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terça-feira, 1 de maio de 2012

A AGONIA DE NÃO TER ARGUMENTOS...

 
Depois da derrota em Alvalade por 2-1 e perfazendo 16 jornadas sem qualquer vitória, aqui está alguém que tem toda a moral para falar em palavras como: "vergonha", "mentira" e "adulteração da verdade desportiva". Depois de a equipa ter caído para o penúltimo lugar da classificação geral e faltarem apenas dois jogos para o fim do campeonato, é que surgem os "apelos" à tão propalada "Verdade Desportiva". Apetece perguntar: será que se a equipa estivesse a meio da tabela ou pelo menos livre da descida de divisão, seria tão solícito a apregoar e a alertar para este tema? Certamente que não! E já agora, será que nas épocas transactas houve verdade em tudo o que se passou? Bom, a avaliar pelo "ruído de fundo", parece que sim. Mais, será que todos os sócios sabem quem é que a Académica apoiou para a presidência da Liga? Provavelmente haverão muitos que não sabem. 
O caricato de tudo isto é que o famoso "blackout" decretado pela direcção, até serviu de argumento de gozo para alguns, o que de facto entristece todos os que gostam da Académica. Afinal, a proibição de falar, parece existir só para os sócios e simpatizantes da Académica e profissionais da comunicação social cá do burgo. Não admira pois quando nem nas AG se dignam a explicar as razões dos seus actos, este "cala a boca" acaba por não ser assim tão surpreendente.

domingo, 3 de julho de 2011

OPINIÃO





Não é censura, é outra coisa

Tudo em seis meses: novo presidente, novo governo, nova maioria e ("zoom" para, sucessivamente, grande plano, plano aproximado e "close up") novo director do "Expresso" e novo Estatuto Editorial cujo ponto 7 reza: "O 'Expresso' sabe, também, que em casos muito excepcionais, há notícias que mereciam ser publicadas em lugar de destaque, mas que não devem ser referidas, não por auto-censura ou censura interna, mas porque a sua divulgação seria eventualmente nociva ao interesse nacional. O jornal reserva-se (...) o direito de definir, caso a caso, a aplicação deste critério."
Chegou, pois, a altura de um jornal declarar, sem rebuço, que não publicará notícias "que mereciam ser publicadas em lugar de destaque" se entender que a sua divulgação pode "eventualmente" ser "nociva ao interesse nacional". O jornal ponderará, caso a caso, o "interesse nacional" das notícias, mas algo fica, desde já, claro: para esse jornal, a verdade factual deixou de ter por si só, mesmo dentro da lei, "interesse nacional"; e mais: o jornal passará a substituir-se ao poder político e a definir o que é, ou não, de "interesse nacional", podendo decidir não dar a conhecer verdades se as achar inconvenientes ou inoportunas. A bem da Nação.
Se ainda havia algum pudor, deixou de haver: um jornal assume às claras que se rege por critérios de oportunidade (políticos por excelência) e não exclusivamente por critérios jornalísticos.
28.06.2011

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

QUE EXEMPLO!


Algum político Português se candidataria a ser Parlamentar na Suécia???

Ora vejam, e comparem com os nossos parlamentares.
Que mal habituados estão os nossos ignorantes deputados....A comerem do orçamento do Estado escandalosamente, sem vergonha alguma.
Coitado do nosso povo que permite todo o tipo de abusos e poucas vergonhas.
Claro que tudo isto é fruto de princípios e educação.
E estas medidas não dimimuiriam, substancialmente, a despesa Pública?

http://www.youtube.com/watch?v=3aC4A7bSnXU

quarta-feira, 24 de março de 2010

LIBERDADE DE IMPRENSA?


Segundo o Expresso, o Libération não saiu em Portugal na quinta-feira, 18 Março, devido a "problemas de impressão"…

Contudo houve quem fosse à procura do artigo e … leiam lá isto!
É óbvio que os problemas de impressão só podem ter sido coincidência...
Ou terão sido antes "pressão"?

domingo, 21 de março de 2010

Take Another Plane

“Greves são do século passado!”
Luís Castro
A propósito da greve dos pilotos, o presidente da TAP diz que as greves já não fazem sentido, para logo acrescentar que “são do século passado”.
Fernando Pinto deve ter procurado inspiração no seu presidente e ex-sindicalista, Lula da Silva, quando disse que “Greve sem cortar o ponto são férias remuneradas.”

Não vou comentar a validade da argumentação dos pilotos, mas relembro a Fernando Pinto uma frase de Martin Luther King:
"A greve é a linguagem dos que não são ouvidos”