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segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

REFORÇOS II

Não percebo (ainda hoje) porque é que as relações com os "espanhóis" foram reatadas. Muito menos percebo porque raio é que foram "contratar" o marroquino Faouzi, se o referido relacionamento (visto pelos adeptos) continua da forma que podemos aqui constatar. Para esses detentores da "verdade desportiva", o caso N'Dinga já devia estar encerrado e enterrado, dizendo mesmo que a Académica desceu porque não foi melhor no campo. Eu acrescento que não lhe chegou (porventura) não ser melhor no campo assim como também não o foi na secretaria. Já todos se esqueceram das palavras de A.O. ao afirmar que tinha assistido à "maior fraude do futebol português"? Para mim será impossível esquecer o jogo miserável que SCB e VG praticaram. Haja memória!

segunda-feira, 16 de maio de 2011

MOMENTOS INESQUECÍVEIS

Campos Coroa

“ Que o vinho escorra pelas gargantas para a festa durar até às tantas”

Campos Coroa, chorando convulsivamente, estava encharcado até aos ossos pelo banho a que foi sujeito pelos seus apaniguados. E antes de falar para O Jogo foi ajoelhar-se diante das claques da Académica, elevando as mãos ao céu, como que agradecendo o apoio à equipa durante a partida. “Isto é viver a Académica. Estes jovens merecem tudo porque nunca nos abandonaram. Estiveram sempre connosco, sobretudo nos momentos mais difíceis. A paixão corrói. Mas não há dinheiro nenhum do mundo que pague viver estes momentos. Quero continuar a vivê-los intensamente até que a paixão me corroa o corpo. Não me importo de sofrer como hoje [ontem]”.
Sobre o jogo, o presidente coimbrão limitou-se a dizer: “Este êxito é indiscutível. O lugar da Académica é na I Divisão. Podem ter a certeza que na próxima época continuaremos a chatear a cabeça aos grandes”. E fez uma revelação: “Para o ano iremos implementar o projecto do clube-escola, porque a força da Académica reside nos estudantes da Academia.”
Sobre o futuro de José Romão, que tem mais um ano de contrato com a Académica, Campos Coroa deixou algumas dúvidas no ar: “Eventualmente, pode continuar. Mas também pode vir um novo treinador. Tudo depende de chegarmos, ou não, a um acordo financeiro com José Romão”.
A terminar, Campos Coroa salientou: “Este momento tem o mesmo sabor da subida à I Divisão, na época passada. Foi, talvez, mais sofrido. Agora, espero que o vinho escorra pelas gargantas, para que a festa dure até às tantas”.
S.L.(transcrição do jornal O Jogo)


Estávamos no final da época 97/98 e a Briosa conseguia garantir a manutenção num jogo frente ao D. de Chaves, treinado pelo Álvaro Magalhães. Como muitos, também fiz questão de estar presente e dar todo o meu apoio. No final, tal como o presidente, as lágrimas também escorreram pela cara abaixo de muitos amantes da Académica ali presentes. Que o diga o Luís Borges e eu mesmo, abraçados com as lágrimas a saltarem-nos dos olhos. Foi uma sensação única. Isto sim, era viver e sentir Académica.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

MEMÓRIA

Com um novo acto eleitoral à porta, convirá avivar a memória dos sócios e candidatos, lembrando que existem situações que nunca poderão ser esquecidas ou adulteradas. A título de exemplo, é sempre bom lembrar que a Académica não foi à final da Taça de Portugal, época 2010/2011, porque foi eliminada pelo "clube espanhol" que em 1988 nos atirou para a segunda divisão, ou seja, o mesmo clube que em Julho de 2007, viria a ser convidado pelo Sr. José Eduardo Simões para disputar um jogo "amigável" de preparação na Tocha e depois, participar e saborear uma "sardinhada", com a intenção de "enterrar" simbolicamente o famoso "Caso N'Dinga". Este acto, ingénuo ou não, que deveria ter sido levado à Assembleia Geral, demonstrou que se a memória fizesse parte da estrutura de algumas pessoas, depressa perceberiam que em futebol, esses tão "nobres" sentimentos não existem ou têm muito curta duração. Depois de se ver a forma e o modo como se comportaram os adeptos que sustentam o apoio a este clube, com a suposta cobertura da sua direcção, nada mais será preciso acrescentar para nos lembrarmos daquilo que nunca poderemos esquecer.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

VANDALISMO



Foi deste modo, absolutamente selvagem, que estes energúmenos celebraram no ECC a passagem à final da Taça de Portugal. São estes vândalos que se dizem naturais do "berço" de Portugal. Provavelmente, ainda ninguém lhes disse que este país não precisa de gente desta. Vergonhoso!

