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quinta-feira, 8 de outubro de 2009

IRREVERÊNCIA

A foto aqui apresentada é manchete do DC de hoje e mostra a irreverência estudantil, face aos péssimos resultados que a Briosa acumulou ao longo destas sete jornadas da Liga. Deste modo, penso que será um exagero concluir que esta rapaziada esteja a fazer um apelo ao insulto fácil ou até injurioso (como aqui se lê) já que nada move esta gente contra a pessoa de Rogério Gonçalves, mas sim contra o treinador da AAC.

domingo, 4 de outubro de 2009

A ESCOLHA DE SIMÕES

O futuro a Deus pertence”. Foram estas as palavras proferidas pelo ex-treinador da Académica, após a humilhante derrota frente ao Marítimo na passada sexta-feira. Como facilmente se podia prever, o destino deste senhor estava traçado. Não por Deus ou algo paranormal mas antes pelos resultados que teimosamente nunca apareceram. Não basta acreditar e ter fé, é preciso muito mais do que isso. Além de ter que saber gerir os seus recursos humanos, é preciso, também, saber de futebol, interpretá-lo e adaptá-lo aos atletas que se possui, para poder tirar o máximo rendimento de cada elemento envolvido no processo, que é o jogo. A este propósito, os discursos ao longo destas sete jornadas, que mais pareciam confissões de impotência, vieram a dar razão à crescente contestação e mostrar que esse futuro a que se referia, hoje já é passado. Os desígnios de qualquer treinador de futebol, nunca estarão nas “mãos de Deus”, mas antes no poder de decisão de um qualquer presidente que pensa ser ao mesmo tempo, omnipotente e omnisciente.
A escolha do “todo-poderoso” José E. Simões foi a excepção que se impôs a todo o custo, contra tudo e contra todos, a uma regra que apontava claramente em sentido contrário. Depois do “milagre das rosas”, jamais seria expectável assistir a outro momento grandioso de um qualquer poder divino que pudesse alterar o destino sobejamente conhecido.
Para o senhor Rogério Gonçalves, o preço que pagou pela vontade desmesurada, até vaidosa e há muito denunciada de poder vir a treinar a sempre prestigiante equipa de futebol profissional da A. Académica de Coimbra, foi altíssimo. No seu curriculum, mais uma vez, irá figurar o trajecto desastroso que percorreu durante esta curta “estadia” de 115 dias e, ao mesmo tempo, prolongar o já longo (perto de três anos) período de jejum de vitórias. A Académica acabou por ser uma “prenda” com algum amargo de boca, para quem tinha acabado de completar 50 anos de idade no passado dia 01 de Outubro.
Ainda hoje não se percebe, claramente, quais as razões que levaram José E. Simões a optar por um treinador de classe média baixa e com um curriculum pouco cativante, atendendo aos anos que já leva de futebol. Perante tamanha evidência, que só ele não quis ver, o resultado final só podia ser desprestigiante para ambas as partes. Para Rogério Gonçalves foi a rescisão “amigável”, assente nos coros de assobios, nos lenços brancos e na ausência de vitórias e para José E. Simões, além dos apupos e dos assobios, foi estar sujeito a fortíssimas críticas pelas razões atrás apontadas, ao ponto de ter de abandonar o ECC sob escolta policial. No entanto, a realidade diz-nos que quem efectivamente perdeu foi a Instituição A. Académica de Coimbra que ao fim de sete jornadas, leva três pontos somados e é a única equipa da Liga que ainda não venceu qualquer jogo.
A Académica acaba de virar uma página de um livro que lhe foi imposto e que muitos não queriam ler mas, daqui para a frente, o trabalho vai ser muito mais difícil e exigente. O próximo treinador terá que saber gerir muito bem toda a ansiedade provocada pela ausência de resultados. Entretanto, na opinião dos sócios e adeptos da Briosa, a margem de erro é nula, o que forçará a equipa a ter de vencer o mais rápido possível. Resumidamente, poder-se-á apelar, em primeiríssima instância, à rápida recuperação dos homens por que os resultados depressa aparecerão.

