
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
VAMOS PARTICIPAR
VIATURA DA C.M.C."ACAMPADA"
Todos nós sabemos que os automóveis nos dias de hoje são “peças” quase imprescindíveis no nosso quotidiano. Por isso, é fácil verificarmos que cada vez mais, existe uma enorme dificuldade para se conseguir um lugar para parar a viatura. Penso que todos nós já nos debatemos com este problema.No entanto, esta balbúrdia automobilística, não pode significar que a prioridade dos peões possa ser posta em causa, seja por quem for. O peão seja ele deficiente ou não, não pode estar privado do seu espaço (passeios, rampas, etc) para se poder deslocar em segurança. Esta é a prioridade que está estabelecida, mas que raramente é cumprida, pelo que o incumprimento desta regra é tanto mais grave, quanto a pessoa que a pratica.
Para exemplificar tudo isto, nada melhor do que observar a foto que o nosso amigo JOV fez o favor de recolher e enviar.
Penso que todos estão a identificar o local ou seja, a rua Pedro Rocha e o acesso ao Pátio da Inquisição. Assim, como é possível verificar, do lado direito da imagem, temos uma placa que sinaliza o local de estacionamento de viaturas camarárias; no topo da foto, encontramos outra placa, que nos indica que é proibido parar e/ou estacionar e, no canto superior esquerdo da mesma foto, vemos nada mais, nada menos do que uma viatura da C.M.C. (Jipe Todo-o-Terreno), “acampada” na rampa que (supostamente) foi mandada construir por esta mesma Câmara, para circulação pedonal e não automóvel.
Caros amigos, perante comportamentos destes, o único comentário que faço, são o de manifestar a minha revolta, face a tanta hipocrisia. Não pode haver mão pesada para uns (as ditas coimas) e a total impunidade para outros que, no caso, têm responsabilidades acrescidas.
Repórter
Krommu JOV
03.02.09
FICHA DE INSCRIÇÃO
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
O PRESIDENTE DISSE

COMO HAVIA SIDO ANUNCIADO PELO
Já tudo terá sido dito pelos meus ilustres companheiros krommistas com o brilhantismo que caracteriza as suas crónicas.
No entanto, não quero deixar de referir, que entre outras presenças, também tive o privilégio de assistir à sensacional Final da Taça de 1967 e que, tal como milhares de académicos que assistiram ao prélio, saí do estádio completamente frustrado com o desenlace do jogo.
Mas esses e outros dissabores que vão acontecendo ao longo do historial da nossa Briosa não são suficientes para que deixemos de apoiar a nossa ACADÉMICA!
E porque nada mais me ocorre dizer, termino estas fracas palavras com as seguintes afirmações
“SER DA ACADÉMICA É UM ESTADO DE ALMA”!!!!!
“SOFRER PELA ACADÉMICA É UMA CONSTANTE DA VIDA”!!!!!
KROMMU CARLOS SANTOS
01 de Fevereiro de 2009
domingo, 1 de fevereiro de 2009
MAIS UM BRINDE
[ 2009/02/01 18:49 ]
Francisco Frederico
Domingos Paciência (Académica): «Não se pode dizer que nos tenha faltado a estrelinha. Simplesmente, não fomos a mesma equipa que temos sido nos últimos jogos, com intensidade e mais metida no jogo. Quando não se entra bem numa partida e se comete um erro como o que dá o primeiro golo, daquela forma displicente, as coisas ficam mais difíceis. Até conseguimos fazer o mais difícil, que foi dar a volta ao marcador e, quando menos se esperava, cometemos outro erro defensivo, numa falha de comunicação. O Estrela acabou por ser feliz pela forma como conseguiu aproveitar os brindes, displicências e faltas de concentração da nossa parte. O resultado acaba por ser justo. Fizemos dois golos, eles também, para além de terem tido mais uma oportunidade para marcar.
[Sobre algum reforço de última hora] É um assunto da Direcção mas nada disso vai acontecer. É este o grupo que temos e é com ele que vamos até ao fim.»
