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sábado, 16 de junho de 2012

terça-feira, 24 de abril de 2012

MORREU UM HOMEM DE CONVICÇÕES

Miguel Portas, eurodeputado pelo Bloco de Esquerda, morreu esta terça-feira, aos 53 anos, de cancro no pulmão, em Antuérpia.

terça-feira, 17 de abril de 2012

MAIS UMA DO..."CALINAS"

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Embora todos nós possamos perceber o que o jornalista quer transmitir, o que é facto é que ninguém pode morder "...na PSP...", quando muito poderá morder num ou mais agentes da PSP. Esta calinada pode não ter a importância que lhe estou a dar mas também não posso esquecer a responsabilidade que a imprensa (neste caso) tem junto dos seus leitores. E como se não bastasse, a referida calinada faz parte da capa de jornal. Ora, eu pensava que o tempo das calinadas deste tipo era algo do passado mas afinal, não. Portanto, como elas continuam em pleno século XXI, o que se pede é que não ponham mais ninguém a morder instituições e tenham mais atenção.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

ORGANIZEM-SE, PORRA!


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Afinal de contas, quem é que errou as mesmas? Bom, pelo menos ficámos a saber que a distância (medida em euros) entre Eiras e Taveiro, ronda um Milhão. Nada mau!

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

BENFICA DE PERNAS ABERTAS

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Comparar o Benfica com as p..., é algo que muitos benfiquistas, nunca pensaram ler.
A confirmação da falta de bom senso deste jornalista pode ser vista aqui

domingo, 3 de julho de 2011

OPINIÃO





Não é censura, é outra coisa

Tudo em seis meses: novo presidente, novo governo, nova maioria e ("zoom" para, sucessivamente, grande plano, plano aproximado e "close up") novo director do "Expresso" e novo Estatuto Editorial cujo ponto 7 reza: "O 'Expresso' sabe, também, que em casos muito excepcionais, há notícias que mereciam ser publicadas em lugar de destaque, mas que não devem ser referidas, não por auto-censura ou censura interna, mas porque a sua divulgação seria eventualmente nociva ao interesse nacional. O jornal reserva-se (...) o direito de definir, caso a caso, a aplicação deste critério."
Chegou, pois, a altura de um jornal declarar, sem rebuço, que não publicará notícias "que mereciam ser publicadas em lugar de destaque" se entender que a sua divulgação pode "eventualmente" ser "nociva ao interesse nacional". O jornal ponderará, caso a caso, o "interesse nacional" das notícias, mas algo fica, desde já, claro: para esse jornal, a verdade factual deixou de ter por si só, mesmo dentro da lei, "interesse nacional"; e mais: o jornal passará a substituir-se ao poder político e a definir o que é, ou não, de "interesse nacional", podendo decidir não dar a conhecer verdades se as achar inconvenientes ou inoportunas. A bem da Nação.
Se ainda havia algum pudor, deixou de haver: um jornal assume às claras que se rege por critérios de oportunidade (políticos por excelência) e não exclusivamente por critérios jornalísticos.
28.06.2011

segunda-feira, 13 de junho de 2011

OPINIÃO


Eu não tenho pretensões a coisa nenhuma e quando aqui faço qualquer comentário, ou ponho notícia, escolho pela minha cabeça o que devo dizer ou comentar.

Tem sido aqui tema de discussão, as eleições da AAC-OAF, com os resultados que todos sabemos, e que aceitei, de uma forma democrática. Não invalida, no entanto, o que penso, sobre quem está à frente dos destinos da Briosa e a forma como é gerida. Mas é a minha forma de pensar, que poderá estar errada, mas é minha.

