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sábado, 15 de setembro de 2012
O INÍCIO
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
domingo, 9 de setembro de 2012
terça-feira, 4 de setembro de 2012
sexta-feira, 31 de agosto de 2012
domingo, 6 de maio de 2012
FINALMENTE UMA VITÓRIA!
Académica 1 V. Setúbal 0
Pedro Emanuel, treinador da Académica em declarações no final do jogo com o V. Setúbal, que marca o regresso dos estudantes às vitórias (1-0), mais de quatro meses depois:
«Antes de mais quero realçar o carácter deste grupo de trabalho. Podíamos estar a discutir se merecemos ou não, mas esta é a nossa realidade e é com isto que temos de viver. Chegar aqui e ter este carácter, assumir o jogo e irmos à procura da vitória, não marcar mas manter a força mental para continuar a trabalhar nesse sentido, para conquistar uma vitória muito suada, é algo que me enche de orgulho. Um bocadinho a custo, mas a bola lá entrou. Foi um jogo muito disputado, em que as únicas oportunidades foram nossas. O V. Setúbal tentou chegar em lances de bola parada, ou em lançamentos longos, mas penso que o Ricardo não fez nem uma defesa. Mas também vinha a ser hábito nos jogos aqui em Coimbra, só que os adversários chegavam à nossa baliza e faziam golo, e hoje foi diferente. Nós tivemos quatro oportunidades e marcámos um golo, é o que fica para a história. Os três pontos que há tanto tempo procurávamos e que nos sorriram hoje.»
[Na última jornada haverá um ouvido em Barcelos e outro em Guimarães?] «O meu discurso será o mesmo da próxima semana. Temos de fazer o nosso trabalho, que é procurar a vitória dentro dos nossos princípios. Sabemos que o momento não é fácil, mas só trabalhando e acreditando naquilo que se faz se podem inverter os ciclos negativos. Sem dúvida que este grupo tem grande mérito nesse aspecto.»
[O que o levou a trocar o Peiser nesta fase da época?] «Eu procuro escolher sempre os onze que reúnam as melhores condições para procurarmos a vitória. Esta semana a escolha recaiu no Ricardo.»
Positivo: o apoio dos adeptos de Coimbra
O momento da equipa era mau. E é nesses momentos que se veem os melhores adeptos. Os de Coimbra disseram presente e não se cansaram de apoiar a equipa. Pode dizer-se que veio de fora a força que os estudantes precisavam. Foram os adeptos da Académica que marcaram o batimento, e à entrada da última jornada a equipa respira melhor. Briosos.
terça-feira, 1 de maio de 2012
A AGONIA DE NÃO TER ARGUMENTOS...
Depois da derrota em Alvalade por 2-1 e perfazendo 16 jornadas sem qualquer vitória, aqui está alguém que tem toda a moral para falar em palavras como: "vergonha", "mentira" e "adulteração da verdade desportiva". Depois de a equipa ter caído para o penúltimo lugar da classificação geral e faltarem apenas dois jogos para o fim do campeonato, é que surgem os "apelos" à tão propalada "Verdade Desportiva". Apetece perguntar: será que se a equipa estivesse a meio da tabela ou pelo menos livre da descida de divisão, seria tão solícito a apregoar e a alertar para este tema? Certamente que não! E já agora, será que nas épocas transactas houve verdade em tudo o que se passou? Bom, a avaliar pelo "ruído de fundo", parece que sim. Mais, será que todos os sócios sabem quem é que a Académica apoiou para a presidência da Liga? Provavelmente haverão muitos que não sabem.
O caricato de tudo isto é que o famoso "blackout" decretado pela direcção, até serviu de argumento de gozo para alguns, o que de facto entristece todos os que gostam da Académica. Afinal, a proibição de falar, parece existir só para os sócios e simpatizantes da Académica e profissionais da comunicação social cá do burgo. Não admira pois quando nem nas AG se dignam a explicar as razões dos seus actos, este "cala a boca" acaba por não ser assim tão surpreendente.
