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terça-feira, 31 de maio de 2011

PÉROLAS NO...FACEBOOK


VERGONHOSO

«Vergonhosa ninguém da Lista A ir dar pessoalmente os pêsames ao Dr. Avidago e restante família. São estas pessoas que vão concorrer às eleições. Se calhar não sabem o passado de mais de 40 anos de ligação da família Avidago à causa. Os sócios dia 7 expressarão a vontade, através do voto na lista Mais Académica que nunca confundiria a morte de um familiar de um adversário com uma luta eleitoral. A nossa briosa está moribunda meus senhores e acudam rápido, caso contrário, seremos todos responsáveis pela sua morte.»
Camilo Fernandes

E O BURRO SOU EU?


Era uma vez um burro que tinha a mania que era esperto.
Um belo dia encontrou uma pele de leão.
O burro, sem pensar muito como era habitual, vestiu logo a pele, escondeu-se numa moita e começou a assustar todos os animais que ali passavam.
Obviamente, todos fugiam com medo assim que o burro aparecia.
O burro estava tão inchado e orgulhoso da sua ideia que começou a sentir-se o Rei Leão em pessoa, e não resistiu a dar um valente e ruidoso zurro de satisfação.
Uma raposa que ia a fugir como os outros, ouvindo aquele som, parou, virou-se e aproximou-se do burro rindo:
- Se tivesses ficado quieto, eu também acreditava que eras um leão, mas aquele teu zurro estragou-te a brincadeira!

Moral da História
Um tolo pode-se esconder atrás das aparências, mas as suas palavras acabarão por revelar a todos quem na verdade ele é.

Fábula de Esopo

domingo, 24 de outubro de 2010

UMA BRIOSA DE EXCELÊNCIA


CARMO REBELO

"A minha ligação com a Académica começou em 1968/69 quando iniciei a prática do basquetebol. Depois, em 1974 queria tirar o curso de Desporto mas na altura não havia e eu comecei a procurar trabalho e surgiu a possibilidade de ir para o CAC, extinta secção de futebol da AAC. Comecei como telefonista, passei já por todos os departamentos, e já cá estou há 36 anos..."
...
"A Académica é um modo de vida. Não sei viver sem a Académica... Comecei a vir ao Estádio aos 5 anos e para mim a Académica é quase tudo. Já me deu muitas alegrias e isto é a minha vida. Sem a Briosa não conseguia viver." Continue a ler...

quarta-feira, 31 de março de 2010

VANDINHO JOGOU COM GESSO NA MÃO


Braçadeira caiu pela equipa

Domingos Paciência não foi claro quando instado a explicar o porquê de, em Coimbra, na 16ª jornada, Vandinho ter jogado pela primeira vez sem braçadeira de capitão. "Assuntos internos", disse o treinador. Desde então, o médio brasileiro não voltou a capitanear a equipa e várias foram as teorias para explicar os assuntos internos a que o técnico aludiu. Falou-se em problemas disciplinares, especulou-se que teria a ver com o processo em curso na Comissão Disciplinar, que haveria de resultar em três meses de suspensão, e entre os boatos mais despropositados chegou a ouvir-se que teria sido um controlo antidoping interno positivo. Nada mais falso. Tão falso que o próprio chegou a ficar incomodado e desejou que a SAD contasse toda a verdade. Vandinho perdeu a braçadeira apenas para poder ajudar a equipa e continuar a jogar. Parece estranho? Claro que sim. Mas foi isso que aconteceu. E Domingos não mentiu.

A história tem contornos sui generis. Vandinho sofreu na segunda semana de Janeiro uma fractura na mão direita. A cicatrização da lesão obrigava ao uso de gesso para que o processo não demorasse uma eternidade. Mas jogar com gesso é proibido, pois pode colocar em causa a integridade física dos adversários. A única solução era esconder o gesso, o que nem é difícil com recurso a ligaduras, camisolas de manga muito comprida ou luvas, que atendendo ao mês em causa foi a solução mais vezes utilizada. O problema é que o capitão tem de cumprimentar o árbitro e nesse gesto Vandinho estaria a denunciar-se. Ao retirar-lhe a braçadeira, Domingos garantiu que nada seria descoberto e que o jogador poderia continuar a ajudar a equipa. Caso contrário, teria perdido quatro jogos que o Braga venceu: Académica, Sporting, Marítimo e Freamunde, este último para a Taça de Portugal. No plantel, todos sabiam os reais motivos da troca de capitão, até porque nos treinos Vandinho não escondia a mão de ninguém e abdicava de participar em exercícios que obrigassem ao seu uso.