[ 2009/02/01 17:59 ]
Francisco Frederico
Sougou É o jogador em melhor forma neste momento na Académica e isso vê-se nas assistências e golos. Foram duas na semana passada, desta vez veio o golo. Beneficiou, a olhos vistos, de o facto de Domingos Paciência o ter colocado, finalmente, a jogar nas alas onde o seu rendimento é bem mais elevado. Foi sempre um jogador inconformado, sobretudo na fase mais sombria da sua equipa, pelo que lhe assenta como uma luva o golo apontado.
Lito Com um rendimento muito semelhante ao de Sougou, também melhorou quando passou a jogar nas faixas do ataque. Apontou o segundo golo dos estudantes, aquele que consumaria a cambalhota no resultado, beneficiando de um desvio no corpo de um adversário mas fez por merecer a sorte. Pena é que, mais uma vez, um golo seu não tenha dado para ganhar.
Silvestre Varela É um poço inesgotável de forças. De longe o jogador mais incómodo dos estrelistas nesta partida, sempre pronto a semear o pânico pela esquerda, com rápidas inflexões pelo centro do terreno. Procurou o golo e acabou por consegui-lo numa oferta de Peskovic, que praticamente o convidou a fazer-lhe um vistoso chapéu.
Anselmo É uma espécie de carrasco da Académica nos últimos tempos. Marcou há duas épocas e, na última, fez o gosto ao pé tanto em Coimbra como na Reboleira. O facto de também ter marcado este domingo não é, por isso, novidade. O que podia ter sido diferente foi aquele remate ao poste, perto do intervalo, que, caso tivesse dado em golo, poderia ter mudado a história do jogo, a favor dos amadorenses.
EQUIVALÊNCIAS
Em Dezembro de 2007, o Instituto de Emprego e Formação Profissional, proporcionava aos jovens cidadãos um Curso de Jogador(a) de Futebol. O acesso ao referido Curso é para os jovens que possuem o 6.º ou 7.º Ano de escolaridade, entre os 15 e os 25 anos e os que procuram o primeiro emprego.O referido Curso terá uma equivalência escolar ao 9.º Ano de escolaridade e uma saída profissional com a designação de Jogador de Futebol.
A primeira reacção que tive ao ler o e-mail que me foi enviado, foi uma enorme vontade de rir. Mas depois de ver a imagem que vinha em anexo, assolou em mim, uma profunda tristeza e revolta. Que país é este, que oferece aos jovens um “Curso de Jogador de Futebol”que equivale ao 9.º Ano de escolaridade? Que inteligências são estas que nos (des)governam? Será que é desta forma que vamos acabar com o analfabetismo? É assim, com “Cursos de Futebol” como este, que os jovens portugueses vão projectar a sua vida no futuro?
Penso muito seriamente que estamos completamente desfalcados, de valores morais, de inteligências, de objectivos de vida, de pensadores, de Senhores, enfim, de HOMENS.
Neste âmbito, muito provavelmente, iremos sofrer de uma “overdose” de incapacidade crescente, que nos levará à decadência total.
Não consigo entender todos aqueles que colocam os números à frente das pessoas. O mundo sem estatísticas, seria de facto mais difícil de governar mas, muito pior do que isso é governar para as estatísticas. Porquê? Porque, de repente, apareceu alguém que quer que passemos de analfabetos a povo letrado. Até concordo mas, com “Cursos de Futebol”? Não meus senhores, isso faz-se com livros! Como diz o referido e-mail, então e as Matemáticas, e o Português, e as Línguas Estrangeiras, e a História, e as Ciências?! Que se “lixe” tudo isso, o que é preciso é aprender a mandar uns “bicos” na “redondinha”.
Ironizando, é caso para perguntar se o famoso “Magalhães” inclui no seu software algum jogo do género, para que as nossas criancinhas comecem cedinho a consolidar a sua saída profissional. Francamente!
Como todos podem perceber, é (também) para isto que servem os subsídios da UE.
Como diz o autor do e-mail, a seguir vão completar a equivalência ao 12.º Ano como “Degustador de Cerveja”, só que aqui, …eu também me inscrevo.
Tudo isto para mim é… RIDÍCULO E INACREDITÁVEL!
Que País é este?
