Afinal em que é que ficamos? Dia 8 foi Quinta ou Sexta-feira?
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VIVER SEM AMIGOS É MORRER SEM TESTEMUNHAS
Miguel Portas, eurodeputado pelo Bloco de Esquerda, morreu esta terça-feira, aos 53 anos, de cancro no pulmão, em Antuérpia.
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1.08.10 e que viria a dar origem a um comunicado de desagrado por parte da Académica foi, no dia seguinte, 01.09.2010 "rectificada". Como é do conhecimento de todos os academistas, na dita entrevista, eram atribuídas declarações muito pouco abonatórias ao departamento médico da Briosa por parte do ex-atleta da Académica. Detectado o erro, quer do jornalista quer do próprio jornal, impunha-se que a referida notícia fosse desmentida e o bom nome da Académica salvaguardado, com a mesma visibilidade que tinha tido a referida entrevista. Mas, não! O desmentido, a que chamaram "rectificação", apareceu no dia seguinte, enquadrado nas notícias sobre o Olhanense e que só com muita atenção se conseguia descortinar, tal era o seu tamanho reduzido. Não satisfeita com o comportamento deste jornal, a Associação Académica de Coimbra - Organismo Autónomo de Futebol, exigiu o respectivo Direito de Resposta previsto na Lei, que viria a ser publicado, sem qualquer destaque, no dia seguinte ao da "rectificação". Reposta a verdade junto dos leitores, embora de forma pouco visível, a Briosa e o atleta Nuno Piloto, emitiram um comunicado conjunto, a fim de esclarecer de uma vez por todas, todo o sucedido.
Há factos que nunca devemos deixar passar em claro. O artigo de opinião sobre o jogo AAC – SLB que a ex-jornalista Leonor Pinhão (é verdade, desde 1996) escreveu no jornal “A Bola” de 22.04.2010, só pode ser entendido como algo que pretende branquear o que se passou no campo. Diz este vulto do jornalismo português que: “Em Coimbra, Benfica teve de se haver com arbitragem à antiga portuguesa…”. Para quem não viu o jogo no campo, esta afirmação pode levar o mais incauto leitor a deduzir que o Benfica foi escandalosamente, e mais uma vez, “roubado” pelo árbitro. Assim, sem tirar nem pôr! Mas, como o que se lê, normalmente escrito por fanáticos desmedidos e com visão afunilada, não corresponde à verdade dos factos, somos “obrigados” a recuar no tempo e ir à procura das tais propaladas “arbitragens à antiga portuguesa”, quanto mais não seja para podermos ter um termo de comparação. Sem ser preciso recuar muito no tempo e porque o rol de erros de arbitragem a favor dos encarnados é equiparado ao grau de grandeza do próprio clube, basta-nos fazer lembrar a final da Taça da Liga entre Sporting e Benfica, com o Sr. Lucílio Baptista e o seu penalti imaginário; o Braga - Benfica com o Sr. Paulo Baptista em Janeiro de 2009; o Nacional – Benfica com o Sr. Olegário Benquerença já em 2010; e já agora, recuando um bocadinho mais no tempo, lembrar um Académica – Benfica com o Sr. Paulo Paraty, em que o Nuno Gomes marcou o golo da vitória precedido de um fora-de-jogo. Chegam estes? Já agora, todos estes “senhores do apito” poderão rimar com quê? Ficará ao critério de cada analista, procurar a melhor rima para cada um dos intervenientes, na certeza porém de que rimará sempre com favorecimento ilícito. Com tantos erros de arbitragem acumulados seria uma vergonha esta equipa não ser campeã.