Refira-se que o médio poderia alinhar com a mão protegida com outro tipo de tala ou protecção. Mas aí seria a sua integridade a ficar em perigo e esse era o cenário mais indesejado. Para disfarçar melhor, o jogador chegou a ligar também a mão esquerda, para parecer uma protecção casual a ambos os membros e não qualquer tipo de estratégia.
Toda esta história rocambolesca não é mais do que outro sinal inequívoco da importância fulcral que o jogador tem na manobra da equipa e da falta que faz, agora que a Comissão Disciplinar da Liga o suspendeu e o Conselho de Justiça não o despenalizou. Aliás, no balneário o seu peso também se sente, ao ponto de mesmo castigado ter sido considerado intransferível por António Salvador.

O Jogo
AM

HISTÓRIAS INCRÍVEIS XI

OS PENÁLTIS DE DAMAS

O Sporting tinha perdido 3-2 na Escócia, com o Glasgow Rangers. Na segunda mão da eliminatória da Taça das Taças, a 3 de Novembro de 1971, a equipa portuguesa ganhou 3-2. No prolongamento, mais um golo para cada lado, pondo o resultado em 4-3. Nesse ano tinha entrado em vigor a rera dos golos fora valerem o dobro em caso de empate, mas o árbitro não sabia e mandou marcar penáltis. Damas defendeu três e deu a passagem ao Sporting. Já com os jogadores no balneário, o delegado da UEFA veio dizer que as regras tinham mudado e que os escoceses é que haviam passado. Damas comentou: "Eu defendi os penáltis, foi uma grande festa e as pessoas saíram felizes do estádio pelo apuramento. E só no dia a seguir, ao lerem os jornais, é que viram a triste notícia."

O BRINCO DE VÍTOR BAPTISTA

No dia 12 de Fevereiro de 1978, Vítor Baptista, do Benfica, marcou um golo ao Sporting e quando os colegas o foram abraçar perdeu o seu brinco-talismã. O jogo esteve interrompido cinco minutos, com jogadores e árbitro de olhos no relvado, mas o brinco não apareceu. Vítor Baptista comentou no fim: "Perdi dinheiro a trabalhar. O brinco custou 12 contos e o prémio de jogo são só 8."

terça-feira, 30 de março de 2010

HISTÓRIAS INCRÍVEIS X

ASSALTOS NO BALNEÁRIO

Simplício Amado chegou ao Estoril, na época 1948/49, vindo do Vilanovense, do qual o mandaram embora porque ele roubava os colegas. Mal viravam as costas no balneário, ele começava a limpar os bolsos de calças e casacos. No Estoril, chegou a assaltar a tesouraria do clube, levando 29 contos em dinheiro e mais dois cheques no valor de 17 contos. No Verão de 1972, os jogadores do Benfica, em digressão no Brasil, quando regressaram ao balneário do estádio do Maracanã, após o jogo com o Vasco da Gama, descobriram que tinham ficado sem dinheiro e sem os relógios. Já em 1970, a equipa do Vitória de Setúbal foi assaltada na Venezuela. Os ladrões entraram no balneário e levaram roupa, dinheiro e outros valores.


MEIRIM TREINOU DOIS CLUBES

O Sporting de Braga chegou à última jornada do campeonato da época 1969/70 em risco de descer (para se salvar tinha de pontuar ante o Boavista). Nessa semana, durante três dias, foi treinar à Póvoa de Varzim, em sessões orientadas pelo técnico do Varzim, Joaquim Meirim. Os dirigentes minhotos, que terão dado a Meirim 50 contos para pagar os três dias de treino, tentaram que ele fosse para o banco na decisiva partida no Bessa, mas a direcção do Varzim recusou. Meirim, que classificou o Varzim em 6º lugar, à frente de Belenenses e do FC Port, comentou: "Treinei a equipa do Braga em conjunto com a minha para tentar disfarçar algumas insuficiências, para tirar o morto do caixão." Mas o Sp. Braga perdeu (2-0) e desceu mesmo à II Divisão.

segunda-feira, 29 de março de 2010

HISTÓRIAS INCRÍVEIS IX

DÓLARES NA MALA DERAM PRISÃO

No dia 8 de Abril de 1976, a selecção portuguesa foi a Itália fazer um jogo particular (derrota por 3-1). César Grácio, secretário-geral da FPF, recebeu do presidente da federação italiana, Dario Borgogno, 30 mil dólares do cachê de participação, que meteu numa pasta. No regresso, ao abrir a mala no aeroporto, foi detido e acusado de tentativa de exportação ilícita de divisas. Foi julgado e condenado a oito meses de prisão, com pena suspensa. E o tribunal arrestou o dinheiro.