Dr. Kanelada
01.02.09
INVERNO RIGOROSO
O mau tempo não nos tem deixado e, como tal, todos os dias somos confrontados com notícias que nos vão dando conta dos estragos causados por esse País fora. A nossa cidade não foge à regra e por isso, o que a foto nos mostra, não é mais do que a incapacidade humana face à força da natureza. Tendo em conta a quantidade de água proveniente das chuvas e o degelo da neve, o caudal dos rios e dos ribeiros aumenta substancialmente, provocando inevitáveis descargas da Barragem da Aguieira. Como o Açude não tem capacidade de escoamento, as ditas "cheias" são, também elas, inevitáveis.UM BRIOSO...ALMOFADADO!
Para a História deste blog, venho aqui dar um breve apontamento que diz respeito ao meu Pai e contar mais ou menos o seu percurso Brioso, que, como verão mais à frente, não foi muito fácil e muito limpo!
No entanto, com a ajuda de Amigos conseguiu “encarreirar” para o bem, pois começou por muito maus caminhos! Ora o meu velhote (que teria feito 92 anos no passado dia 27) veio parar a Coimbra por causa de ter partido um pé. Como, naquela altura, no Portugal profundo (ele era natural do Bombarral) os meios Médicos eram escassos e como tinha família aqui em Coimbra, mais propriamente, um tio que era enfermeiro nos HUC, ele para cá veio onde foi operado. Acontece que foi desta maneira que conheceu a minha Mãe.
A minha velhota, tal como as raparigas desse tempo, era uma menina com alguns dotes, entre os quais o saber bordar.
O namoro aconteceu, até dar em casamento.
E apareceram os filhos, este vosso amigo e o meu saudoso irmão.
Entretanto o meu pai fez a sua vida em Coimbra e foi-se dando com bastante gente e um frequentador assíduo do Café Arcádia, onde havia uma tertúlia bastante numerosa onde prontificavam só Briosos.
Ora eu e o meu irmão fomos sempre educados com os valores da nossa Briosa e não conhecíamos mais clube nenhum: daí o mais velho (eu) ter dado uns pontapés na bola vestindo com enorme orgulho aquela camisola, o meu irmão, com muito mais notoriedade do que eu, a camisola da equipa de basquetebol.
Mas ainda muito jovem, talvez com os meus 7-8 anos, numa daquelas arrumações que nossas Mães faziam, como donas de casa, descobriu-se uma almofada bordada com o emblema da “lagartagem”. Espantado, perguntei porque é que aquilo estava lá em casa, sabendo de antemão que não fazia, até aquela altura, qualquer sentido, o aparecimento dum “vírus” daquele tamanho.
A minha Mãe respondeu-me que tinha sido uma oferta ao meu Pai, quando namoravam, porque ele era dos “gatinhos de Alvalade” (recuso-me a falar dos nomes dos outros, porque isto é um sítio para se falar só em Académica, Briosa, Carvoeiros!). Eu fiquei com aquilo e numa ida ao Arcádia com o meu Pai, um dia, ao falarem comigo eu disse que havia em minha casa uma almofada com o tal “vírus”! Claro, como vocês estão desde já a ver, o meu Pai foi fustigado de todas as formas e feitios, mas dentro daquele princípio e espírito coimbrinha que todos nós conhecemos e sem o ofenderem de forma nenhuma. É claro que ele já vivia a Académica duma forma que os meus Amigos conheceram, mas nunca deixou de ter este estigma às costas. E ainda hoje algumas dessas pessoas, que fazem o favor de ser meus Amigos, me perguntam se a almofada existe! Felizmente após esse episódio a dita cuja desapareceu, mas tem piada, que já depois de termos vindo de Angola, numa das primeiras vezes de ida ao Arcádia me perguntaram se a almofada tinha vindo.
Mas tudo isto na vida dá voltas!
E mais tarde o velhote tinha uma certa inclinação pelos “pintainhos da Luz” quando jogavam contra outras equipas que não a nossa Briosa.
E caso curioso: nos três jogos com estes “passarinhos” em Coimbra, que ganhámos, ele não viu nenhum, tendo eu tido o privilégio de ter assistido ao 1-0 na época 1956-1957 com o golo do Faia ao Costa Pereira por entre as pernas (como chorei de alegria nesse dia!). O segundo na época 66-67 para a Taça de Portugal com vitória por 2-0. O terceiro na época 73-74 pelo mesmo resultado, que não vimos por estarmos em África (mas que comemorámos, e de que maneira!).