Julgo ver, que pessoas muito mais abalizadas do que eu, com muitos mais conhecimentos de Direito do que eu, como uma mediatização, que eu não tenho nem quero ter, que comungam de algumas ideias convergentes com as minhas. Claro que me dói muito ver sempre ligado a isto o nome da AAC-OAF. Que eu dispensaria de aparecer nos media, por estas razões.
Para não me alongar mais, deixo aqui. um site para quem quiser, dar uma vista de olhos, e tirar as suas conclusões ou se inteirar de como há coisas erradas à volta disto tudo.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

COIMBRA


O telejornal de domingo da RTP, dedicado à temática da educação e ensino, vai ser emitido a partir da praça central da ponte pedonal Pedro e Inês, em Coimbra.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

1 MILHÃO DE EUROS

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Depois de se ler esta notícia, publicada pelo blogue "osexoeacidade", começamos a perceber aquilo que muitos temiam que viesse a acontecer. Há muito que "as conversas de café" entre muitos amantes da Briosa, deixavam antever algo parecido com o cenário aqui descrito. De facto, tendo em linha de conta a veracidade daquilo que nos é dado a conhecer, a situação da AAC-OAF, não é grave, é catastrófica. Como é que é possível ter chegado até este ponto?!
Onde está a dignidade do homem que diz "à boca cheia" ser um indefectível amante da Académica mas que ainda à pouco tempo foi condenado por corrupção, para ter o desplante de pedir à direcção que lidera "...um cheque em branco para pagar as despesas do processo..."?! Francamente! Perante tudo isto e, a ser verdade, (como atrás se disse) impõe-se uma pergunta:

terça-feira, 22 de março de 2011

A MORTE DE UM COMUNICADOR


Artur Agostinho

1920 - 2011

Nasceu em 25/12/1920 e tem uma longa carreira em diversas áreas da Comunicação Social. Começou, em 1938, na Rádio Luso e passou pela Voz de Lisboa, Clube Radiofónico de Portugal, Rádio Peninsular, Rádio Clube Português, Rádio Renascença e, por último pela Emissora Nacional onde se fixou na área desportiva, marcando presença em numerosas competições europeias e mundiais de futebol e hóquei em patins e nos Jogos Olímpicos de Helsínquia, Roma e Tóquio. Como jornalista, colaborou em “A Bola” e “Record”, de que foi director e onde mantém uma coluna de opinião. Escreveu para “O País”, “Tribuna”, “Norte Desportivo” e “Mundo Português” do Rio de Janeiro.

Participou nos filmes “Capas Negras”, “Leão da Estrela”, “Sonhar é fácil”, “Cantiga da Rua”, “Encontro com a Vida”, “Dois dias no Paraíso”, “Tarzan do 5º esquerdo” e na produção luso-brasileira “Fado”. Na RTP, apresentou e produziu programas dos mais variados géneros e, na SIC e TVI, foi intérprete de novelas e séries. Viveu 6 anos no Brasil onde colaborou na Rádio Globo, fundou o semanário “Portugal Esportivo” e escreveu dois livros. Posteriormente, publicou “Ficheiros Indiscretos” (memórias) e os romances “Abutres”, “Ninguém morre duas vezes” e “Bela, riquíssima e, além disso, viúva”. Fundou e dirigiu, durante 52 anos, a Agência de Publicidade “Sonarte” e é membro do Grupo Stromp. Às numerosas distinções e Prémios de Carreira que lhe têm sido atribuídos, acrescentou em 2010, ao completar 90 anos, o “Globo de Ouro / Mérito e Excelência, instituído pela SIC e pela “Caras” e a Comenda da Ordem Militar de Santiago da Espada, atribuída pelo Presidente da República, Cavaco Silva.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

TEMPO EXTRA



Ver minuto 20


O jornalista Rui Santos, na edição de ontem (27.02.2011) do programa Tempo Extra emitido pela Sic Notícias, referiu-se à saída do ex-treinador da Académica Jorge Costa, afirmando que os jogadores da Briosa sabem muito bem os motivos que levaram á sua saída e sabem que aquilo que aconteceu foi algo muito pouco bonito mas que está na esfera da privacidade de Jorge Costa. No seguimento do comentário deixou transparecer que ainda devido a esse esse referido acontecimento, os jogadores souberam porque é que perderam os dois jogos seguintes, de forma clara.
Penso que é mais ou menos do conhecimento público, a razão da saída de J. Costa da Briosa mas, dito desta forma e acrescentar que a Académica perdeu os seus dois jogos seguintes por causa disso, é algo que gostaria de ver explicado.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

SOL E SOMBRA!


