relvas
Secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros - Marques Guedes
Secretário de Estado adjunto do PM - Carlos Moedas
domingo, 15 de maio de 2011
A DAMA DE NEGRO

Depois de vermos aquela espectacular foto captada durante uma sessão de esclarecimento, é bom poder ter a "Dama de Negro" perdão, a Dr.ª Gabriela Ventura, de volta novamente. Até há agricultores que já afirmaram que esta ousadia e arrojo, só estão ao alcance de muito pouco(a)s.
quinta-feira, 21 de abril de 2011
SERÁ QUE HÁ ALTERNATIVA?
O "vendaval" ocorrido no seio dos sociais-democratas, motivado pelo convite/promessa levado a cabo por Passos Coelho a Fernando Nobre para ocupar o lugar de Presidente da Assembleia da República, também originou a renúncia de António Capucho (este sim um forte candidato a este lugar) para ocupar o lugar de vice ao ponto de escrever uma carta aos líderes concelhios do partido e à própria câmara de Cascais. Toda esta trapalhada, acaba de levar o PS a subir nas intenções de voto o que, goste-se ou não, significa que a alternativa não é muito fiável.
domingo, 17 de abril de 2011
PROMESSAS
Pedro Passos Coelho teve uma reunião com José Sócrates que foi depois tornada pública por Silva Pereira.
O líder do PSD queixou-se que a reunião foi combinada ser mantida em segredo. Referiu ainda que o acordo não tinha decorrido nos moldes em que foi revelado pelo ministro da Presidência. Fez uma promessa: nunca mais reunia a sós com José Sócrates.
Quando da apresentação do PEC, Pedro Passos Coelho e Miguel Relvas disseram que o líder do PSD teve conhecimento das medidas através de um telefonema do primeiro-ministro.
Soube-se agora que, afinal, foi num encontro pessoal.
Conclusão: Pedro Passos Coelho faltou à verdade e quebrou uma promessa. O que não lhe fica bem.
É uma história estranha mais ainda quando o líder do PSD já manifestou desconfiança em relação a José Sócrates. Não há candura nem ingenuidade que possa explicar como "voltou a cair na ratoeira".
Acrescente-se a tudo isto que neste puzzle há peças que ainda faltam e outras que parecem não encaixar para dar um Primeiro Ministro.
O líder do PSD queixou-se que a reunião foi combinada ser mantida em segredo. Referiu ainda que o acordo não tinha decorrido nos moldes em que foi revelado pelo ministro da Presidência. Fez uma promessa: nunca mais reunia a sós com José Sócrates.
Quando da apresentação do PEC, Pedro Passos Coelho e Miguel Relvas disseram que o líder do PSD teve conhecimento das medidas através de um telefonema do primeiro-ministro.
Soube-se agora que, afinal, foi num encontro pessoal.
Conclusão: Pedro Passos Coelho faltou à verdade e quebrou uma promessa. O que não lhe fica bem.
É uma história estranha mais ainda quando o líder do PSD já manifestou desconfiança em relação a José Sócrates. Não há candura nem ingenuidade que possa explicar como "voltou a cair na ratoeira".
quinta-feira, 14 de abril de 2011
AGRICULTORES EM ALTA
A Dr.ª Gabriela Ventura, gestora do programa PRODER (Programa de Desenvolvimento Rural) do Ministério da Agricultura, numa sessão pública de esclarecimento. Será que está a falar acerca da limpeza das bermas da estrada e das florestas, agora que a época dos incêndios está a chegar? Não sabemos! No entanto, parece-nos que faltou muito pouco para que os agricultores pudessem ter ficado muito mais "esclarecidos".
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