E quando eu falo em “puros” refiro-me a quem nunca teve outro clube, nem como simpatia.
Peço-vos desculpa por este tempo todo, mas como temos que dar vida ao “nosso” blog (Tião, posso dizer isto?) aqui está a “estória” duma pessoa que conheceram e a forma como vivia a AAC.
Abraços Krommáticos
Vladimiro
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
INFORMAÇÃO

CAROS KROMMUS:
Dia 01 de Fevereiro de 2009
O Sr. Presidente (patriarca dos Krommus) vai falar.
Decorrem negociações com os canais de TV que já manifestaram interesse na transmissão em directo.
Convidam-se todos os Krommus, militantes e simpatizantes, a visitarem o Vosso blog, nesse dia.
Esperam-se declarações importantes.
Viva a malta!!!
Poças Pereira
ACTUALIDADES
Sobre o caso em si não vou dizer grande coisa. Não sou analista político nem parte interessada.Vou apenas deambular por uma sequência de factos:CULTURA DESPORTIVA

Já vivi descidas de divisão, falhanços de subida e, até, eliminação por moeda ao ar mas, a final da Taça de Portugal de 1967, marcou-me para toda a vida.
Foi a minha maior tristeza desportiva, na mais longa -114 minutos - Taça de Portugal da história do nosso futebol.
Perdemos por 2-3 com o Setúbal.
O jogo foi correcto, leal, vivo e de resultado imprevisível.
Estivemos a ganhar 1-0 com golo de livre do Celestino e empatados 1-1 no final dos 90 minutos. No 1º prolongamento mais um golo para cada lado, o que obrigou a 2º prolongamento. Tudo acabou aos 114 minutos, faltavam, portanto, 6 para o fim do 2º prolongamento, com o golo do Jacinto João. Momentos antes o nosso “China” (Rocha) enviou a bola á barra da baliza adversária.
O jogo foi emocionante e desgastante para adeptos e jogadores. Dizia-se que até o árbitro pedia um golo para acabar com o jogo.
Recordo-me que andei ansioso para que este dia chegasse. Ia a Lisboa ver a minha Académica. Tinha muita esperança que mais uma “tacinha” viesse para Coimbra. A nossa equipa era muito boa, lutadora, humilde, disciplinada, solidária, determinada e ambiciosa.
Fui de comboio com o Pai, companhia que nunca dispensava e, também ele, adepto indefectível da Académica.
Até á hora do jogo a “vitória” foi nossa. Invadimos Lisboa e chegámos eufóricos e confiantes ao Jamor, num dia de sol e de muito calor.
Recordo-me como se fosse hoje.
Mas o que mais me ficou na memória, num misto de tristeza e orgulho, foi ver os nossos jogadores caírem no chão a chorar, quando o Jacinto João marcou o golo da vitória.
Podendo parecer estranho, sinto-me muito orgulhoso de ter visto os “Pardalitos do Choupal”no chão. Caíram, mas foram uns heróis.
De facto, foi a sua postura, atitude e comportamento dentro e fora do campo, que me fizeram “Krommu”. E porquê?
Porque nesse tempo os jogadores dum modo geral e os da Académica em particular, estavam nos clubes muitos anos, criavam afectividade com os adeptos e instituição que representavam e, consequentemente, sentiam a camisola negra que vestiam.
E hoje, que futebol temos?
Hoje, a cultura desportiva dos jogadores de futebol é, salvo raras excepções, muito diferente.
Actualmente, os jogadores assinam contratos em Junho, jogam em Agosto e em Setembro, já só falam que querem jogar na Liga Espanhola ou Inglesa, que ambicionam a “Champions League”, que não querem jogar para não descer de divisão, que estão inadaptados ao clube, que o treinador não compreende o seu futebol etc.…etc.….
Uns vão de férias e não voltam, outros chegam ao cúmulo de, com o maior desplante, festejar os golos junto da claque do clube que na semana anterior representavam, e os aplaudiam e acarinhavam!!!!!!....
