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segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

REFORÇOS II

Não percebo (ainda hoje) porque é que as relações com os "espanhóis" foram reatadas. Muito menos percebo porque raio é que foram "contratar" o marroquino Faouzi, se o referido relacionamento (visto pelos adeptos) continua da forma que podemos aqui constatar. Para esses detentores da "verdade desportiva", o caso N'Dinga já devia estar encerrado e enterrado, dizendo mesmo que a Académica desceu porque não foi melhor no campo. Eu acrescento que não lhe chegou (porventura) não ser melhor no campo assim como também não o foi na secretaria. Já todos se esqueceram das palavras de A.O. ao afirmar que tinha assistido à "maior fraude do futebol português"? Para mim será impossível esquecer o jogo miserável que SCB e VG praticaram. Haja memória!

domingo, 3 de julho de 2011

OPINIÃO





Não é censura, é outra coisa

Tudo em seis meses: novo presidente, novo governo, nova maioria e ("zoom" para, sucessivamente, grande plano, plano aproximado e "close up") novo director do "Expresso" e novo Estatuto Editorial cujo ponto 7 reza: "O 'Expresso' sabe, também, que em casos muito excepcionais, há notícias que mereciam ser publicadas em lugar de destaque, mas que não devem ser referidas, não por auto-censura ou censura interna, mas porque a sua divulgação seria eventualmente nociva ao interesse nacional. O jornal reserva-se (...) o direito de definir, caso a caso, a aplicação deste critério."
Chegou, pois, a altura de um jornal declarar, sem rebuço, que não publicará notícias "que mereciam ser publicadas em lugar de destaque" se entender que a sua divulgação pode "eventualmente" ser "nociva ao interesse nacional". O jornal ponderará, caso a caso, o "interesse nacional" das notícias, mas algo fica, desde já, claro: para esse jornal, a verdade factual deixou de ter por si só, mesmo dentro da lei, "interesse nacional"; e mais: o jornal passará a substituir-se ao poder político e a definir o que é, ou não, de "interesse nacional", podendo decidir não dar a conhecer verdades se as achar inconvenientes ou inoportunas. A bem da Nação.
Se ainda havia algum pudor, deixou de haver: um jornal assume às claras que se rege por critérios de oportunidade (políticos por excelência) e não exclusivamente por critérios jornalísticos.
28.06.2011