Segundo a base de dados da ERC, a Pineview Overseas detém 95% da Newshold, que tem 97% do semanário dirigido por José António Saraiva.

A sociedade detentora da "Newshold" - empresa com uma participação de 96,96% no semanário "Sol" - é uma "offshore" com sede no Panamá.

Se atendermos a que o jornal Público, que é pertença do grupo Sonae, tem a sua sede na Bélgica, esta situação acaba por ser mais do mesmo. A comunicação social no seu melhor.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

MAIS DO MESMO


É confrangedor a forma cinzenta como este País tudo vê.
Ao ouvir os noticiários de todos os canais televisivos, no domingo, uma vez mais, em todos eles, ao falarem dos jogos realizados no sábado, dizerem que os da cidade-berço tinham perdido com a Académica.
Mas eu só pergunto: realçam-se os derrotados ou tem de se enaltecer os vitoriosos?
É que não é primeira vez que isto acontece, já que na primeira jornada foi o mesmo.
Por outro lado, uma equipa, a Académica, que está em 2º. lugar não merece respeito?
Só os que estão em 5º. com 9 pontos e 7º. com 8 pontos é que são notícia?
Haja vergonha e respeitem quem ganha dentro de campo.
Como o orelhudo pediu aos seus simpatizantes para não irem ver o seu clube fora de casa, apetecia-me dizer não vejam noticiários desportivos!
Haja vergonha e vejam e reparem em que lugar está a Briosa, como é o seu ataque e como se comporta dentro de campo.
Deixo uma vez mais este reparo.

sábado, 4 de setembro de 2010

REPOSTA A VERDADE

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A entrevista que Nuno Piloto deu ao jornal A Bola, publicada na edição do passado dia 31.08.10 e que viria a dar origem a um comunicado de desagrado por parte da Académica foi, no dia seguinte, 01.09.2010 "rectificada". Como é do conhecimento de todos os academistas, na dita entrevista, eram atribuídas declarações muito pouco abonatórias ao departamento médico da Briosa por parte do ex-atleta da Académica. Detectado o erro, quer do jornalista quer do próprio jornal, impunha-se que a referida notícia fosse desmentida e o bom nome da Académica salvaguardado, com a mesma visibilidade que tinha tido a referida entrevista. Mas, não! O desmentido, a que chamaram "rectificação", apareceu no dia seguinte, enquadrado nas notícias sobre o Olhanense e que só com muita atenção se conseguia descortinar, tal era o seu tamanho reduzido. Não satisfeita com o comportamento deste jornal, a Associação Académica de Coimbra - Organismo Autónomo de Futebol, exigiu o respectivo Direito de Resposta previsto na Lei, que viria a ser publicado, sem qualquer destaque, no dia seguinte ao da "rectificação". Reposta a verdade junto dos leitores, embora de forma pouco visível, a Briosa e o atleta Nuno Piloto, emitiram um comunicado conjunto, a fim de esclarecer de uma vez por todas, todo o sucedido.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

O G. REDES DO BENFICA E J. JESUS GOZADOS PELOS JORNALISTAS



vídeo retirado do YouTube

O Guarda Redes do Benfica, Roberto é o alvo preferido dos jornalistas da Sport Tv que estão a acompanhar o jogo que o Benfica fez em Albufeira contra o Sunderland. Estes jornalistas, que pensavam estar em voz-off, desancam o infortunado atleta, ao ponto da piada servir como abertura de emissão "Boa noite, hoje não há frango à Roberto" ou "...ele só joga em Janeiro! Ele é daltónico e não vê bem a bola" ou ainda "...eu pensava é que ele tinha chumbo nos pés, ferraduras que ele não consegue sair aos cruzamentos". Jorge Jesus também não passou incólume às piadinhas destes jornalistas e até lhe chamaram "Jasus" e "...cavalo branco". Vejam o vídeo a partir de 1'57'' e tirem as vossas conclusões. Entretanto, pode ler o comunicado do SLB, repudiando estes comentários. Enfim, são os profissionais (?) que temos.
NOTA: Na sequência da divulgação do vídeo na internet, a Sport Tv emitiu um comunicado respeitante a este assunto.