A FINAL QUE DUROU 266 MINUTOS

O Benfica ganhou a Taça Latina de 1950 ao Bordéus após 266 minutos e cinco prolongamentos. A final, disputada no estádio Nacional, terminou empatada (3-3), mantendo-se o resultado no prolongamento. Na finalíssima, uma semana depois, novo empate (1-1). Nos 30 minutos do prolongamento não houve golos, por isso, jogou-se mais 10 minutos- ainda sem golos. Resultado: mais 10 minutos: que também não serviram para desfazer o empate. Só aos seis minutos do quarto prolongamento da finalíssima, com o golo de Juninho, se decidiu o vencedor.

domingo, 28 de março de 2010

HISTÓRIAS INCRÍVEIS VIII


A BOLA PASSOU NA REDE FURADA

Aos 63 minutos do Marítimo-Sporting, em 2003, o brasileiro Marcelo Carioca, num livre, fez a bola entrar junto ao poste. Mas, como a rede tinha um buraco, a bola não ficou na baliza, levando o árbitro, Paulo Costa, a assinalar pontapé de baliza. O Marítimo ainda ganhou: Alan fez os 2-1 aos 96 minutos.

A CADEIRA E O ESTÁGIO DE SZABO

O húngaro Joseph Szabo, treinador que levou o FC Porto ao primeiro título em 1935, gostava de assistir aos jogos numa cadeira desdobrável que armava junto de uma das linhas laterais. Era talismã, assim como o chapéu de coco. Na época seguinte, Szabo foi fazer um estágio em Londres, com o Arsenal, para "conhecer as novas técnicas de treino". O clube não tinha dinheiro suficiente e por isso criou-se uma conta solidária, patrocinada pelo jornal Norte Desportivo. Conseguiu-se 20 contos, ainda assim insuficiente para ele ir para Inglaterra- só o conseguiu porque o defesa Jerónimo Faria lhe emprestou 6 contos. Quando voltou instituiu multas de 10% do ordenado a quem chegasse atrasado aos treinos ou falhasse golos na grande área.

quinta-feira, 25 de março de 2010

HISTÓRIAS INCRÍVEIS VII

NÃO AFLIGIR A MULHER

Porcel, do FC Porto, esteve mais de uma hora em campo a deitar sangue pelo nariz. Numa altura em que não havia substituições, o jogo com o Atlético (3-3), do campeonato de 1953/54, começou mal para Porcel, que se lesionou nos primeiros minutos. Como a mulher, que costumava ouvir o relato na rádio, estava grávida e era muito sensível, um dirigente do clube foi pedir aos repórteres que não falassem da lesão. Para a mulher não desconfiar, Porcel teve que continuar a jogar. No dia seguinte, nasceu o bebé.

CAMPO INCLINADO E ÁGUA A MAIS

Em 1949, o Sporting, campeão nacional, foi eliminado da Taça no campo do Tirsense (2-1) da II Divisão. Quando lhe deram a notícia, Jesus Correia, que estava na Suiça a disputar com a selecção nacional de hóquei em patins a Taça das Nações, exclamou: "Tirsense? Não há nenhum clube com esse nome em Portugal." O Sporting protestou o jogo, alegando que o campo pelado era irregular e inclinado, e ainda que os jogadores do Tirsense sairam várias vezes do campo para ir beber água, reentrando sem pedir autorização ao árbitro. O protesto não foi aceite.

quarta-feira, 24 de março de 2010

HISTÓRIAS INCRÍVEIS VI

DEFENDER DE BRAÇO AO PEITO

Azevedo, guarda-redes do Sporting, sofreu uma luxação no braço esquerdo no início do jogo com o Benfica, que decidia o campeão regional de Lisboa, a 17 de Novembro de 1946. Como na altura não havia substituições, Azevedo saiu, indo para a baliza primeiro Jesus Correia e depois Veríssimo. Na segunda parte, já com o braço ao peito, Azevedo voltaria à baliza, fazendo algumas defesas espectaculares- uma delas num voo a remate de Espírito Santo que até mereceu aplausos dos Benfiquistas. Nos últimos minutos, o Sporting marcou dois golos e ganhou (3-1). Azevedo foi levado em ombros pelos colegas.