O caricato de tudo isto é que o famoso "blackout" decretado pela direcção, até serviu de argumento de gozo para alguns, o que de facto entristece todos os que gostam da Académica. Afinal, a proibição de falar, parece existir só para os sócios e simpatizantes da Académica e profissionais da comunicação social cá do burgo. Não admira pois quando nem nas AG se dignam a explicar as razões dos seus actos, este "cala a boca" acaba por não ser assim tão surpreendente.
segunda-feira, 23 de abril de 2012
NAUFRÁGIO À VISTA!
Pedro Emanuel e Sérgio Conceição, respectivamente, treinadores de Académica e Olhanense, comentam o resultado desta segunda-feira, em Coimbra, no fecho da 27ª jornada da Liga, em declarações ao «flash interview» da Sport TV.
Pedro Emanuel, técnico da Académica:
«Antes de mais, queria deixar um agradecimento especial a toda a cidade de Coimbra, o apoio foi fantástico. Mas quem não mata morre e esta é a realidade do futebol. Tivemos possibilidade de chegar à vantagem, não o fizemos e o Olhanense fez o golo naquilo que é mais forte, que é nas transições. A Académica continuou a produzir o futebol que gosta e quer, nem sempre da melhor maneira, porque a ansiedade apoderou-se do jogadores, mas quem vê a disponibilidade deste grupo, tenho um orgulho enorme. Temos de acreditar que as oportunidades de hoje vão ser concretizadas amanhã. Tenho grande determinação, se tiverem de criticar alguém que me critiquem a mim e não os jogadores, mas vamos dar a volta a isto.»
[Se acredita que vai pontuar em Alvalade] «Se não acreditasse não estava aqui agora. Apesar de todas as adversidades, fruto do futebol, os pontos não estão a acontecer, mas temos de acreditar que vamos inverter esta situação.»
[Sobre a expulsão de Flávio] «Não vou particularizar, a emoção do jogo estava ao rubro, é um jovem que está a afirmar-se na Liga, é o querer correr atrás do prejuízo, não falei nada com ele, mas sei que a expulsão quebrou a equipa, mas mesmo assim arriscámos, continuámos a criar, o Fabiano faz duas intervenções fantásticas, tenho pena de sair daqui com este resultado, porque não merecíamos.»
Sérgio Conceição, técnico do Olhanense:
«Fomos compactos, coesos, estivemos bem, podíamos ter lido melhor o jogo quando ficámos em superioridade, mas quero dar os parabéns ao grupo e à direcção. Conseguimos a manutenção, não é fácil vir a Coimbra, defrontar uma equipa bem organizada e, para nós, isso é mais um motivo de satisfação. Gosto muito da Académica, joguei aqui seis anos, gosto do clube, de muitas pessoas mas da direcção tinha algumas coisas a dizer de algumas pessoas, mas não é hoje que o vou fazer. A partir de agora, o mais importante é somar o maior número de pontos num ano histórico, ir atrás do sétimo lugar. Para aquilo que trabalhamos merecíamos algo mais que a manutenção e com esta motivação vamos conseguir atingir os 35 pontos que nunca foram atingidos na Liga.»
domingo, 15 de abril de 2012
sábado, 31 de março de 2012
E VÃO TREZE SEM GANHAR...