sábado, 2 de julho de 2011

domingo, 19 de junho de 2011

ONZENEIROS

*MANCOS

Quando alguém resolve abrir as portas de sua casa ao “mundo”, não está livre de lhe aparecer uns quantos desconhecidos mal-educados dispostos a conspurcar a sua sala de visitas. É assim na vida real e um tanto pior no mediático mundo internauta, que nos tem mostrado uma infinidade de outras realidades. Dentro desta perspectiva, podemos afirmar que partilhar um espaço que é nosso com alguém que não conhecemos, não é uma tarefa fácil. Estes desconhecidos, que passo a partir de agora a designar por “MANCOS”, estão para a blogosfera, como o joio está para o trigo. Significa isto que todo aquele que possuir um blogue ou site com comentários abertos terá, mais tarde ou mais cedo, que lidar com um elemento destes. Há até quem os considere como uma bombinha de mau cheiro da Internet. É portanto necessário erradicá-los ou pelo menos não lhes facultar a entrada. De facto, não podemos facilitar pois os “MANCOS” estão sempre à espreita para poder desferir os seus encapotados ataques. Assim, permitir-lhes que isso aconteça, é o mesmo que estar a alimentar a sua vontade onzeneira. A este propósito, podemos até dizer que se não formos capazes de cortar ou mesmo arrancar pela raiz esta erva daninha, pelo menos não a devemos regar. Desta forma, acabará por secar, ou seja, aplica-se uma velha expressão que resumidamente nos diz: “Don’t feed the MANCOS”.
Se esta pode ser uma análise com que muitos estarão de acordo, haverá outros seguidores que não deixarão de perguntar onde mora a liberdade de expressão ou ainda se esta actuação não pode ser interpretada como um acto de censura. Poderia ser uma discussão interessante mas não estamos aqui para discutir deveres, direitos e liberdades dos despudorados internautas e, convenhamos, censura é uma palavra muito forte para qualquer povo cuja memória colectiva está marcada por tempos de ditadura durante os quais não existia liberdade para expressar opiniões. Por isso, e porque a discussão que se pretende não é essa, seria fastidiosa a sua abordagem. O que realmente se quer discutir, é a forma de actuação dos elementos do “MANCOS”. Verificamos, então, que a acção destes elementos que se escondem no anonimato é essencialmente psicológica. Os seus ataques visam gerar reacção. E, para que isso aconteça, são lançadas observações de índole duvidosa que colocam em causa a personalidade, o carácter, a coerência e consistência do ou dos administradores do espaço. No entanto, há críticas que devidamente sustentadas e certeiras, se mostram algo dolorosas para o criticado. Quando isso se verifica, há que reflectir e pensar que tudo isso faz parte da vida. Crescer implica sofrimento e, tudo junto, transforma-se em experiência. Mas o que verdadeiramente estes elementos do “MANCOS” pretendem é desviar toda a atenção dos administradores do blogue e até dos restantes visitantes, para si mesmos. No entanto, se os privarmos disso, criaremos um sentimento de frustração que jamais admitirão sob outra forma que não seja lançando ainda mais insultos ou ataques. Para eles, o que afirmam ser um acto de censura, não deixa de ser para o administrador do blogue apenas um simples acto de gestão daquele seu espaço. É que estes “MANCOS” não conseguem perceber que nem tudo o que lhes vai na alma pode ser dito. Tem de haver restrições e regras a cumprir. Porque quem gravita anonimamente em torno destes espaços, além de demonstrar uma falta de coragem enorme em assumir quem na realidade são, também nos mostram que sofrem de uma completa ausência de discernimento intelectual.
Para estes parasitas, podemos aplicar a velha máxima utilizada pela excelente actriz já falecida Ivone Silva que nos dizia: “…com um vestido preto, nunca me comprometo!
É de facto assim que estes “MANCOS” se comportam. Para eles, a assunção das suas opiniões perante os outros, é algo pouco motivador. Sendo protagonistas obsessivos, constroem o seu ego no obscurantismo da sua identidade.
Além destes miseráveis trauliteiros há que contar ainda com os “caps lôcku”, ou seja, a variante dos “MANCOS” que escreve sempre em maiúsculas. Confesso que a designação não é minha mas concordo em absoluto. Estes idiotas sofrem de uma maleita que um web-psicanalista podia designar como “Psicose das Maiúsculas”. Um dia destes, não se admirem se virem uma frase do género: “Aumente a dimensão das suas ideias com o nosso teclado exclusivamente caps lock!
De volta aos ataques dos velozes e “corajosos” desconhecidos, nada melhor que, como atrás se disse, barrar-lhes a entrada ou simplesmente ignorá-los. No entanto, também temos que olhar para quem de forma correcta pretende usar o espaço e expor as suas ideias. Então, o que fazer para evitar que estes “nódoas” apareçam? Pensamos que relativamente aos “MANCOS”, a melhor atitude, é negar-lhes o que mais querem porque se assim não for, estamos permanentemente a dar-lhes cobertura. Não nos podemos esquecer que este tipo de ataques rasteiros, face à ausência de resposta do alvo em causa, pode motivar outros leitores ou visitantes a fazê-lo e se isso suceder, todo o empenho e esforço de contenção contra estes subscritores do “MANCOS”, terá sido em vão. Nesta linha de pensamento, este tipo de trauliteiros, não podem usar o nosso espaço para se promoverem publicamente. Mesmo assim e face a esta tomada de posição, ainda há quem questione: Então, se essa solução é tão eficaz, porque é que não há mais gente a aplicá-la? A resposta é simples: Porque do outro lado existe alguém que possui consciência democrática!
Refira-se, ainda, que esta agressividade gratuita dos elementos do “MANCOS” tem provocado diversos comentários de vários jornais e que fazemos questão de transcrever. Assim, o colunista Connie Schultz do jornal Cleveland Plain Dealer, critica ferozmente a prática dos sites jornalísticos de permitir comentários anónimos, e escreveu num artigo online em Março que: "…talvez seja optimismo tolo da minha parte, mas gosto de acreditar que um dia admitiremos - para nós mesmos e diante do público - que permitir que as pessoas se ocultem no anonimato não fez bem ao nosso sector, à nossa cultura e ao nosso país". Já o The New York Times reportou que diversos veículos noticiosos, entre os quais ele mesmo e o Washington Post, estavam a reconsiderar a abordagem adoptada quanto a comentários de leitores anónimos. A ideia é que os usuários sejam forçados a assumir maior responsabilidade pelo que dizem e prevenir alguns dos comentários mais insultuosos que surgem online.
Face a tudo isto, será desejável que estes locais se tornem espaços limpos, arejados e bem frequentados, sem estarmos sujeitos aos idiotas de serviço que reclamam periodicamente ser alvos de “censura”, quando na realidade o que se passa é defender a liberdade de todos os que demonstram manter uma postura correcta.
Assim, e em última análise, caberá aos diversos administradores dos blogues e sites, usar o seu bom senso e ir gerindo o “apetite” desmedido de um qualquer elemento dos “MANCOS” que possa aparecer ao virar de uma esquina…cibernética.

