
Esta , na minha modesta opinião, é a equipa que sairá vencedora de todos os embates que vier a defrontar. Só há uma melhor do que esta e,… todos sabem qual é.
As posições dos diferentes elementos, são meramente indicativas pois o nosso “Mister” quer que todos os intervenientes, sejam polivalentes. No entanto, só existem duas posições em que o treinador não irá mexer.Uma é a do “Doutor” porque este elemento tem uma “visão espacial” muito reduzida pelo que não se pode afastar muito da sua área de actuação, pois corre o risco de andar perdido dentro do campo, dando com isso, vantagens para o adversário. A outra posição inalterável é a do Assunção, visto que com este elemento na baliza, não há bola que entre senão vejamos, tem um “cabedal” fantástico e além disso tem sempre umas quantas “mesinhas de cabeceira” e uns “guarda – fatos” à mão de semear, para poder colocar à frente da sua baliza, reduzindo com isso as hipóteses do adversário poder fazer golo.
Quanto à restante equipa, temos o Tião a defesa direito, que só sobe até ao meio campo porque se sobe mais já não consegue vir, podendo flectir para a esquerda. À esquerda temos o Azevedo, que embora tenha ordens claras para subir, não sobe e prefere apenas flectir para a direita, ficando a aguardar que os “clientes” venham até si. Para a posição de centrais, escolhemos dois “armários” poderosos, que são o Jovino e o Zé Manel. O Jovino tem uma posição mais fixa, “limpando” tudo o que lhe aparecer por perto, embora a preparação “choupalística”deste elemento lhe permitisse fazer muito mais. Quanto ao Zé Manel, joga mais adiantado, descaído para a frente, sendo uma autêntica “parede” para qualquer adversário. Pode-se dizer que é um verdadeiro lento, tal a velocidade com que disputa cada lance.
No meio campo temos o Tim Tim do lado direito e o Poças do lado esquerdo. Estes dois verdadeiros “ratos atómicos”, são um perigo constante para o adversário. Habituados à práctica desportiva intensa, são eles os grandes municiadores do ataque. A completar o meio campo, temos o Vitor, que é o verdadeiro “10”. Tem a seu cargo a distribuição de jogo na zona central do terreno, porque não pode fazer movimentações bruscas, visto que faz rupturas lombares com muita facilidade.
No ataque, temos duas verdadeiras “gazuas”, a abrir as defesas contrárias. O Vladimiro, habituado a tratar a bolinha por tu, é um autêntico “pé canhão”. Quando resolve pontapear, ou é golo ou faz mais uma daquelas rupturas “bué” chatas de sarar. O Lobeto, é o nosso “brinca na areia”. Com este elemento em campo, não há jogo nenhum em que não consiga “arrancar” um ou mais penalties. Como ao driblar se atrapalha e cai, os árbitros julgam que ele é derrubado pelos adversários e assim consegue tirar partido da situação. Fabuloso!
As últimas palavras vão para o nosso “Mister” Carlos Santos, que é um autêntico José M. Pedroto, a pensar futebol. Este treinador é amante do jogo apoiado,… mas não em “muletas”. Gosta de passes curtos, para que os seus elementos não falhem. E na zona da verdade, qualquer elemento que tenha a bola, deve rematar violentamente à baliza. Por isso, o sistema que mais gosta de aplicar em campo, é o FERROLHO.
Este sistema permite que a defesa seja coesa e forte, deixando que o contra ataque seja a “arma” preferida para surpreender os adversários.
É caso para perguntar se a nossa Briosa se aguentaria com um “Mister” destes e com uma táctica destas.
Quem sabe?!