Parafraseando o senhor Rogério Gonçalves e terminado o pesadelo e a humilhação da derrota frente ao Marítimo por 2-4, espero que não venha a precisar de “balões de oxigénio” e que possa continuar a respirar bem lá para os lados de Lanheses porque, “O futuro a Deus pertence”.

[Dr. Kanelada]
04.10.09

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

4ª CHICOTADA DA ÉPOCA


Como era previsível, o abandono de Rogério Gonçalves como "treinador" da Académica, acabou de ser confirmado pelo presidente José Eduardo Simões. Segundo informações postas a circular, será o Zé Nando a tomar conta da equipa, até se encontrar um substituto.

domingo, 27 de setembro de 2009

BALÕES DE OXIGÉNIO & TIROS NO PÉ

Mais uma vez não se conseguiu ir além de um empate e o consequente pontinho neste dia de reflexão política e por que não, futebolística.
Face à actual situação em que a Académica se encontra só se teme que passados seis jogos, toda esta longa fase de “reflexão” não se transforme em penosa penitência e nos conduza, não à vida eterna mas ao destino que outrora conhecemos e que liminarmente rejeitamos. Com este panorama como pano de fundo, pouco importa se houve mais ou menos controlo do jogo, mais ou menos posse de bola, no que realmente esta equipa (incluindo o seu treinador) devia estar focalizada era na conquista de pontos pois, sem eles, nenhum objectivo poderá ser concretizado. Os adeptos, esses, continuam sem perceber como é que esta equipa técnica, liderada pelo Sr. Rogério Gonçalves, conseguiu em tão pouco tempo destruir um conjunto de jogadores que provaram dentro de campo saber jogar à bola e que tanto trabalho deu a construir. E, se quisermos ser mais rigorosos essa mesma equipa e o seu treinador, também passaram por dissabores e fortes contestações como foi o caso da espera que a Mancha Negra fez noite dentro no Bolão, após a derrota em Setúbal. Mas, ao recordar este episódio, também não podemos esquecer as palavras do então sub-capitão Miguel Pedro que, face a tanto descontentamento disse: “Vamos passar ao estado de alerta máximo a partir de agora” e, por coincidência, ou não, a Académica acabaria por vencer o jogo seguinte frente ao Marítimo por 3-1.
Provavelmente, nem o mais céptico dos adeptos esperaria que após seis jogos disputados, a Académica se encontrasse no último lugar da tabela classificativa, com apenas três pontos conquistados, resultantes de outros tantos empates.
Este jogo com o Rio Ave, que o técnico considerou antecipadamente de difícil resolução e que por isso só pensava em pontuar, é bem demonstrativo da ambição que, continuadamente, todas as declarações proferidas transmitem, ou seja, nenhuma. Assim, se analisarmos as suas palavras após o encontro, verificamos que este senhor, lamentavelmente, continua a dar “tiros no pé”. Desta vez vem lembrar-nos de que a Académica está numa situação desconfortável e que por esse facto, as coisas estão mais complicadas. Bem, perante isto, só temos que agradecer ao senhor Rogério Gonçalves por nos vir avivar a memória, uma vez que os sócios e demais adeptos têm andado este tempo todo distraídos ou a dormir. Mas não ficou por aqui esta disfunção verborreica. Como se não bastasse, ainda teve a distinta “lata” de dizer que, face à contestação e à pergunta do jornalista se este empate não seria um “balão de oxigénio”, respondeu “…Eu estou a respirar bem, não preciso de nenhum balão de oxigénio…”. Pois não, senhor Rogério Gonçalves, aquilo que o senhor precisa não são de balões de oxigénio, aquilo de que precisa, com urgência, é de ser reciclado ou quem sabe, aproveitar a onda das Novas Oportunidades e ir aprender algo mais. E quando diz que “ …Tenho a certeza que mais dia, menos dia vamos ganhar muitos pontos…”, os sócios e adeptos da Académica dizem ter a certeza de que mais dia, menos dia, o senhor irá “pregar” para outra freguesia, antes de “espetar” com a equipa na segunda liga.
Não restam dúvidas quanto à sua incapacidade de lidar e gerir recursos humanos. Na verdade, orientar homens é, antes de tudo, gerir sentimentos e emoções e não é com castigos do tipo de não dar folga aos jogadores, que estes se vão empenhar e aumentar os níveis de concentração. Mais, apresentar uma equipa de cada vez que a Académica joga, também não me parece que seja uma boa prática de gestão. Enfim, este modus operandi só será novidade, para aqueles que andarem um pouco distanciados destas coisas do futebol porque caso contrário, facilmente se poderá observar que este tipo de discurso, já tem “barbas” de tão velho e gasto de tanto uso.
Em jeito de rodapé, deixo aqui os principais feitos de um homem que se diz ter percorrido um trajecto desde o futebol distrital (onde a sua mensagem ainda vai passando) até à Europa do futebol. Foi campeão nacional pelo Limianos e Vianense, e esteve nas subidas do Varzim da 2ª Divisão à Liga de Honra em 2000/2001 e Naval à Superliga em 2005/2006. O grande problema deste senhor, que José Eduardo Simões possivelmente não reparou é que no escalão máximo raramente foi feliz, incluindo no Braga, tendo chegado ao fim do campeonato uma única vez, ao serviço da Naval na época de 2005/06.
Mais palavras para quê?