Pedro Emanuel, no final da derrota, em Coimbra, diante do Marítimo, nesta sexta-feira:
«Entrámos bem, contra uma equipa competitiva e com bastante qualidade, e penso que controlámos perfeitamente os aspectos fortes do Marítimo. Depois, com bola, tivemos boa circulação e criámos duas ou três oportunidades que poderiam ter-nos dado a vantagem no marcador e o conforto que estes jogadores necessitam. Na segunda parte, tentámos o mesmo, mas eles, na primeira situação, marcaram e isso condicionou o nosso jogo. Quando procurámos algo mais, tentar o empate, tivemos a expulsão e isso também mexeu com o grupo. É, no meu entender, um resultado injusto, mesmo o empate já o seria um pouco, mas o que fica para a história é o resultado final. Tranquilo? Por que não? Acredito nestes jogadores, na sua seriedade, e nesta equipa técnica. Mais importante de tudo é libertar este estigma que paira sobre os atletas e fazê-los ver que estamos dentro dos nossos objectivos. Hoje acabámos por fazer muitas coisas bem, apesar de não termos tido aquela sorte que falta às equipas que estão há muito tempo sem ganhar. O que nos falta é conseguirmos concretizar. Para isso temos de estar bem em vários aspectos, mas acreditamos que esta fase há de acabar.»
«Entrámos bem, contra uma equipa competitiva e com bastante qualidade, e penso que controlámos perfeitamente os aspectos fortes do Marítimo. Depois, com bola, tivemos boa circulação e criámos duas ou três oportunidades que poderiam ter-nos dado a vantagem no marcador e o conforto que estes jogadores necessitam. Na segunda parte, tentámos o mesmo, mas eles, na primeira situação, marcaram e isso condicionou o nosso jogo. Quando procurámos algo mais, tentar o empate, tivemos a expulsão e isso também mexeu com o grupo. É, no meu entender, um resultado injusto, mesmo o empate já o seria um pouco, mas o que fica para a história é o resultado final. Tranquilo? Por que não? Acredito nestes jogadores, na sua seriedade, e nesta equipa técnica. Mais importante de tudo é libertar este estigma que paira sobre os atletas e fazê-los ver que estamos dentro dos nossos objectivos. Hoje acabámos por fazer muitas coisas bem, apesar de não termos tido aquela sorte que falta às equipas que estão há muito tempo sem ganhar. O que nos falta é conseguirmos concretizar. Para isso temos de estar bem em vários aspectos, mas acreditamos que esta fase há de acabar.»
segunda-feira, 26 de março de 2012
MENINOS NA PRIMEIRA, IMPERIAIS NA SEGUNDA
Quando, aos 86 minutos, Quim voou para a direita e afastou com uma sapatada a bola do golo certo, as dúvidas voaram para longe. Não há prazer autêntico sem a angústia do sofrimento. E que fique bem claro: o Sp. Braga sofreu e muito para derrotar a Académica.
Basta lembrar essa tal defesa de Quim e a bola que, segundos antes, bateu com estrondo no poste direito da baliza arsenalista. Talvez tenha sido uma passagem desnecessária pelo purgatório, mas ninguém poderá negar que o alívio com o apito final justificou uma exultação ainda superior depois disto.
A qualidade de jogo e os dois golos até ao intervalo teriam sido suficientes para antecipar a glória. Não foram. Não foram porque David Simão saltou do banco para, aos 62 minutos, arrancar um pontapé do outro mundo e inquietar os 16 mil espectadores presentes na pedreira.
Daí até ao fim, o Sp. Braga congelou, tremeu, sofreu. Aguentou dois, três sustos para respirar mais livremente do que nunca. Não é disto também que se fazem os campeões?
Pedro Emanuel
«Analiso sempre o jogo como um todo, a primeira parte é da minha responsabilidade, a segunda é dos jogadores, que demonstraram a alma que têm, fazendo a segunda parte que fizeram frente a um candidato ao título. Penso que o empate seria um resultado justo, apesar de uma primeira parte dominada pelo Sp. Braga. Não conquistámos os pontos que merecíamos, mas gostaria de dizer uma coisa. Somos um país pequeno e os pequenos continuam sempre a ser pequenos.»
Pedro Emanuel não quis concluir e abandonou de seguida a zona de entrevistas rápidas.