[Dr. Kanelada]
19.06.2011

*Movimento dos Anónimos Compulsivos e Outros Seguidores

quinta-feira, 16 de junho de 2011

OPINIÃO DE UM VETERANO

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Mais uma opinião que nos demonstra a falta de elevação e as descaradas insinuações protagonizadas por alguém que nem a ganhar sabe ser respeitador.

terça-feira, 14 de junho de 2011

PALAVRA DE PROFESSOR


«Esta Académica não tem futuro!»


O grande Maló para os apaixonados da Académica. Professor João Maló de Abreu para milhares de alunos da Universidade de Coimbra. Senhor comendador para quem esteve atento e soube que no último 10 de Junho, Dia de Portugal, recebeu do Presidente da República Aníbal Cavaco Silva o título de Grande Oficial da Ordem de Instrução Pública.

O antigo guarda-redes abriu o coração para falar do actual momento da sua Briosa, para explicar porque não vai a um estádio há 30 anos - «dei por mim de pé a chamar nomes ao árbitro, aos adversários, aos nossos jogadores e pensei: Eu? Não, nunca mais!» - e também da Académica, que perdeu alguma da sua alma.

Voz respeitada em Coimbra, figura maior do futebol da Académica. E também da Academia, evidentemente. Mas vamos à paixão pelo futebol. Sim, pode ter esfriado um pouco mas não morreu.

«Não vejo futuro na Académica porque há questões que são inultrapassáveis. Presentemente não há estudantes a jogar na Briosa e um gajo [assim mesmo...] que tire um curso, onde vai arranjar emprego? Há pouco dizia-lhe que antes vínhamos para Coimbra para mudar de vida. Dei a imagem dos nossos pais, que tinham uma enxada para ganhar o pão nosso de cada dia e nós... nós pensávamos que estudando os iríamos ajudar. Hoje, um homem licencia-se e a Académica não tem nada para oferecer. Um curso não dá perspectivas de trabalho e, por isso, o recrutamento tem vindo a ser cada vez mais difícil», diz.

Inevitabilidade dos novos tempos? Não, isso também não. Não basta pôr as culpas na modernidade: «Não há estímulos das Direcções da Académica. Talvez estejam numa camisa de 11 varas, mas perde-se a identificação com a cidade... Devagarinho. Isto é um plano inclinado, mas só a descer... Não vejo solução! Os dirigentes, na sua utopia, deixam morrer uma coisa linda. Não estou contra ninguém, não apoio ninguém nem deixo de apoiar, não meto veneno a ninguém. Posso não ter grande simpatia pelo presidente actual, mas isto não tem solução. O que sei é que a imagem que passam de que este Organismo Autónomo é a continuação da velha Académica é pura mentira.» Leia a reportagem completa na edição impressa de A BOLA.

Por Luís Filipe Simões

segunda-feira, 13 de junho de 2011

OPINIÃO


Eu não tenho pretensões a coisa nenhuma e quando aqui faço qualquer comentário, ou ponho notícia, escolho pela minha cabeça o que devo dizer ou comentar.

Tem sido aqui tema de discussão, as eleições da AAC-OAF, com os resultados que todos sabemos, e que aceitei, de uma forma democrática. Não invalida, no entanto, o que penso, sobre quem está à frente dos destinos da Briosa e a forma como é gerida. Mas é a minha forma de pensar, que poderá estar errada, mas é minha.