CAMAS CURTAS E FOFAS

Em 1961, o Benfica ganhou a Taça dos Campeões Europeus, batendo na final o Barcelona (3-2). No estágio em Spiez, na Suíça, alguns jogadores não gostaram das camas "demasiado fofas" e preferiram dormir no chão. Trinta anos depois, em Março de 1991, num jogo com o Dniepre (vitória por 3-0) para os quartos-de-final da Liga dos Campeões, a comitiva do Benfica ficou hospedada num hotel de uma cadeia do Partido Comunista. As camas eram pequenas e os jogadores mais altos, como Silvino, Magnusson ou Aldair, tiveram de dormir no chão ou prolongar a cama com cadeiras e almofadas.

terça-feira, 23 de março de 2010

HISTÓRIAS INCRÍVEIS V

IR BUSCAR A EQUIPA AO COMBOIO

As regras tinham mudado e a eliminatória da Taça de Portugal decidia-se num só jogo. Mas o árbitro do V. Setúbal-Barreirense, em Junho de 1948, não sabia. Assim, como a partida terminara 0-0, achou que teria de haver novo jogo. Quando lhe explicaram que era necessário disputar o prolongamento, foi preciso ir à estação de comboios procurar os jogadores do Barreirense-que regressaram e acabaram por ganhar 1-0.


A CILADA AO ÁRBITRO EM BRAGA

Depois do Sr. Braga-Sporting (1-3), em 1944, o árbitro Reis dos Santos saiu do balneário acompanhado pelos fiscais-de-linha e encontrou as portas do estádio fechadas. Ainda ali se encontravam os empregados dos bares e um funcionário dos balneários, assim como "um senhor bem vestido, que trazia um guarda-chuva", e que se prontificou a ajudá-los a descobrir outra saída. Encontraram uma janela aberta e nas imediações um escadote. Ao tentar sair, o árbitro foi agredido e atirado abaixo do escadote. No hospital, detectaram-lhe uma fractura da primeira vértebra lombar e ficou imóvel quatro meses. Reis dos Santos abandonou a arbitragem e o Sp. Braga foi castigado com interdição do estádio por quatro jogos e multa de 5 mil escudos.

segunda-feira, 22 de março de 2010

HISTÓRIAS INCRÍVEIS IV


ISQUEIRO DÁ MULTA A PEYROTEO

O jogador do Sporting tinha marcado um golo na derrota de Portugal com a França (4-2), em Novembro de 1947, e recebeu de prenda um isqueiro. Dias depois, ao emprestá-lo a um amigo para acender um cigarro à saída do trabalho no Grémio das Carnes, no Rossio, foi interpelado por um polícia-só podia usar isqueiro na rua quem tivesse licença- que lhe apreendeu o objecto e lhe deu ordem de prisão. Peyroteo acabou por não ser preso, graças à intervenção das pessoas que ali se foram juntando, mas teve de pagar uma multa de 400 escudos (metade do ordenado mensal no Sporting).


UMA DENTADURA NA CAMISOLA

No dia 16 de Setembro de 1946, o Benfica fez no estádio Nacional um jogo amigável com o Charlton, de Inglaterra (vitória por 2-1). Perto do fim, após uma disputa de bola, Jacinto, do Benfica, sentiu uma coisa fria a entrar-lhe pela camisola. Ao olhar, descobriu que era a dentadura do adversário. Surpreendido com o insólito objecto, apanhou-o e devolveu-o ao jogador inglês que, de boca desdentada, exclamou: "Thank you!". E continuou a jogar.

domingo, 21 de março de 2010

HISTÓRIAS INCRÍVEIS III

CANTOS E MOEDAS DESEMPATAM

Nos anos 60, FC Porto, Benfica e Académica foram eliminados das competições europeias por moeda ao ar, respectivamente por Bordéus, Celtic de Glasgow e Lyon. Pedroto, o treinador portista, comentou: "Foi azar, da primeira vez a moeda ficou enterrada na lama, a pender para o nosso lado. E à segunda, favoreceu os franceses". Já em Setembro do 1952, no Torneio dos Quatro Grandes, após um empate (2-2) na final, entre Benfica e Sporting, não havia marcação de penáltis e o vencedor foi determinado por pontapés de canto. O Sporting ganhou 7-6.