José Eduardo Simões, presidente da Académica, dirigiu-se à sala de imprensa do Estádio Axa com a camisola rasgada de Reiner Ferreira na mão. O presidente dos estudantes deu conta da sua insatisfação em relação à arbitragem de André Gralha e à forma como a transmissão televisiva tratou alguns lances de dúvida:
«Gostaria de apelar ao sentido profissional dos operadores de câmara. Não tiveram capacidade de mostrar o que se passou em determinados lances. O segundo golo do Sp. Braga nasce em fora-de-jogo e a camisola do nosso atleta Reiner Ferreira foi completamente rasgada num lance em que era penalty claro.»
«A Académica tem 23 pontos sem nenhum favorecimento na Liga, ao contrário de outros.»
O Momento: Quim, voo de campeão
A Académica ameaçava o empate. Um remate perigoso, uma bola no ferro e uma defesa enorme de Quim. A quatro minutos do fim, perante o medo compreensível das bancadas, o guarda-redes respondeu com uma intervenção enorme a um remate de Reiner. A liderança ficou selada ali.
A desilusão: Primeira parte da Académica
Faltou estender a passadeira vermelha e convidar o Sp. Braga a marcar mais cedo. A equipa de Pedro Emanuel foi tímida, insegura, insuficiente até ao intervalo. A segunda parte demonstrou que podia ter tentado outra estratégia nos primeiros 45 minutos.
Basta lembrar essa tal defesa de Quim e a bola que, segundos antes, bateu com estrondo no poste direito da baliza arsenalista. Talvez tenha sido uma passagem desnecessária pelo purgatório, mas ninguém poderá negar que o alívio com o apito final justificou uma exultação ainda superior depois disto.
A qualidade de jogo e os dois golos até ao intervalo teriam sido suficientes para antecipar a glória. Não foram. Não foram porque David Simão saltou do banco para, aos 62 minutos, arrancar um pontapé do outro mundo e inquietar os 16 mil espectadores presentes na pedreira.
Daí até ao fim, o Sp. Braga congelou, tremeu, sofreu. Aguentou dois, três sustos para respirar mais livremente do que nunca. Não é disto também que se fazem os campeões?
Pedro Emanuel
«Analiso sempre o jogo como um todo, a primeira parte é da minha responsabilidade, a segunda é dos jogadores, que demonstraram a alma que têm, fazendo a segunda parte que fizeram frente a um candidato ao título. Penso que o empate seria um resultado justo, apesar de uma primeira parte dominada pelo Sp. Braga. Não conquistámos os pontos que merecíamos, mas gostaria de dizer uma coisa. Somos um país pequeno e os pequenos continuam sempre a ser pequenos.»
Pedro Emanuel não quis concluir e abandonou de seguida a zona de entrevistas rápidas.
José Eduardo Simões, presidente da Académica, dirigiu-se à sala de imprensa do Estádio Axa com a camisola rasgada de Reiner Ferreira na mão. O presidente dos estudantes deu conta da sua insatisfação em relação à arbitragem de André Gralha e à forma como a transmissão televisiva tratou alguns lances de dúvida:
«Gostaria de apelar ao sentido profissional dos operadores de câmara. Não tiveram capacidade de mostrar o que se passou em determinados lances. O segundo golo do Sp. Braga nasce em fora-de-jogo e a camisola do nosso atleta Reiner Ferreira foi completamente rasgada num lance em que era penalty claro.»
«A Académica tem 23 pontos sem nenhum favorecimento na Liga, ao contrário de outros.»
O Momento: Quim, voo de campeão
A Académica ameaçava o empate. Um remate perigoso, uma bola no ferro e uma defesa enorme de Quim. A quatro minutos do fim, perante o medo compreensível das bancadas, o guarda-redes respondeu com uma intervenção enorme a um remate de Reiner. A liderança ficou selada ali.