clique na imagem

Esta, foi a imagem escolhida por um adepto do VG para ilustrar a passagem do seu clube à final da Taça de Portugal. É de lamentar que neste rol de carimbos, não apareça aquele que para nós é, de facto, o mais importante. Já agora, será sempre bom lembrar a afirmação de um dos protagonistas do famoso "Caso N'Dinga" que foi: "Estive na maior fraude do futebol português". Está tudo dito!

quinta-feira, 22 de abril de 2010

O BRIOSO E VIRTUOSO AVANÇADO


É impossível esquecer quer o jogador quer o homem. No campo, emprestava o perfume do seu futebol, deambulando à frente dos adversários, como se de uma dança se tratasse. Cá fora, era uma pessoa afável, educada, conversadora, amiga e sempre disponível para ouvir os que a ele se dirigiam. Amava a Briosa como poucos e, por isso, conseguia transmitir aos colegas a verdadeira dimensão da Instituição que todos representavam. Um autêntico gentleman.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

FALECEU UM AMIGO


É hora de partir, meus irmãos, minhas irmãs

Eu já devolvi as chaves da minha porta
E desisto de qualquer direito à minha casa.
Fomos vizinhos durante muito tempo
E recebi mais do que pude dar.
Agora vai raiando o dia
E a lâmpada que iluminava o meu canto escuro
Apagou-se.
Veio a intimação e estou pronto para a minha jornada.
Não indaguem sobre o que levo comigo.
Sigo de mãos vazias e o coração confiante.

Rabindranath Tagore


segunda-feira, 22 de março de 2010

Irena Sendler morreu...sabe quem era?


Nem sempre o prémio é atribuído a quem mais o merece...

Uma senhora de 98 anos chamada Irena faleceu há pouco tempo.
Durante a 2ª Guerra Mundial, Irena conseguiu uma autorização para trabalhar no Gueto de Varsóvia, como especialista de canalizações.

Mas os seus planos iam mais além... Sabia quais eram os planos dos nazis relativamente aos judeus (sendo alemã!)

Irena trazia meninos escondidos no fundo da sua caixa de ferramentas e levava um saco de sarapilheira, na parte de trás da sua camioneta (para crianças de maior tamanho). Também levava na parte de trás da camioneta, um cão a quem ensinara a ladrar aos soldados nazis quando entrava e saía do Gueto.
Claro que os soldados não queriam nada com o cão e o ladrar deste encobriria qualquer ruído que os meninos pudessem fazer.
Enquanto conseguiu manter este trabalho, conseguiu retirar e salvar cerca de 2500 crianças.
Por fim os nazis apanharam-na e partiram-lhe ambas as pernas e os braços e prenderam-na brutalmente.

Irena mantinha um registo com o nome de todas as crianças que conseguiu retirar do Gueto, que guardava num frasco de vidro enterrado debaixo de uma árvore no seu jardim.
Depois de terminada a guerra tentou localizar os pais que tivessem sobrevivido e reunir a familia. A maioria tinha sido levada para as câmaras de gás. Para aqueles que tinham perdido os pais ajudou a encontrar casas de acolhimento ou pais adoptivos.
No ano passado foi proposta para receber o Prémio Nobel da Paz... mas não foi seleccionada. quem o recebeu foi Al Gore por uns diapositivos sobre o Aquecimento Global

Não permitamos que alguma vez, esta Senhora seja esquecida!!














In Memoriam - 63 anos depois

Por favor, leia atentamente o cartoon mostrado abaixo. Pela mensagem que passa, é impressionante.
ESTÁ TRADUZIDO MAIS ABAIXO!
Tradução do cartoon:
Menina:Tenho que lhe dizer uma coisa, senhor... Tem no seu braço uma tatuagem sem graça nenhuma. É só um montão de números.
Senhor: Bem, teria a tua idade quando ma fizeram. Mantenho-a como uma recordação.
Menina: Oh! ... Uma recordação de dias mais felizes?
Senhor: Não, de um tempo em que o mundo ficou louco.
"Imagina-te a ti mesma num país em que os teus compatriotas seguem a voz de um político extremista que não gostava da tua religião.
Imagina que te tiravam tudo, que enviavam toda a tua familia para um campo de concentração, para trabalhar como escravos, e serem assassinados sistematicamente. Nesse sítio tiravam-te até o teu nome para ser substituído por um número tatuado no teu braço.
Chamou-se a isso "O Holocausto", quando milhões de pessoas foram mortas só pelas sua crenças religiosas e raça..."
Menina: Então, tu usas essa tatuagem para recordares o perigo das políticas extremistas!
Senhor: Não, querida. É para que tu o recordes.