BOLAS ÀS CORES NA ESCURIDÃO

Em 1959, o Sporting foi o primeiro clube português a passar uma eliminatória da Taça dos Campeões Europeus, eliminando o DOS Utreque (ganhou 3-4 na Holanda e 2-1 em Alvalade). Na ronda seguinte foi afastado pelo Standard de Liège. Na Bélgica, o árbitro experimentou sete bolas de cores diferentes, para perceber qual era a que se via melhor face à fraca iluminação do estádio.

sexta-feira, 19 de março de 2010

HISTÓRIAS INCRÍVEIS II

BENFICA COM 12 EM CAMPO

O Benfica vencia por 2-0 no campo da Sanjoanense, em jogo da época 1968/69. A 20 minutos do fim, Toni foi substituído por Jaime Graça, mas a sua saída ainda demorou uns minutos, já com o suplente em campo. A Sanjoanense protestou e a Federação deu-lhe razão. Na repetição, a 23 de Abril, o Benfica voltou a ganhar (1-0), festejando depois o título em Tomar (0-4). Devido à enchente, para marcar os cantos os jogadores tinham de pedir licença aos espectadores sentados à beira das linhas do campo.

PEDROTO VESTIDO DE POLÍCIA
Em 1976/77, o FC Porto até ganhou em Setúbal (0-1) mas Pedroto não gostou da actuação de um fiscal-de-linha e no fim foi protestar com ele. Diamantino, do Vitória de Setúbal, foi tentar acalmar os ânimos e levou um estalo do treinador portista. Gerou-se confusão e o público cercou o balneário do FC Porto. Ao fim de uma hora, para escapar à multidão, Pedroto decidiu pedir uma farda a um agente e saiu disfarçado de polícia.

quinta-feira, 18 de março de 2010

HISTÓRIAS INCRÍVEIS

Há dias, encontrei na blogosfera uma reportagem transcrita da revista Sábado, que nos traz à memória as histórias mais incríveis, segundo eles, do futebol português. Algumas destas histórias serão do conhecimento de alguns de vós mas, haverá outras que serão uma novidade. Das muitas histórias que se passaram à volta do futebol português, esta revista seleccionou as 20 melhores, que passaremos a apresentar neste espaço. Como a lista é um pouco extensa, vamos colocar ao vosso dispor duas histórias por dia, já a partir de amanhã. Por agora, recordem um episódio que se passou com um jogador do Benfica, há bem pouco tempo.


"No Monsanto-Benfica (0-6) da Taça de Portugal, no passado dia 17 de Outubro, Fellipe Menezes decidiu ao intervalo vestir uma camisola lavada, mas em vez da sua, a nº24, pegou na nº23. Resultado: durante três minutos estiveram em campo dois David Luiz, até que o árbitro se apercebeu do caso, mostrou o cartão amarelo ao jogador e mandou-o ir trocar de camisola. Desde que em Janeiro de 1935 começou o principal campeonato de futebol em Portugal, houve muitos episódios semelhantes."

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

APANHADOS

O que é que faz o treinador do Benfica no restaurante do barbudo e indefectível benfiquista, na companhia de dois jornalistas da RTP? Provavelmente, almoça descontraidamente, ao mesmo tempo que dá dois dedos de conversa. Mas que temas de conversa se poderão ter, quando se juntam três pessoas deste tipo? Será que é normal e ao mesmo tempo aceitável, que Carlos Daniel e Hélder Conduto, profissionais de destaque na estação pública de televisão, sendo um deles da direcção de programas e o outro coordenador da área do desporto, demonstrem esta cumplicidade? Se tivessem sido “apanhados” com o treinador do Paranhos ou do Penacova, não viria mal ao mundo mas, com o treinador de um clube que quer ser campeão nacional, parece-me mais grave. Isto porque a presumível gravidade de situações como esta, estão sempre directamente ligadas à imparcialidade que estes jornalistas terão que ter quando, amanhã, tiverem de alinhar e coordenar a programação desportiva ou comentar trabalhos sobre os seus rivais. "À mulher de César, não basta ser..." .

Lá diz o velho ditado popular: “Diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és.”