Julgo ver, que pessoas muito mais abalizadas do que eu, com muitos mais conhecimentos de Direito do que eu, como uma mediatização, que eu não tenho nem quero ter, que comungam de algumas ideias convergentes com as minhas. Claro que me dói muito ver sempre ligado a isto o nome da AAC-OAF. Que eu dispensaria de aparecer nos media, por estas razões.
Para não me alongar mais, deixo aqui. um site para quem quiser, dar uma vista de olhos, e tirar as suas conclusões ou se inteirar de como há coisas erradas à volta disto tudo.

sábado, 4 de junho de 2011

ACADÉMICA DIZ NÃO À INDIGÊNCIA INTELECTUAL

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Afirma o recandidato e protagonista da lista A às eleições da AAC-OAF em declarações ao jornal Record que o Dr. Maló de Abreu (a quem se refere como sendo "ele"/a falta de educação dá nisto) «...está no reino da fantasia», apelidando-o de «megalómano». Assim, porque existem muitas pessoas que já estão saturadas das suas atoardas, convém lembrar o seguinte:

1 - Quando diz que "ele" ...«Promete um fundo de jogadores de milhões de euros», afirmando que esta medida é desastrosa, o que dizer do senhor quando em 03.12.2004 ao jornal O Despertar afirmou que «A criação de um fundo de investimento dedicado à aquisição de alguns jogadores prioritários...»;

2- Quando afirma que "ele" «...tem várias maneiras de levar o clube à falência», o que dizer do senhor quando em 02.01.2008 ao jornal O Jogo, afirmou «O grande sonho é o novo estádio» . Será que esta não era a melhor e mais emblemática forma de levar o clube para o "charco", uma vez que, segundo os entendidos, o clube já se encontra em falência técnica?;

3 - Quando deixa transparecer que um dos grandes objectivos é «Ficar nos oito primeiros lugares da Liga...», pergunta-se o que é que o senhor andou a fazer estes anos, uma vez que em 06.12.2004 no jornal As Beiras, afirmou «É possível chegar já esta época a uma classificação europeia». Pelos vistos, andou distraído com outros "negócios".;

4 - Também afirma que «...quer igualar o recorde de 14 épocas consecutivas na 1ª divisão...». Caro senhor, nesta andança de bater recordes, o senhor é o "number one"! É, visto que mais nenhum presidente desta secular Instituição conseguiu com que o nome da Académica saísse vezes sem conta em tudo o que foi e é órgão de comunicação social nacional e estrangeira, pelas péssimas razões. Como vê, em questão de recordes, ninguém lhe passa ou passará a perna.

Para terminar e em jeito de rodapé, o senhor em 27.01.2005 ao jornal C. das Províncias disse «Queremos chegar aos 30 000 sócios». Que tristeza nos dá ver tanta demagogia. Entretanto, o paradoxo desta afirmação, é ver que em Junho de 2011, apenas cerca de 3 500 sócios poderão exercer o seu direito de voto. Afinal o senhor engenheiro é que viveu e vive num reino fantasioso. Este é, até ver, o "seu reino" que tem tanto de faz de conta como de maquiavélico e onde se sente intocável. Mas, a mudança é possível! Portanto, chega de fazer dos outros parvos e indigentes intelectuais. Os sócios e as pessoas que gostam da Académica, têm que perceber de uma vez por todas que a Académica merece mais, muito mais.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

OPINIÃO COM ROSTO


Em 25 de Abril de 1974, conseguiu-se obter uma mudança de políticas que nos deu a todos, a democracia, a liberdade de pensamento, a liberdade de expressão e a liberdade de escolha que nos permite hoje definirmos e podermos, sem sermos perseguidos como até aí, escolher coisas de que estávamos proibidos.
Tenho como livro de cabeceira, e como forma de estar actualizado, (pois as coisas estão como nessa altura!), “As Farpas” de Eça e Ramalho. E é sempre um livro de consulta, pois escrever o que lhes ia na alma, numa altura daquelas, não era fácil. No entanto estes dois Homens nunca deixaram de postar em todas as suas crónicas, os respectivos nomes, sem medos de que pudessem ser molestados.
Ora, para mim, tem sido um guia, pois tudo o que escrevo tem implícito a minha responsabilidade, a minha assinatura ou simplesmente o meu nome.
Não sei porque têm as pessoas receio de assumirem o que dizem, sem se esconderem atrás de um “anónimo”.
Já repararam que todos podemos ter esse nome?
Quando nasci foi-me dado um, o qual muito respeito! Claro que podia ser como tantos e escolher esse vazio de identidade, mas seria confundido com outros o que não me satisfaz nada. Mas, os meus Queridos Pais registaram-me com o nome de Vladimiro e é esse porque sou conhecido.
Nunca fui pessoa de “nim’s”! Ou sim ou não! Tipo “rolha” sem querer assumir os meus pensamentos com medo de algo, não contem comigo.
Há pouco tempo recebi um email com uma crónica do conceituado Prof. Amadeu Carvalho Homem, em que ele explicita o porquê de ir votar em branco nas próximas legislativas. É, de alguma forma, um artigo contundente, da forma como trata os deputados com assento na Assembleia da República. No entanto, arroga, não deixando de o assinar.
Felizmente hoje, independentemente de estar certo ou não, todos têm opinião, e não vai mal ao mundo se estivermos completamente enganados; mas não deixa de ser a nossa opinião!
Por outro lado, só os burros não mudam. Mas como nós, seres pensantes, não o somos, podemos a qualquer momento alterar as nossas opiniões, os nossos pensamentos e até fazermos uma “mea culpa”, perante o que escrevemos, porque se está mais exposto. Não se trata de sermos ridículos, mas mostra bem a nossa inteligência quando o fazemos.
Não estou com isto a criticar ninguém, mas sim a mostrar a minha opinião perante quem escreve ou assina como “anónimo”.
São, TAMBÉM, dignos de respeito, até porque, às vezes, é mais uma questão de pouco à vontade, do que qualquer outra coisa.
Mas reservo-me é o direito de EU não responder a esse tipo de pessoas (?).
Isto não é para levantar polémica ou celeuma à roda deste assunto. É simplesmente a minha forma de pensar e estar na vida, não tendo medo de que a censura venha atrás de mim. Porque essa, ao que sei, acabou!