A desilusão: Primeira parte da Académica
Faltou estender a passadeira vermelha e convidar o Sp. Braga a marcar mais cedo. A equipa de Pedro Emanuel foi tímida, insegura, insuficiente até ao intervalo. A segunda parte demonstrou que podia ter tentado outra estratégia nos primeiros 45 minutos.
segunda-feira, 19 de março de 2012
ASSIM, É MUITO DIFÍCIL!
ACADÉMICA 0 P. Ferreira 1
Pedro Emanuel, no final da derrota, em casa, com o P. Ferreira, neste domingo:
«O único que praticamente esteve cá foi o público, que merecia um melhor espectáculo da nossa parte. Não são tantos adeptos como queríamos, mas o meu obrigado para eles. Faltou-nos muita coisa, acima de tudo não conceder que o Paços marcasse cedo e se sentisse confortável, podendo apostar naquilo em que é melhor. Depois, é claro que começamos a sentir dificuldades de confiança, erra-se um passe, erram-se dois, e começam os problemas de construção. Fizemos tudo, os jogadores correram, mas, por vezes, mal pela pressão de lutar contra o relógio. Houve muita vontade e determinação, mas resultados práticos apenas duas ou três oportunidades. O resultado mais justo seria o empate, mas o que fica para a história é que o Paços veio cá ganhar. Outra expulsão do Abdoulaye? São momentos do jogo, situações de sacrifício pela equipa. O jogador ia isolar-se e entre isso e a falta, optou pela segunda e foi expulso. Mas, claro, cinco expulsões em cinco jogos é algo que temos de levar em conta.»
«O único que praticamente esteve cá foi o público, que merecia um melhor espectáculo da nossa parte. Não são tantos adeptos como queríamos, mas o meu obrigado para eles. Faltou-nos muita coisa, acima de tudo não conceder que o Paços marcasse cedo e se sentisse confortável, podendo apostar naquilo em que é melhor. Depois, é claro que começamos a sentir dificuldades de confiança, erra-se um passe, erram-se dois, e começam os problemas de construção. Fizemos tudo, os jogadores correram, mas, por vezes, mal pela pressão de lutar contra o relógio. Houve muita vontade e determinação, mas resultados práticos apenas duas ou três oportunidades. O resultado mais justo seria o empate, mas o que fica para a história é que o Paços veio cá ganhar. Outra expulsão do Abdoulaye? São momentos do jogo, situações de sacrifício pela equipa. O jogador ia isolar-se e entre isso e a falta, optou pela segunda e foi expulso. Mas, claro, cinco expulsões em cinco jogos é algo que temos de levar em conta.»
domingo, 11 de março de 2012
PONTO DE...OURO SOBRE AZUL
FC Porto 1 ACADÉMICA 1
Pedro Emanuel(Empate é injusto?) «Com o decorrer do jogo, sofremos golo a poucos minutos do final, ficamos com essa sensação. Mas quero realçar a estratégia que montámos, os jogadores foram fantásticos, souberam ter entreajuda enorme, depois nos momentos certos tentámos sair para fazer a diferença nas transições ofensivas. Sofrimento na segunda parte, baixámos as linhas, jogar nestas condições é complicado.»
«Tenho que dar os parabéns ao grupo de trabalho, não só aos que estiveram em campo. Quero lembrar duas situações fundamentais, não só o Orlando, com uma lesão difícil, mas também o Diogo Gomes, que está há um ano parado, quero dedicar-lhes este jogo, que eles merecem.»
(A Académica não vence para a Liga desde Dezembro, porque é que não tem jogado mais vezes como agora?) Boa pergunta. Quando souber responder digo-lhe.»
«Tenho que dar os parabéns ao grupo de trabalho, não só aos que estiveram em campo. Quero lembrar duas situações fundamentais, não só o Orlando, com uma lesão difícil, mas também o Diogo Gomes, que está há um ano parado, quero dedicar-lhes este jogo, que eles merecem.»