Não estará, também, este comportamento a contribuir para a redução de espectadores nos estádios?
Apesar de tudo, o “KROMMU DA ACADÉMICA” não consegue resistir!!!!!!!!....
DESGOVERNO?
16.ª JORNADA
V. Setúbal x V. Guimarães
30 Janeiro - 20.30 - SportTV 1
1 Fevereiro - 18.00 - SportTV 1
Trofense x Sporting
31 Janeiro - 18.00 - SportTV 1
1 Fevereiro - 20.00 - SportTV 1
Benfica x Rio Ave
31 Janeiro - 19.45 - RTP 1
1 Fevereiro - 11.15 - SportTV
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
CRISE?... QUAL CRISE?
O brasileiro Júlio César foi apresentado esta quarta-feira como reforço da Académica. O médio, que deixou o Atlético Valdevez, diz que a perspectiva de subir na carreira e a situação de salários em atraso que vivia pesaram na sua decisão.«Subir um degrau na minha carreira é muito importante. Vou trabalhar para estar à altura deste salto e apenas prometo trabalho, empenho e dedicação. No Atlético de Valdevez tinha dois meses de salários em atraso e prémios de jogo, mas nessas horas temos que demonstrar o nosso profissionalismo», afirmou o jogador, citado pela Lusa.
«Cheguei a um grande clube. Vou trabalhar para ajudar o grupo de trabalho, que logo no primeiro dia me deixou bastante à vontade», prosseguiu o médio, referindo que estava a ser observado há muito tempo pelos olheiros da Briosa e que a contratação «aconteceu de forma muito rápida».
Júlio César, que vai usar a camisola 8, confirmou ainda que assinou por três anos e meio e que o Valdevez fica detentor de 30 por cento do seu passe.
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
JANTAR DE AMIGOS
Ontem, retomou-se muito timidamente, os célebres jantares que os "velhos" amigos costumavam levar a cabo, para comemorar o aniversário de cada um de nós. Infelizmente, alguns dos habituais "titulares" desta equipa, ou por doença ou por afazeres profissionais, não puderam estar presentes neste repasto. Dos 14 ou 15 "habitués", só apareceram 9 resistentes no Cantinho do Reis, para "devorar" o Arrozinho de Bacalhau acompanhado com umas Pataniscas um tanto ou quanto "farináceas" e com muito pouco conteúdo do "fiel amigo". Embora tivesse sido um jantar menos exuberante do que o normal, tivémos o prazer de registar o momento com a presença do Presidente da DG da AAC André Oliveira, que deixou a presidência a partir de hoje. Para os arquivos, aqui fica a foto de todos os elementos menos um (Mim).FANTÁSTICO!
http://ww1.rtp.pt/desporto/index.php?headline=37&visual=17&article=176934&tema=21
SÓ EU SEI...O GOZO QUE ME DEU!
ACADÉMICA 2 - 1 V. GuimarãesComo se não bastasse um golo num momento-chave (44'), logo a seguir ao intervalo os estudantes voltaram a colher benefícios do contra-ataque com novo remate certeiro que acabaria por arrumar a contenda, praticamente em cinco minutos. Não fosse a resposta, pouco depois, por intermédio de Nuno Assis, e tudo teria ficado decidido logo ali.
Está nitidamente a subir de forma e a jogar como nunca o tinha feito desde que chegou a Coimbra. Rápido e incisivo, quase sempre a fugir para os flancos onde rende incomparavelmente mais, fez mossa nos laterais vimaranenses e assistiu Lito e Diogo Gomes para os golos da noite. O velho Sougou, que deu que falar em Leiria (igualmente sob a batuta de Domingos Paciência), parece estar definitivamente de regresso.
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
TRANSFERÊNCIA CONSUMADA

[ 2009/01/26 00:19 ] Francisco Frederico
É essa a verba acordada entre os clubes como direito de opção, que os escoceses poderão pagar caso fiquem agradados com o austríaco que, por seu lado, se tem mostrado satisfeito pela perspectiva de poder jogar com mais regularidade.
REFLEXÕES
SENSIBILIDADE E INDIGNAÇÃOEm democracia, o direito à indignação é sagrado.