Vladimiro




terça-feira, 24 de maio de 2011

OS ESCLARECIDOS


Quando a falta de argumentos dá lugar à demagogia

No passado dia 18 de Maio de 2011, o vereador do desporto da CMC Sr. Luís Providência, deu uma entrevista ao Diário As Beiras, manifestando o seu amor à Académica e consequente apoio incondicional ao projecto liderado por Maló de Abreu, tendo em vista as eleições do próximo dia 7 de Junho de 2011. Nada de mais se passaria, se um grupo de apoiantes da pessoa que domina a outra candidatura, não fizesse questão de tentar criar e alimentar uma autêntica “peixeirada”, sobre o que foi dito pelo Sr. Luís Providência na referida entrevista. É verdade! Passados cinco dias, não fossem as reacções a quente pregar alguma partida indesejada, surge uma espécie de comunicado a que chamam esclarecimento, com um único intuito; “desancar” no homem que, até àquele momento, apenas tinha emitido a sua livre opinião sobre um assunto que lhe diz respeito, uma vez que é sócio de pleno direito. Assim, os “esclarecidos” vêm dizer que o senhor LP desrespeitou o cargo autárquico e pior do que isso, foi “…intrometer-se na disputa eleitoral de uma agremiação da cidade.” Perante tamanho argumento, ficámos todos a saber que nenhum sócio, adepto e/ou simpatizante pode manifestar apoio ou repúdio por qualquer lista ou candidato, pois pode ser acusado de intromissão naquilo que não lhes diz respeito. Depois, como se não bastasse, falam em agremiação (?). Estarão a falar de algum clube elitista de bairro? Ou estão mesmo a referir-se à Instituição secular que tem por nome AAC? No ponto seguinte, trazem consigo a voz do povo (mais uns) para se escudarem no seu argumento. Dizem eles que é “gato escondido com rabo de fora”. Afirmam que “…ninguém acredita que se o Senhor Vereador fosse um simples cidadão anónimo,…,tivesse direito a honras de uma entrevista de quase uma página….” Segundo se pode ler na referida entrevista, o jornalista começa precisamente por nos dizer que “O Vereador do Desporto…despe a pele de autarca e assume o amor à Académica….” Mais transparência é impossível. A não ser que se tenha o dom da ubiquidade e possa estar a dar uma entrevista como cidadão num lado e como vereador noutro. Ficou-se a saber também que para estes “esclarecidos”, os jornalistas não podem conceder entrevistas de quase uma página ou mais, a um cidadão anónimo. Como “eles” dizem, ninguém acreditaria. Ainda a este propósito, convém não ter a memória curta ou mesmo a ausência dela, para nos lembrarmos de que o Sr. Simões foi Director do Urbanismo da CMC (PSD) e ao mesmo tempo dirigente da vossa agremiação, minha Instituição. Pergunta-se então qual foi a pele que este vestiu na tomada das suas posições? A de autarca ou a de dirigente desportivo? Será que neste já acreditam? Acredito que sim! É o nosso (vosso), é o melhor! Dizem. No seguimento da análise à “polémica” entrevista, os “esclarecidos” vêm reclamar a falta de autoridade e competência ao senhor LP, face às afirmações que, no fundo, estão na génese desta malvada “urticária” e que apanhou muitos desprevenidos. Disse o senhor LP que “Acredito, com honestidade, que não pode haver um sócio lúcido, equilibrado e ponderado e, principalmente, amando a Académica, que possa alimentar a ideia de que a actual direcção se deve voltar a apresentar a votos.” Nem mais! Só que para estes “esclarecidos”, aquilo que o senhor LP está a fazer, é desqualificar os sócios que eventualmente irão votar na lista que defendem. É esta a interpretação que mais lhes interessa. Mas, o que realmente se passa é que este senhor LP, já foi dirigente da AAC-OAF, chegando a fazer parte do elenco directivo do actual presidente, vindo posteriormente a ser dispensado, certamente porque discordava de algumas decisões.
Este é que é o verdadeiro problema que estes “esclarecidos” e outros que não assinaram esta espécie de comunicado (porventura, para não se comprometerem) sabem mas não querem dizer. Ninguém com uma opinião deste tipo pretende desqualificar ninguém, ou quantificar o que se deu ou não à Académica, pretende-se isso sim clarificar e por a nu, a falta de vergonha e falta de sentido democrático, para poder aceitar o direito à diferença. Ainda dentro do âmbito da vontade desmedida de querer denegrir a imagem do actual vereador, afirmam que o mesmo, se serviu da sua posição enquanto autarca, para fazer publicidade a uma das listas e seria pertinente que os cidadãos se interrogassem sobre uma tomada de posição do executivo camarário face à entrevista e ainda que o “…silêncio indiciará a concordância tácita com esta posição assumida por um dos seus vereadores.” Perante estas afirmações, custa acreditar que, passados trinta e sete anos sobre o 25 de Abril de 1974, haja pessoas ávidas e sôfregas a apelar ao que podemos chamar de “linchamento psicológico”. É inacreditável! Como é que se pode governar um país, uma região ou uma cidade, onde a opinião de cada um está susceptível de ser amordaçada ou desrespeitada?
Depois de ler a espécie de comunicado emitido pelos “esclarecidos” subscritores, chego à conclusão de que o senhor Luís Providência tem toda a razão. Andam por aí muitos amantes da Académica, que ainda não perceberam qual é a verdadeira estratégia do actual presidente da AAC-OAF. Parece que ainda não viram ou não querem ver o modo e a forma como alicia as pessoas e depois as descarta a seu belo prazer. Parece que todo o enxovalho por que passou o nome da Académica, não aconteceu. Parece que perderam completamente a memória. E tudo isto pasme-se, motivado por uma entrevista dada por um cidadão amante da Académica e que profissionalmente está a exercer funções como vereador na CMC. Não há dúvidas de que à falta de argumentos credíveis e sustentados, a demagogia é a arma mais fácil de usar e manipular.