(A Académica não vence para a Liga desde Dezembro, porque é que não tem jogado mais vezes como agora?) Boa pergunta. Quando souber responder digo-lhe.»
segunda-feira, 5 de março de 2012
NA FEIRA, VALEU-NOS SANTA MARIA
Feirense 1 ACADÉMICA 1
Pedro Emanuel, treinador da Académica em declarações após o empate dos estudantes com o Feirense, neste domingo, em Santa Maria da Feira:
«É difícil jogar na Feira, contra uma equipa muito competitiva que, tal como nós, anda em busca de pontos. Nós preparámos muito bem o jogo, mas cometemos um erro e fomos castigados por isso. O jogo na primeira parte não foi bem disputado, com muita bola pelo ar, mas na segunda parte entrámos melhor, a jogar de forma paciente e fomos criando oportunidades. Depois marcámos o golo, mas a expulsão deu alento ao adversário. A partir daí o jogo foi de algum sufoco. Ainda assim fomos controlando o jogo até ao golo do Feirense, que aconteceu num lance de alguns ressaltos dentro da nossa área.»
[sobre a expulsão de Hélder Cabral, devido a protestos] «Eu já falei com o jogador e, sobre isso, apenas tenho de dizer que todos temos de perceber que temos responsabilidades dentro da equipa.»
«É difícil jogar na Feira, contra uma equipa muito competitiva que, tal como nós, anda em busca de pontos. Nós preparámos muito bem o jogo, mas cometemos um erro e fomos castigados por isso. O jogo na primeira parte não foi bem disputado, com muita bola pelo ar, mas na segunda parte entrámos melhor, a jogar de forma paciente e fomos criando oportunidades. Depois marcámos o golo, mas a expulsão deu alento ao adversário. A partir daí o jogo foi de algum sufoco. Ainda assim fomos controlando o jogo até ao golo do Feirense, que aconteceu num lance de alguns ressaltos dentro da nossa área.»
[sobre a expulsão de Hélder Cabral, devido a protestos] «Eu já falei com o jogador e, sobre isso, apenas tenho de dizer que todos temos de perceber que temos responsabilidades dentro da equipa.»
Edinho
Frieza de matador no momento de fazer o golo. A abertura de Adrien foi meio caminho andado mas o que não falta todas as semanas são falhanços incríveis em situações como aquela que o internacional português teve nos pés. Uma oportunidade, um remate certeiro, não se lhe pode pedir mais.
sábado, 25 de fevereiro de 2012
A ESTRATÉGIA FUNCIONOU
Académica 0 Benfica 0
Pedro Emanuel
«Jogamos contra uma grande equipa, tínhamos noção que não ia ser fácil. Montámos esta estratégia no sentido de cortar espaços ao Benfica, os jogadores estiveram extraordinários e o resultado é este ponto que nos sabem muito bem. Depois de duas derrotas, conquistar um ponto frente ao Benfica que está em primeiro lugar, sabe muito bem».
[Lançou Magique e Saulo para este jogo. Tentou surpreender o Benfica?]
«É estratégia. Para cada um dos jogos procuramos escolher a melhor equipa. Esta semana escolhemos estes, para a semana podem ser outros».
«Jogamos contra uma grande equipa, tínhamos noção que não ia ser fácil. Montámos esta estratégia no sentido de cortar espaços ao Benfica, os jogadores estiveram extraordinários e o resultado é este ponto que nos sabem muito bem. Depois de duas derrotas, conquistar um ponto frente ao Benfica que está em primeiro lugar, sabe muito bem».
[Lançou Magique e Saulo para este jogo. Tentou surpreender o Benfica?]
«É estratégia. Para cada um dos jogos procuramos escolher a melhor equipa. Esta semana escolhemos estes, para a semana podem ser outros».
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
SEJAM EXTRAORDINÁRIOS E...JOGUEM À BOLA!