terça-feira, 27 de abril de 2010

"ENCURRALADOS"

De uma forma geral, no nosso país, a comunicação social é, para muitos dos seus profissionais, uma espécie de “chapéu de abas largas” onde tudo se pode fazer e dizer, com mais ou menos sensacionalismo, sem sair beliscado e antes protegido. Há quem arrisque dizer que é por essas e por outras que de um momento para o outro, parece que todo o mundo virou jornalista. Existem para todos os gostos. Temos aqueles com licenciatura universitária mas que não sabem distinguir, por exemplo, “cotas” de “quotas” e outros com a “licenciatura” que a vida lhes deu que, além dos constantes “pontapés na gramática”, ouvir a sua dicção e os seus impropérios é, muitas vezes, um acto de “coragem” e sacrifício. O melhor exemplo para ilustrar tudo isto, chama-se Luís Carlos Melo e é a voz dos relatos de futebol da Briosa, da Rádio Regional do Centro.
Este senhor, que se diz ser um fervoroso adepto da Académica, continua a demonstrar alguma incapacidade de comunicação para aqueles que costumam ouvir atentamente os relatos de futebol da Briosa. Nada me move contra ou a favor do cidadão LCM mas, o seu comportamento nos directos da RRC, demonstra pouco profissionalismo e…muita paixão pelo microfone e pelas audiências.

O relato do Leixões – Académica deste último Domingo foi, uma vez mais, o exemplo da postura que um profissional da comunicação nunca deve ter. Este senhor, repetidamente e ao longo do relato, afirmou que: “…André Villas Boas está a caminho do norte…” ou “…está a caminho do Minho…” ou, ainda, “…a AVB restam dois jogos à frente da Académica…”, etc, etc. Depois do assédio por que passou o treinador, relativamente ao possível ingresso no Sporting vem este senhor, qual “profeta da verdade absoluta” debitar vitupérios, sem que nada lhe aconteça. Depois, como se não bastasse e face ao volume de jogo e à pressão exercida pelo Leixões no meio-campo da Académica, este pseudo radialista tem mais esta tirada: “A Académica está encurralada no seu meio-campo…”. Bem, esta afirmação é gravíssima. Este senhor devia perceber que em futebol não há equipas “encurraladas”, poderão haver equipas pressionadas pelo seu adversário porque, quem se recolhe em currais, são os outros…animais. Na verdade, substantivar ou adjectivar, não está ao alcance de qualquer um. Seguidamente, a poucos minutos do fim da partida, parecia estar desejoso que aquela a que já chamámos “Síndrome dos Pontos Perdidos” voltasse a “atacar” a Briosa, ou seja, que a Académica voltasse a sofrer golos nos instantes finais e, quem sabe, perder mais pontos. Inqualificável! Quem ouviu, percebeu isso, claramente!

Neste contexto, se é, como dizem, adepto da Académica, será caso para dizer que a Briosa com adeptos deste calibre, não precisa de inimigos pois eles partilham a sua casa. Afinal, relatar um desafio de futebol, não deve ser mais do que dar a conhecer todas as incidências do próprio jogo. E não vale a pena vir refugiar-se no argumento da isenção e do profissionalismo (?) pois esses devem ser os atributos primeiros e imprescindíveis ao bom desempenho de qualquer actividade.

Concretizada que está a manutenção da Briosa, provavelmente, quem precisava de estar “encurralado” e sem ter hipóteses de pegar no microfone para narrar fosse o que fosse, libertando dessa forma os ouvintes, era o senhor Luís C. Melo.