[Dr. Kanelada]
23.05.2011

sexta-feira, 20 de maio de 2011

O SUBLINHADOR IMPLACÁVEL

Há dias, ao desfolhar o “calinas” cá da urbe, fomos confrontados com a extensa entrevista do actual presidente da AAC-OAF que, entre outros assuntos, chamava à atenção para o facto de haver candidatos a dirigentes que “…não vão ao estádio” ou “…não vão ver um único jogo da Académica”. Mas, o que me surpreendeu, de facto, foi ter visto que parte dessa notícia estava sublinhada, como que a dizer: “…ponham aqui os olhos” ou mesmo “…muito bem, tem toda a razão, eu também nunca vi por lá nenhum candidato a assistir aos jogos, etc…” Provavelmente, a pessoa que tomou uma atitude destas, deve ser alguém com graves problemas de afirmação pessoal e, mais do que isso, deve ser uma pessoa que não tem a coragem necessária para expressar a sua opinião, precisando, para isso de se refugiar na ponta de uma caneta. É claro que, estas e outras atitudes do género desta são privilégio dos pérfidos e, só um aleivoso com mau íntimo é que pode cometer um acto destes. Para este tipo de pessoas, a memória só conta (e muito) para o que mais lhes agradar. Isto é tanto verdade, como é o facto de eu e muitas outras pessoas que gostam realmente da Académica, nunca termos visto o actual presidente em qualquer manifestação académica, fosse ela um jogo de futebol, fosse uma assembleia de sócios, ou mesmo um qualquer outro evento social, de há oito anos a esta parte. Se não vejamos, por onde andava o tão zeloso e académico presidente em Maio de 2002? É que ninguém o viu dentro ou fora do estádio a comemorar a vitória sobre a Naval e a consequente subida da Académica à primeira divisão. Mais, onde estava este fervoroso “amante” da Académica, quando fomos jogar a Celorico da Beira? Que se saiba, ninguém o viu por lá. E o curioso é que não há notícias sublinhadas que atestem estes factos. Ou será que o “Sublinhador Implacável” só começou a “atacar” agora? Hummm, não me parece! Curioso, também, é que ainda não vi nenhuma notícia que tivesse sido alvo do misterioso “Sublinhador Implacável” que diga respeito à condenação, do actual e pouco académico presidente, por parte do tribunal por alegados actos de corrupção. Porque será? Esquecimento? Ou não há mesmo interesse em falar do assunto? Enfim! Provavelmente, muitas mais notícias irão aparecer sublinhadas. A falta de coragem para se afirmar a isso o obriga mas, o último sublinhado, nunca será ele a fazê-lo. Será a história e a memória de todos aqueles que realmente gostam, amam e reclamam por MAIS ACADÉMICA!