Este substantivo feminino (Indignação) verifica-se quando existe um sentimento de cólera ou de desprezo excitado por uma afronta, uma acção vergonhosa, uma injustiça frisante, etc. É desta forma que está explicitado o significado deste substantivo.
Adaptando as circunstâncias ao significado, verificamos que face ao “ocorrido”, não existiram sentimentos de cólera, de desprezo, de acção vergonhosa ou mesmo de injustiça frisante. O que poderá ter havido, no entendimento do visado foi um sentimento de afronta. No entanto, também por aqui, não me parece que tenha havido qualquer tipo de acto deliberado que mostrasse desrespeito ou qualquer outro acto ofensivo à dignidade de alguém. Mas, se quisermos prolongar estes argumentos, diria que a sua honra e integridade, nunca foram beliscadas. Em última análise, esta ignomínia (afronta pública), nunca se poderia ter verificado, visto que todos nós nos sentimos pessoas de bem e fiéis aos valores da amizade.
Numa vertente paralela à indignação, anda a sensibilidade ou, por vezes, a hipersensibilidade. Em termos psicológicos, pode-se dizer que o ser humano vive uma sensibilidade permanente, quer ela seja física, emocional ou mesmo sentimental. Cada um de nós, de acordo com a nossa personalidade, tem uma forma de sentir muito própria. Digamos que é como a impressão digital, é única. Esta sensibilidade pessoal é o resultado da observação directa ou indirecta da realidade que nos rodeia. Até aqui, nada de anormal se passa, o problema coloca-se quando o excesso de sensibilidade toma conta do indivíduo e este assume a vitimização de acordo com as circunstâncias ou condiciona directa ou indirectamente, a partir desse momento, aquele ou aqueles que supostamente criaram a “ocorrência”. Sem querer ferir as propaladas susceptibilidades a questão assume, ainda, outro patamar quando o referido excesso de sensibilidade pode gerar em nós um sentimento de indiferença ou frieza em relação a futuras situações. A esta interpretação, também podemos acrescentar que a referida indiferença pode ser uma forma de autoprotecção que a pessoa cria mas que, na realidade, não o protege de nada. Mais, esta indiferença pode impedir a pessoa de se relacionar de uma forma aberta, com medo de poderem surgir novas situações. Este sentimento, não é um exclusivo de determinadas pessoas, pode surgir em qualquer um de nós, com outro temperamento. No entanto, a forma de reagir é que diverge de pessoa para pessoa. Assim, podemos observar que uma determinada pessoa que seja mais melancólica e mais sensível, fica magoada e introspectiva, enquanto uma pessoa mais agressiva reage, gritando, vociferando, etc.
Do acima exposto se infere que aquilo que ocorreu foi simplesmente um acto deliberado de boa disposição e vitalidade. Espero que este texto ajude à reflexão e à concórdia e, afaste qualquer tipo de coacção. Para todos nós reflectirmos, recordo o que Platão proferiu à muitos anos atrás "Você pode descobrir mais sobre uma pessoa num momento de brincadeira do que num ano de conversa.”
Sendo a vida demasiado curta, divirtam-se e gozem o momento.
Tal como B. Obama, eu também digo “Yes we can!”
[Dr. Kanelada] 26.01.09
domingo, 25 de janeiro de 2009
SOS...CHOUPAL!

Não deixem que este importante "pulmão" da cidade de Coimbra, seja amputado. O progresso e o desenvolvimento, não pode justificar tudo. Ou será que o mais importante não são as pessoas?! Provávelmente, para alguns (muitos) políticos, o mais importante não é a qualidade de vida das populações, não é a preservação do meio ambiente, não é respeitar os diferentes estudos levados a cabo por instituições credíveis e especializadas, provávelmente, para estes maus políticos o que na realidade interessa, é por em práctica a velha teoria do "...quero posso e mando!" Caros amigos, não percam a oportunidade de poder manifestar o vosso desagrado por tal medida.
Digam NÃO á destruição da Mata Nacional do Choupal!
Assinem e divulguem este ABAIXO-ASSINADO!
"A penalização por não participares na política, é acabares a ser governado pelos teus inferiores."
[Platão]