[Dr. Kanelada]
27.04.2010

sexta-feira, 23 de abril de 2010

INTOXICAÇÃO JORNALÍSTICA

Há factos que nunca devemos deixar passar em claro. O artigo de opinião sobre o jogo AAC – SLB que a ex-jornalista Leonor Pinhão (é verdade, desde 1996) escreveu no jornal “A Bola” de 22.04.2010, só pode ser entendido como algo que pretende branquear o que se passou no campo. Diz este vulto do jornalismo português que: “Em Coimbra, Benfica teve de se haver com arbitragem à antiga portuguesa…”. Para quem não viu o jogo no campo, esta afirmação pode levar o mais incauto leitor a deduzir que o Benfica foi escandalosamente, e mais uma vez, “roubado” pelo árbitro. Assim, sem tirar nem pôr! Mas, como o que se lê, normalmente escrito por fanáticos desmedidos e com visão afunilada, não corresponde à verdade dos factos, somos “obrigados” a recuar no tempo e ir à procura das tais propaladas “arbitragens à antiga portuguesa”, quanto mais não seja para podermos ter um termo de comparação. Sem ser preciso recuar muito no tempo e porque o rol de erros de arbitragem a favor dos encarnados é equiparado ao grau de grandeza do próprio clube, basta-nos fazer lembrar a final da Taça da Liga entre Sporting e Benfica, com o Sr. Lucílio Baptista e o seu penalti imaginário; o Braga - Benfica com o Sr. Paulo Baptista em Janeiro de 2009; o Nacional – Benfica com o Sr. Olegário Benquerença já em 2010; e já agora, recuando um bocadinho mais no tempo, lembrar um Académica – Benfica com o Sr. Paulo Paraty, em que o Nuno Gomes marcou o golo da vitória precedido de um fora-de-jogo. Chegam estes? Já agora, todos estes “senhores do apito” poderão rimar com quê? Ficará ao critério de cada analista, procurar a melhor rima para cada um dos intervenientes, na certeza porém de que rimará sempre com favorecimento ilícito. Com tantos erros de arbitragem acumulados seria uma vergonha esta equipa não ser campeã.
Entretanto, lamenta-se que a prática habitual do jornal onde escreve e onde tudo que incomode ou perturbe a acção benfiquista, tenha que ser rapidamente abatido. Daí, não se vislumbrar no extenso artigo, qualquer referência aos casos do jogo que prejudicaram a Académica. Assim, onde está a alusão à merecida expulsão de Maxi Pereira? Onde estão as referências às faltas que o Éder sofreu dentro da área benfiquista? Nem uma letra! Isso não interessa!
Sem mágoas, invejas ou rimas, seria bom que, os articulistas de um jornal com responsabilidades sociais e culturais neste país, tivessem o bom senso de, com os seus artigos de opinião, poder contribuir para a descoberta da verdade e não alimentar a fogueira da mentira. Intoxicação jornalística, não obrigado! O que está em causa em artigos como este é muito mais importante do que a colaboração em qualquer história romanceada de amor e ódio.
Nem o facto de se ser agraciado por uma qualquer ordem honorífica, no tempo em que o actual director de comunicação do Benfica era assessor de imprensa do Dr. Jorge Sampaio, pode servir para exprimir tudo o que nos vai na alma.
Teremos sempre toda a liberdade de nos expressarmos mas, há que distinguir sempre duas coisas…o mérito e a justiça. Vencer com mérito porque jogou bem, sim. Vencer com “justiça” porque houve influência do árbitro, não. Nesta época, é caso para dizer que o circo foi montado e…bem montado.
Para quem não quer esconder a verdade atrás do fabrico de uma outra opinião, será aconselhável a alguns jornalistas e ex-jornalistas, lerem o livro Opinion Makers de David W. Moore, tem 196 páginas, ou seja, tem mais 70 do que o prospecto do Empréstimo Obrigacionista do Benfica, mas é muito mais interessante.

Termino com as palavras sábias de Leonor Pinhão que encontrei no Correio da Manhã de 17.04.2010 quando diz: “ O futebol é feito destas memórias, não há nada a fazer. E assim nos vamos entretendo.”

[Dr. Kanelada]
23.04.2010