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quinta-feira, 2 de junho de 2011

REQUERIMENTO PÚBLICO


Exmo. Senhor Presidente
da Mesa da Assembleia Geral
da AAC/OAF,
MÁRIO CAMPOS e JOÃO CAMPOS, ex-atletas e sócios n.os 238 e 956, residentes em Rua Gil Vicente, n.o 93, Coimbra, vêm publicamente expor e requerer o seguinte:
Temos presente o entendimento jurídico constante do artigo publicado no Diário de Coimbra em 27 de Maio de 2011, da autoria do Dr. Ferreira da Silva, intitulado “A quota a exigir é a de Maio de 2011”. Continue a ler...

quarta-feira, 21 de julho de 2010

ASSEMBLEIA GERAL

O presidente da Académica revelou nesta terça-feira no decorrer da Assembleia Geral que o clube arrecadou uma verba ligeiramente acima dos 400 mil euros pela saída do técnico André Villas Boas para o F.C. Porto, além de ter recebido, igualmente dos portistas, 240 mil euros por 60 por cento do passe de Emídio Rafael.

«O valor da transacção do técnico já tinha sido revelado pela comunicação social e foi de 350 mil euros. Com mais uns acertos da equipa técnica ficou-se pelos 410, 415 mil euros. Do Emídio, como detínhamos 60 por cento dos seus direitos desportivos, recebemos 240 mil euros além do empréstimo do lateral Davide Addy», referiu José Eduardo Simões, à margem da Assembleia Geral que serviu para aprovar o orçamento para a próxima época.

Recorde-se que tanto o técnico como o jogador tinham uma cláusula de rescisão estipulada em 500 mil euros.

terça-feira, 29 de junho de 2010

E VÃO CINCO!


AG para concluir revisão estatutária e votar orçamento

O presidente da Assembleia Geral (AG) da Académica, Paulo Mota Pinto, convocou uma sessão ordinária para 20 de Julho, às 20:00, para concluir a revisão estatutária e aprovar o orçamento para a temporada 2010/2011.
Esta será a quinta reunião magna para concluir a votação da alteração dos novos estatutos do clube, uma vez que nas três anteriores os sócios não conseguiram aprovar os 70 novos artigos, dada a polémica gerada à volta de alguns.
Além disso, a sessão agendada para 19 de Março não se chegou a realizar por falta de quórum.
Na próxima sessão, além deste ponto, estão previstos mais dois: o de informações, bem como a apreciação e votação do orçamento para a temporada futebolística de 2010/2011, que vai sofrer um corte de cerca de 20 por cento, conforme deu conta à Agência Lusa o vice-presidente para a área financeira, Luís Godinho.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

UMA QUARTA NUMA QUINTA


AG ACABA TARDE E COM POLÉMICA

4ª SESSÃO CONVOCADA PARA O EFEITO

O presidente da Assembleia Geral da Académica, Paulo Mota Pinto, adiou a conclusão da votação da alteração dos Estatutos do clube, porque ficaram por aprovar os últimos quatro artigos, devido a divergências entre os associados.
A polémica "rebentou" já de madrugada, quando se chegou ao artigo 67º, que previa a criação de secções amadoras no seio da Académica de Coimbra/Organismo Autónomo de Futebol.
Um sócio (Miguel Portugal Presidente da DG-AAC) ainda propôs que se acrescentasse ao artigo "no âmbito da Federação Portuguesa de Futebol", para que se evitasse a criação de outras modalidades que poderiam colidir com as da "casa-mãe", a Associação Académica de Coimbra.
A discussão foi bastante acesa, com argumentações contrárias e contraditórias, criando-se um ambiente hostil, principalmente com duas intervenções antagónicas: a do presidente da AAC, Miguel Portugal, a criticar a ambiguidade do artigo e a do presidente da AAC/OAF, José Eduardo Simões, a defendê-lo, pois tratava-se de uma proposta da sua direcção.

Dado o adiantado da hora (ultrapassou o limite previsto, bem depois da 1 hora) e por proposta de um associado, aquele artigo não foi votado, tal como os três últimos dos novos Estatutos, o que vai obrigar Paulo Mota Pinto à marcação de nova Assembleia Geral extraordinária, para quinta-feira.
Esta foi a quarta sessão convocada para o efeito, uma vez que nas duas primeiras apenas foram votados e aprovados 40 dos 70 artigos dos novos estatutos do clube, enquanto a terceira, a 19 de Março, nem se chegou a realizar, por falta de quórum.

Entretanto, convém dizer que o que vem escrito num dos jornais desta cidade, dizendo que os sócios finalizaram votação dos estatutos, não corresponde à verdade. O Diário de Coimbra, preferiu destacar a remuneração dos elementos da direcção.

texto do Record
foto de osexoeacidade

DIR. GERAL DA BRIOSA VAI GANHAR CERCA DE 4000 EUROS


A Assembleia Geral discutiu a possível remuneração de elementos da direcção. Assim, admite-se que a AAC/OAF tenha um Director Geral com vencimento equiparado a um Director Geral da Função Pública.
Aquele que vier a ser escolhido para ocupar esse lugar, poderá vir a receber cerca de 3700 Euros mais 700 para despesas de representação. No seguimento deste assunto, perguntaram se pelo facto de haver dirigentes com remuneração, isso poderia colocar a Briosa a caminho de uma SAD. A resposta de Gonçalo Capitão veio garantir que não, adiantando que não queria ver a Académica transformada em SAD. Decorrida a votação, este ponto seria aprovado. A partir de agora, quem dirige tem direito a levar para casa, um "bolo" bem jeitoso. Num período em que o país atravessa uma grave crise financeira e todos os clubes se preocupam em reduzir as sua despesas, os sócios da Académica-oaf, aprovam esta medida. Vamos aguardar novos desenvolvimentos sobre esta e outras matérias.