[Dr. Kanelada]
20.Maio.2011

sexta-feira, 13 de maio de 2011

BATOTEIROS

Afinal Portas só tinha duques

Por volta do 10º minuto do debate entre Portas e Sócrates da passada segunda-feira, o líder do CDS/PP, depois de levar Sócrates a afirmar que a dívida portuguesa crescera menos que a de outros países europeus, sacou da cartola um gráfico, exibindo-lho, eufórico, e aos queridos telespectadores: "Apanhei-te!". E os comentadores do costume logo festejaram por tudo quanto é jornal e TV: "Vitória a Portas por KO técnico!"
A crer no gráfico de Portas (que, se não foi retirado, pode ser visto na sua página no Facebook), entre 2005 e 2011, anos de Governo PS, Portugal terá sido o país da UE onde a dívida mais cresceu em percentagem do PIB. Estava ali, no gráfico mágico, com números e tudo; e gráficos e números não mentem!
Mas, afinal, mentem. Para pôr o seu gráfico mentir, Portas usou o velho truque estalinista de retocar a fotografia, retirando dela os países cuja dívida tinha crescido mais do que a portuguesa (Irlanda, Grécia, Reino Unido e Letónia). Depois, para a coisa ficar um pouco mais negra, ainda falsificou os rácios da dívida sobre o PIB, aumentando cirurgicamente o de Portugal de 27,2 para 30,2% e, para que o fosso para Espanha e França ficasse maior, diminuindo os destes países de 26,7 para 17,7% e de 20,5 para 15,2%.
Azar de Portas: o "Jornal de Negócios" pagou para ver, verificou os números e lá se foi o "bluff". Com Sócrates com jogo tão fraco, só Portas se lembraria de fazer batota!
in JN

segunda-feira, 9 de maio de 2011

MEMÓRIA

Com um novo acto eleitoral à porta, convirá avivar a memória dos sócios e candidatos, lembrando que existem situações que nunca poderão ser esquecidas ou adulteradas. A título de exemplo, é sempre bom lembrar que a Académica não foi à final da Taça de Portugal, época 2010/2011, porque foi eliminada pelo "clube espanhol" que em 1988 nos atirou para a segunda divisão, ou seja, o mesmo clube que em Julho de 2007, viria a ser convidado pelo Sr. José Eduardo Simões para disputar um jogo "amigável" de preparação na Tocha e depois, participar e saborear uma "sardinhada", com a intenção de "enterrar" simbolicamente o famoso "Caso N'Dinga". Este acto, ingénuo ou não, que deveria ter sido levado à Assembleia Geral, demonstrou que se a memória fizesse parte da estrutura de algumas pessoas, depressa perceberiam que em futebol, esses tão "nobres" sentimentos não existem ou têm muito curta duração. Depois de se ver a forma e o modo como se comportaram os adeptos que sustentam o apoio a este clube, com a suposta cobertura da sua direcção, nada mais será preciso acrescentar para nos lembrarmos daquilo que nunca poderemos esquecer.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

CUIDADO, ALI HÁ PÔIA!


A merda de cão tornou-se um fenómeno globalizante pelas ruas, passeios e jardins do “condomínio conimbricense”. Pior, converteu-se num foco de insalubridade para os transeuntes, sendo que os cocós surgem sob as mais variadas consistências nas solas dos nossos sapatos. Perdoe-me o leitor, o tom escatológico, mas os mais comuns são os montículos com aspecto de mousse, seguidos dos já famosos cocós em forma de pilha alcalina.
Deixo aqui um conselho aos donos dos cães: se não querem andar de cócoras com o saco plástico do supermercado a apanhar as “pôias” do chão, ao menos, instalem dispositivos para sacos de higiene canina à porta de casa…das vossas casas. Em alternativa, treinem os vossos animais a fazer o trabalho que vocês deveriam fazer e não fazem, como a foto documenta.