Passaram já mais de 60 anos, desde que terminou a 2ª Guerra Mundial na Europa.
Em memória dos 6 milhões de judeus, 20 milhões de russos, 10 milhões de cristãos e 1.900 sacerdotes católicos que foram assassinados, massacrados, violados, mortos à fome e humilhados, com os povos da Alemanha e Rússia, olhando para o outro lado.
Agora, mais do que nunca, com o Iraque, Irão e outros proclamando que "O Holocausto" é um mito, é imperativo assegurar que o Mundo nunca esqueça.




terça-feira, 16 de março de 2010

MEMÓRIAS AZUIS E BRANCAS


Esta perseguição liderada pelo Domingos Paciência, acabaria por dar resultado, visto que o FC Porto acabaria por ganhar o jogo na lotaria dos penaltis, depois de ter empatado a um golo após prolongamento. Outros tempos!


Em Maio de 2009, os espectadores votavam assim. Resta saber quais as preferências clubísticas de quem votou. Será que houve interferência avermelhada?

sábado, 13 de março de 2010

OUTROS TEMPOS OUTROS JOGOS

Neste jogo em que a Briosa defrontou o FC Porto, verificou-se esta situação que mais uma vez o árbitro não assinalou. Este penalti que ficou por marcar, poderia dar o empate à Académica. O curioso é que o FC Porto acabaria por vencer com um golo apontado na transformação de uma grande penalidade. Estávamos na época de 2007/2008.
Hoje, só espero que o "apitador" de serviço, seja coerente e deixe o protagonismo para os atletas.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

A ÚLTIMA VEZ...

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Este, é daqueles exemplos de camaradagem e confraternização, que hão-de perdurar no tempo.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

RECORDAÇÕES



Muitas destas fotos, se não mesmo todas, já foram vistas centenas ou até milhares de vezes, mas sabe sempre bem recordar. Neste vídeo, que desconhecia completamente e que o nosso amigo LM teve a gentileza de me enviar por email, verificamos que se trata de uma compilação de imagens bastante abrangente e que se torna mais curioso se atendermos ao facto de serem acompanhadas por música brasileira. Isto significa que a dimensão da Briosa, é intercontinental.

sábado, 12 de dezembro de 2009

OUTROS TEMPOS

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Aqui está a célebre Académica da Primeira Taça Nacional de Principiantes (62/63)

Em cima : Dr. Duarte (Massas), o gémeo António Santos, Pestanita, Severino, Marques, Madeira, Pombalinho, Altenor ( Nônô ) e Emídio

Em baixo : Eugénio, Zé Luís, Tó Martins, Mário Lima, o gémeo Augusto Santos, Mesquita e o Nuno Campos

Levámos 5-1 do Sporting com o Damas à baliza e o Caló a defesa central.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

FOI HÁ 34 ANOS

25 DE NOVEMBRO 1975

Faz hoje 34 anos, por esta hora, uma boa parte dos portugueses sentia-se triste – a festa da liberdade acabara – falava-se no advento de uma «democracia musculada», fosse lá isso o que fosse. Um tal tenente-coronel Ramalho Eanes, que fora do meio militar ninguém conhecia, aparecia nos noticiários como o senhor desta guerra – óculos escuros, patilhas compridas, frases curtas e com uma pronúncia estranha, não auguravam nada de bom. A comparação com Pinochet era inevitável. Temia~se que se reproduzisse aqui o que dois anos antes ocorrera no Chile. Na foto da época, vemos a seu lado, outros dois protagonistas do movimento: ao centro, Jaime Neves, conotado com a direita militar, no outro extremo Vasco Lourenço, signatário do documento dos «Nove» e que se dizia estar ligado ao Partido Socialista. Neves e Lourenço eram conhecidos. E quem seria o «gajo» de óculos escuros? Soube-se depois que também estava ligado ao chamado «Grupo dos Nove» e que fora encarregado de encabeçar o movimento militar de 25 de Novembro.

Havia outros portugueses que respiravam de alívio – àquilo a que chamávamos «festa», chamavam «choldra», «bagunçada», «anarqueirada»... Passados 34 anos, já é possível falar dessa data (quase) sem rancores, nem falsos clichés. E, a propósito, o meu sentido de justiça obriga-me a saudar a transformação que se produziu em Ramalho Eanes – o bisonho tenente-coronel converteu-se num homem culto, ponderado e apresentável. Hoje em dia, seria uma opção para a Presidência. Coisa que não era há 34 anos. Mas não nos antecipemos. A nossa máquina do tempo vai viajar até ao dia 25 de Abril de 1975.
Aventar