27.09.09
[Dr. Kanelada]




terça-feira, 22 de setembro de 2009

TREINADOR PRECISA-SE!

clique na imagem

Esta reunião ocorrida na passada segunda-feira, pode ser um bom prenuncio e que vá de encontro às pretensões da maioria dos sócios e simpatizantes da Briosa.
A reforçar a ideia de mudança está, mais uma vez, as declarações que este senhor acabou de fazer relativamente ao próximo jogo, dizendo que "O jogo com o Rio Ave não será fácil, mas temos de pensar em pontuar...".
Tem de pensar é em GANHAR senhor Rogério Gonçalves. GANHAR! GANHAR! GANHAR!
Já todos sabemos que não há jogos fáceis. Mude de discurso. Será que ainda não percebeu que aquilo que diz não é entendido como uma injecção de ânimo e confiança mas antes uma confissão de impotência? Acabe de uma vez por todas de jogar para o pontinho ou será que já se está a justificar/desculpar, caso a "coisa" corra para o torto?

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

O MÍSERO PONTINHO

A “terapia de grupo” levada a cabo por JES após a derrota em Olhão, teve como objectivo, mostrar o descontentamento pela actual situação e ao mesmo tempo, transmitir confiança à equipa, esperando que esta conseguisse inverter o rumo dos acontecimentos.
Perante esta atitude (que se aplaude) e face ao que foi sendo noticiado toda a semana, afirmando que só a vitória interessava, acabou por colocar as expectativas em alta.
Assim, sócios e simpatizantes da Académica, fartos de ver mau futebol, aguardavam por este jogo para, de uma vez por todas, ver invertido o caminho até agora percorrido mas, o desejo não passou disso mesmo. Aquilo a que assistimos acabou por ser uma fotocópia do que já vimos até aqui.
A Académica, depois de entrar bem no jogo e ter conseguido um golo madrugador, actuou como se tivesse o jogo para acabar. Com o golo, a atitude da equipa como que se transfigurou, passando constantemente a recorrer às perdas de tempo, usando e abusando das simulações de lesões ou demorando na reposição da bola em jogo, quer por parte do Ricardo quer por parte do jogador que efectuava o lançamento de linha lateral, fazendo posse de bola no seu meio – campo ou ainda, abdicando de forma clara o ataque à baliza contrária na procura do segundo golo. Que eu me lembre, a Académica nunca actuou desta forma. As equipas, só recorrem a este tipo de jogo, quando o mesmo se está a aproximar do seu final e o resultado lhe é favorável. Esta e outras matreirices futebolísticas, não podem significar que se abdique deliberadamente de jogar bom futebol. Pelo contrário, as equipas devem procurar jogar com determinação visto que o futebol de hoje se trata de um espectáculo (caro diga-se) em que os seus apoiantes e demais espectadores não podem nem devem sair defraudados.
A Académica, neste jogo contra o Belenenses, pôs-se a dormir à sombra do golo e o resultado final foi o que se viu. Num encontro jogado aos repelões e sem objectividade, não se viu o treinador operar qualquer modificação táctica capaz de alterar o rumo dos acontecimentos ou ordenar/incentivar os seus jogadores à não continuação daquele tipo de jogo mas sim trabalhar em busca de mais um golo. Lamento dizê-lo mas, foi mau de mais e portanto, será bom ter em atenção (mais uma vez) as palavras do treinador no final do encontro que são de quem não sabe o que dizer para justificar este estado de coisas. Disse