Não queiram para os outros as “pôias” que não querem para vocês.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

OPINIÃO


Observando a Académica

A Académica possui uma boa ideia de jogo (4x3x3 em jogo apoiado) mas tem, no onze, um problema de base para a aplicar: os avançados são muito mais rápidos do que os médios. Ou seja, meio-campo e ataque têm diferentes velocidades que condicionam a sua ligação. É algo que resulta das características dos jogadores. Nuno Coelho (pivot), Diogo e Hugo Morais (interiores) são estruturalmente mais lentos do que os avançados, Sougou (velocista), Diogo Valente e Miguel Fidalgo, todos mais rápidos.
Assim, quando os médios saem a jogar curto desde trás (quase sempre partindo dum bloco médio-baixo) os avançados arrancam logo nos espaços e, com esses esticões, (sobretudo dados pelos extremos) pedem um jogo…diferente, mais em profundidade. Por isso, quando joga Éder, nº9 mais posicional a jogar de costas para a baliza, é quando o jogo apoiado se expressa melhor, pois tem um avançado mais capaz de segurar a bola e esperar a chegada dos médios. Nos jogos fora, com mais espaço, este problema não se coloca tanto, mas retira-lhe capacidade de posse ofensiva.

Luís Freitas Lobo

domingo, 12 de setembro de 2010

OPINIÃO


Vídeo

O que é que a derrota do Benfica tem a ver com os krommus? Não sabe? Então veja este vídeo (minuto 5) e irá perceber que, afinal, até o nosso "Dr" percebe que os problemas do Benfica residem na baliza e na zona defensiva. Perante estas afirmações, consta que este nosso amigo krommático já terá recebido um convite para fazer parte de um novo painel de comentadores desportivos. Os benfiquistas que se cuidem pois este "artista" promete desancar, como é seu hábito, em tudo e todos.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

DIRECTO AO ASSUNTO

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O presidente do Benfica não tem dúvidas: o secretário de Estado do Desporto é o responsável pela polémica em redor da Selecção Nacional, com o objectivo de afastar Carlos Queiroz.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

OPINIÃO

Equipa e clube. A organização como base para criar um estilo. O estilo como base para sustentar uma cultura.

É impossível dizer se a organização de uma equipa começa na defesa ou no ataque. Não faz sentido dizer que uma equipa se começa a construir desde trás. Porque, em rigor, o que se começa a construir é o jogo e, nesse processo, ataque e defesa fazem parte da mesma lógica de comportamento táctico. Se pensarem de forma diferente, a equipa parte-se. Isto funciona para as grandes ou pequenas equipas. Depende, claro, dos jogadores, mas antes pressupõe uma noção de organização que parte do treinador.
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Continue a ler o artigo de opinião de Luís Freitas Lobo, em que faz referência á Académica e ao seu treinador Jorge Costa.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

ALERTA


" O povo saiu à rua para festejar a vitória do Benfica e eu, apesar de ser de outro clube, não achei mal. As pessoas têm o direito de ficar alegres.

O povo saiu à rua para ver o Papa e eu, apesar de ser agnóstica, não acho mal. As pessoas têm direito à sua fé.

O povo vai à Covilhã espreitar a selecção e eu, apesar de não ligar nenhuma, não acho mal. As pessoas têm direito a esse tipo de patriotismo.

O governo escolhido pelo povo impõe medidas de austeridade umas atrás das outras, aumentando os impostos e não abdicando dos mega investimentos.

O povo não reage. Não sai à rua.

Reclama à boca pequena e cria grupos zangados no Facebook.

É triste que este povo, que descobriu meio mundo, não imprima à reivindicação dos seus direitos a mesma força que imprime à manifestação das suas paixões."

Pobreza

"Um país onde se admite a possibilidade de taxar o subsídio de Natal, ou mesmo acabar com ele, mas que gasta de dinheiros públicos para TGV, altares, estádios de futebol, frotas milionárias para gestores públicos, reformas obscenas a quem trabalha meia dúzia de anos ou nem tanto, etc...é um país pobre, de facto. "

Mas de espírito, antes de mais.

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