Depois de garantir de forma muito sofrida, a presença na final da Taça de Portugal, estes jogadores acabaram por presentear os sócios, simpatizantes e demais adeptos da Académica (considerados como EXTRAORDINÁRIOS) com um dos piores (se não o pior) jogos disputados no Estádio Cidade de Coimbra. Até parece que com a ida ao Jamor garantida, mais nada interessa e que o campeonato é para se ir jogando e...logo se vê. Tudo isto aliado à ideia de que com o Gil Vicente a vitória surgiria mais tarde ou mais cedo, estes atletas, acabaram por dar uma péssima imagem do que não se deve fazer. A sobranceria com que abordaram a equipa do Gil Vicente, como diz Pedro Emanuel (e muito bem), acabou por resultar numa derrota merecida. Se os amantes da Briosa são considerados como EXTRAORDINÁRIOS, então os jogadores terão, forçosamente, que o ser também. Por acaso já repararam há quanto tempo estes magníficos adeptos não vêem um golo marcado por esta equipa, no seu estádio? A que se deve este preocupante declínio? De facto, há muitos "sem-abrigo" que, com trabalho e muita dignidade, merecem vencer na vida. Outros, porém, mais parecem uns "aristocratas decadentes" que ainda se vão julgando mais importantes do que todos os outros pensando que tudo se poderá realizar com um simples estalar de dedos. Uma coisa é certa, com esta atitude dentro de campo, a Briosa arrisca-se a cair nos últimos lugares da classificação e a ter de passar um mau bocado para se livrar de uma possível descida de divisão.
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
sábado, 28 de janeiro de 2012
UM JOGO COM MUITAS GRALHAS
Pedro Emanuel, treinador da Académica, era no final do jogo com o Rio Ave (0-0), para a 17ª jornada da Liga, um técnico satisfeito com o ponto conquistado e pelo ponto amealhado na luta pela manutenção:
«Foi jogo disputado, um jogo onde estavam duas equipas que lutam pela permanência. Duas equipas competitivas. A Académica apresentou-se aqui para discutir o resultado e cavar um fosso maior para a linha de água. Um jogo aqui e ali nem sempre bem jogado, e tentámos controlar o jogo. A partir da expulsão tivemos mais desgaste e mais stress, a equipa não conseguiu encontrar-se e já só esperávamos pelo final do encontro.

No cômputo geral temos de aceitar o empate, mas trabalhamos para algo mais. Não foi possível pois não conseguimos inaugurar o marcador. Perdemos mais um central, é a nossa sina, mas à partida para o próximo jogo já teremos o Real e o Habib.
[Sobre a possibilidade Edinho] «Não me compete a mim comentar. Única e simplesmente trabalho com os jogadores que tenho à disposição e qualquer novidade não será transmitida por mim.»
Segundo o site do Record, e o site Blogolo, este avançado acabou de assinar pela Briosa na passada Sexta-feira.
«Foi jogo disputado, um jogo onde estavam duas equipas que lutam pela permanência. Duas equipas competitivas. A Académica apresentou-se aqui para discutir o resultado e cavar um fosso maior para a linha de água. Um jogo aqui e ali nem sempre bem jogado, e tentámos controlar o jogo. A partir da expulsão tivemos mais desgaste e mais stress, a equipa não conseguiu encontrar-se e já só esperávamos pelo final do encontro.

No cômputo geral temos de aceitar o empate, mas trabalhamos para algo mais. Não foi possível pois não conseguimos inaugurar o marcador. Perdemos mais um central, é a nossa sina, mas à partida para o próximo jogo já teremos o Real e o Habib.
[Sobre a possibilidade Edinho] «Não me compete a mim comentar. Única e simplesmente trabalho com os jogadores que tenho à disposição e qualquer novidade não será transmitida por mim.»
Segundo o site do Record, e o site Blogolo, este avançado acabou de assinar pela Briosa na passada Sexta-feira.
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
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