Rogério Gonçalves que “A equipa fez o que fez e controlámos a partida. Vejam a circulação de bola e o carácter que tivemos. Se calhar o resultado não é justo”. Mas de que me vale controlar e circular a bola, se dessa forma não consigo obter o resultado pretendido, que é marcar golos? Se esse controlo foi assim tão claro, por que é que o treinador do Belenenses acabou por dizer que podia ter ganho o jogo e, além disso, constatar que tinha jogado contra uma equipa intranquila? Se esse controlo foi assim tão significativo, porque é que o futebol praticado pela Briosa, não é eficaz e objectivo na procura do golo? Será que o senhor RG não vê aquilo que toda a gente vê? Será que não consegue pôr esta equipa a jogar mais do que para o mísero pontinho? Tudo isto me leva a questionar como é que foi possível destruir uma equipa que há cerca de três meses praticava um futebol alegre, eficaz, motivador, objectivo, elevando o bom nome da Briosa e a auto-estima dos seus adeptos? Quem nos pode explicar isto? Treinador? Presidente?
Enfim! Para os responsáveis desta Instituição e para o actual treinador, a resposta ficou dada no final do encontro. Lenços brancos para o treinador à quinta jornada pode não ser muito normal mas mais anormal será permitir este penoso arrastamento que, tudo indica, nos irá levar “alegremente” para um abismo de onde não será nada fácil sair.
Todas estas questões, levam-nos ao início da temporada em que o treinador referiu que “A nossa referência é o sétimo lugar…”.
Ao fim de cinco jornadas (três das quais em casa) com apenas dois pontos amealhados em quinze possíveis e, sem pretender tomar o lugar do “profeta da desgraça”, não vislumbro no horizonte mais próximo qualquer possibilidade de atingir esse desiderato.

21.09.09
[Dr. Kanelada]

sábado, 19 de setembro de 2009

VITÓRIA PRECISA-SE!


Será que vamos assistir ao 5 em 1 ou, pelo contrário, vamos poder festejar a primeira vitória da Briosa?
Espera-se que aconteça a segunda opção.

Lista de convocados:

Guarda-redes: 1- Rui Nereu; 12- Ricardo

Defesas: 2- Amoreirinha; 15- Orlando; 19- Pedrinho; 22 - Emídio Rafael; 30- Pedro Costa

Médios: 7- Amaury Bischoff; 8- Paulo Sérgio; 17- Cris; 20- André Fontes; 33- Tiero; 66- Nuno Coelho

Avançados: 10- Miguel Pedro; 11- Lito; 14- Miguel Fidalgo; 16- Licá; 18- Sougou; 21- Éder

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

DESMISTIFICAÇÃO


A propósito das declarações de RG sobre a falta de rendimento que alguns atletas demonstram, em virtude de terem que respeitar o período do Ramadão, acaba de ser desmentida e desmistificada pelo atleta Sougou em declarações à Lusa. Desta forma, fica claro que a razão pela qual não vemos este atleta a jogar de início, como na época passada, é porque a opção do treinador é outra. Mas, o mais grave disto é que parece que o treinador pretendeu desculpabilizar-se, pegando neste argumento muito pouco ou nada convincente. Entretanto, e para que não restem dúvidas, aqui ficam as palavras de Sougou.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

PALPITANDO


Deixo aqui um desafio a todos os krommus e não só, que consiste em dar palpites sobre o tipo de diálogo que o RG estará a entabular com o tranquilo Paulo Bento, após a derrota com o Sporting. Assim, deixem os vossos comentários, mais sérios ou mais viperinos. Participem. Sejam criativos.